sábado, 14 de março de 2009

Ela foi a verdadeira desilusão para mim. Enquanto pude fiz tudo o que me foi possível para ajudá-la. Chegou a uma altura em que já nada fazia sentido e em que o agradecimento não veio, não em palavras mas em gestos e acções.
E fiquei desiludida. Fiquei muito desiludida porque pensei que ela fosse atinada, responsável e a mulher que sempre vi nela. Mas foi só impressão minha e os esforços foram em vão e nada deu resultado. As preocupações foram desnecessárias, as ajudas foram egoistamente esquecidas e a amizade e gestos bonitos, sentidos, foram todos postos de parte pelo despeito e desrespeito.

Não lhe admito que fale com pessoas que lhe querem bem da maneira que ela entende. E não lhe admito que não me tenha respeitado enquanto pessoa, enquanto amiga e enquanto madrinha.

Mas ela não quer saber. A ela não lhe pesa na consciência e a mim também não pode pesar. No fim de contas a estúpida fui eu...

sábado, 28 de fevereiro de 2009

É bom saber que além de mim há naquela turma pessoas que pensam pela sua própria cabeça e que são capazes de tomar as suas próprias atitudes com vista a um melhor resultado do que o obtido inicialmente.
Fico realmente feliz por ver que não sou a única revoltada com esta merdices, em português correcto.


Quando ela me telefona toda chateada com a nota dela quase não consegui acreditar no que estava a acontecer. Nessa altura estava eu a chorar, deitada no ombro dele, enquanto recebia miminhos imensos que não resolviam nada mas atenuavam o meu devaneio.

Não acredito sinceramente que a dita reunião sirva para muita coisa. A nota do indivíduo não vai ser alterada e ele certamente não vai mudar as nossas só para nos sentirmos felizes. E portanto vai ser uma inutilidade mas quero assisti-la nem que seja pelo divertimento e pela cara de pau com que ele justificará o 2 que o David tem na pauta.


Tive que levar com ele à hora de almoço. Sentei-me noutra mesa e no lugar mais longe que consegui ainda que inadvertidamente.

Quando dou por mim tenho alguém a beliscar-me o braço e a dizer "Olha, ele ainda anda com a pulseira do hospital!" Ora bem, hospital na quinta, hoje é sábado...E um banhinho no entretanto??
Mas em questões de higiene cada um sabe de si e por quem sois senhor Indivíduo, que o banho seja quando melhor lhe aprover.


Em suma, foi um bom dia, repleto de música e dança. Aquela música que depois de ouvida tantas vezes já não consigo excluir do meu imenso leque musical. É aquela queda que sempre tive para decorar letras de músicas. Não é propositado mas a verdade é que acontece com mais frequência do que a que eu gostaria.



* Hoje ele está extremamente irritante e eu estou sem ponta de paciência para amuos...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Força das circunstâncias troquei de telemóvel com ela e não tenho todos os números comigo. Por isso não conheço o remetente da sms com as notas de audiovisuais. Sortudo/a da pessoa.


O que é inconsebivel é que aquele cabrão tenha tido um 16. E vai dar merda, vai dar merda porque não estou para aturar profs idiotas com a mania que o gajo é vedeta. Mais três valores que eu...a propósito do quê? De não ter feito a ponta dum corno no trabalho? De não saber sequer ligar um computador? De não saber trabalhar com a câmara? Notas à pala dos outros até eu...

Com marketing nem sequer estou para me chatear, mas com este gajo? Vale tudo...Lá o A3 ainda estou como a Ritinha, Valha-lhe uma coisa boa no meio de tanta merda, mas com notas? Ninguém brinque comigo...


E vem prof da disciplina, vem director de curso e vem António Oliveira para a discussão, nem que seja para corroborar os factos.


Vem toda a gente porque eu vou arrastá-los, porque aquilo que eu digo não ultrapassa a verdade, é a verdade e nada mais que a verdade e ai de quem diga o contrário...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

De manhã, já mais calma da noite anterior, peguei no telemóvel e arrisquei a chamada.Ele recusou. Ligou-me de seguida.

Acabei por ganhar a minha. Vou de carro... =)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ainda está para nascer o dia em que o uso do carro pela minha pessoa não levante tumultos aqui em casa. Não entendo bem porquê. Sou uma gaja consciente, cautelosa, civica e sou, assumidamente, boa condutora. Não entendo porquê tanto problema com o carro, o objecto, a par da máquina fotográfica, que eu mais gosto.

Às vezes gostava que ele fosse mais flexível e menos casmurro. Gostava principalmente que deixasse de lado aquela figura de vítima que teima em apresentar em palco cada vez que as coisas não correm como ele deseja. Agradecia que deixasse isso numa casa que não a minha apenas e só porque não tenho a mais pequena pachorra para esse tipo de choraminguices.

Parece que ainda está para vir o dia em que vou puder tirar o carro e usá-lo a meu belo prazer. E quando isso acontecer nem vou conseguir acreditar porque o vício de ligar e dar explicações está de tal maneira enraizado em mim que não sei se algum dia me vou conseguir ver livre dele.

A verdade é pura e simples: o carro não é meu. Mas quando trato dele, o limpo, por dentro e por fora, sinto-me dona de cada pedacinho onde passo a esponja. Ele não anda com ele, mas tem a placa com o nome correspondente. Por mais que me tente convencer do contrário a realidade é esta, nua e crua. É por isso que invejo o Pedro, sempre com o seu A3, sem problemas e explicações. Aquela verdadeira máquina que nos leva a todo o lado, para grandes fins de semana, só nós os quatro no sossego de uma vila a beber um copo. Gostava de puder ser assim e revolta-me não conseguir.

Para eles é fácil dizer “Ah, mas dizes que vais comprar um carro para ti e ele deixa-se dessas merdas”! Não é bem assim, e por mais que me custe assumir é verdade. Até porque se o comprasse depois não teria dinheiro para o sustentar e essa é a arma que ele sempre poderá usar contra mim.

Não digo com isto que ele seja mau pai. Sempre foi um bom, e penso que mesmo aquando destas atitutdes crê estar a fazer o melhor para mim. O problema é que o episódio do roubo do carro não lhe sai da cabeça e eu acabo por ser levada por arrasto nesta maré de pessimismo e dúvidas constantes.

Amanhã vou acabar por deixar o meu em casa e ir no carro de alguém, a sentir-me triste comigo própria por não ter sido capaz de dar a volta por cima...
Ou então vou mesmo desistir de ir porque é longe, aparentemente não tenho como vir e estou farta, completamente pelos cabelos de depender de alguém...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Mais uma vez escrevo directamente dos computadores do ISLA por falta de internet em casa... Afinal, motivo de persuasão, acabei por arranjar o meu estágio. Não sei como vai ser mas o que interessa realmente é que o arranjei. Para mim e para ela. E vamos fazê-lo juntas porque na realidade nunca o quis fazer sozinha...
Não é um estágio no Público ou o JN nem mesmo na Lusa, mas isso seria pedir demais. E a Tavares foi uma querida em nos ter oferecido ajuda e um local de trabalho, mesmo sem ser remunerado.
Não me importo de ter que trabalhar de "graça" se isso contribuir para ter na mão a minha carteira de jornalista.

Este fim de semana, a propósito do dia dos namorados, fomos os quatro à Serra da Estrela. Eu e ele com o Pedro e a Sofia. Dois casais de namorados naqueles montes e vales com cobertura branca. Foi sem dúvida um fim de semana para repetir, com mais uma bebedeira daquelas que nos põem com disposição para conversas profundas e beijinhos que nunca mais acabam.

Também te amo. Mesmo quando demoras uma hora a limpar a loiça!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Agora que me vejo sozinha em casa tenho pensado que chegou à altura de fazer alguma coisa. Precisava de arranjar um trabalho, uma fonte de rendimentos que não fossem os meus pais.
Mas penso mais afincadamente num estágio, uma coisa na minha área e que me indique algum caminho para o futuro.
Se quiser realmente seguir a carreira no jornalismo tenho que ter a carteira de jornalista e não a conseguirei sem primeiro arranjar um estágio. E por mais vontade que tenha, não sei como o fazer...Onde raio posso arranjar um estágio?


UPDATE:

Não tinha nada para fazer em casa e devo confessar que a possibilidade de saber a nota de marketing me fez entrar na camioneta e ir em direcção ao porto. Quando cheguei ao ISLA sai e imediatamente me dirigi à secção das notas. NADA!
Para variar...
Vim para cima e dei de caras com os meus afilhados. Sentei-me com eles e aproveitei a companhia. Quando momentos mais tarde me dirijo novamente para a vitrine e vejo a tão esperada nota de marketing devo dizer que fiquei muito desiludida. E chorei.
Chorei ao telefone com ele que nem uma doida. E ele lá me ouviu, com aquela paciência de pai e de ombro amigo. Disse aquelas frases que já decorei de tantas vezes ouvir. Senti-me melhor por falar com ele mas sei que disse aquilo apenas para me confortar e porque sabe que o meu choro era sincero e que a minha dedicação é mais que muita.

E não entendo porque é que depois de mais um teste só consegui um simples 14. Sinto-me tão mas tão frustrada...Não entendo porque é que não consigo fazer melhor, não entendo porque é que toda a gente consegue grandes notas e eu me fico pela medriocridade. E espero sinceramente não ver aquele prof. tão cedo porque não me responsabilizo pelos meus actos mais tresloucados.

Até aqueles com notas mais simples me conseguem passar a frente. Chateia-me tanto isso, chateia-me de uma maneira absurda...

Mas vou tirar mais que 14 nem que tenha que ir à segunda fase dos exames...


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Há dois dias que não tenho internet em casa. Não por minha vontade mas por força das circunstâncias e das próprias mudanças. Continuo na mesma casa mas não tarda muito vou deixá-la e por isso, por mais uns tempos vou ter que aproveitar a net no ISLA, no It's e em casa dele.
O facto de a internet ter sido cortada contribui para uma ausência cada vez maior neste meu espaço de confissões e devaneios. Sinto algumas saudades mas assim que pude, e tendo em conta que vinha aqui (ao ISLA) de qualquer das maneiras, aproveitei este momento mais solitário para voltar a pôr as novidades em dia.
Segunda-feira foi um dia diferente. Só por ter tido oportunidade de trazer o carro para a faculdade, tornou o dia diferente para mim. Pode ser comodismo mas não há poucas coisas que eu goste mais do que o meu "boguinhas". É um nome um tanto ao quanto idiota mas é fofinho e carinhoso e eu goste dele.
Ir com elas ao cinema foi algo que nunca tinha feito e uma experiência a repetir sem dúvida alguma. Desde o almoço nomac donalds à famigerada fotografia, ou quadro não sei bem, assinado pelo Van Gogh.
O filme, apesar de ser enorme, estava extremamente bem conseguido. E à parte daquelas imagens da ala psiquiatrica de uma clinica de 1928, que afectava ligeiramente as pessoas mais sensiveis, como eu, não tenho defeitos a apontar.
Fico feliz por ela achar que eu conduzo bem... :D

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Hoje foi a tarde dos passeios por todos os sítios e por sítio nenhum. O dia das fotos a tudo e a nada...


Uma das fotos a ele, que é o que eu mais gosto de ver pela objectiva...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Falta menos de uma hora para começar o último dos exames e aquele que, mesmo que parecendo fácil, se revelou o mais difícil de todos.
Apesar das quinhentas mil folhas e de todas as vezes que lhes pus os olhos sinto a insegurança apoderar-se de mim e sei que não pode ser. Não posso deixar. Mas ao mesmo tempo custa-me ter confiança no desconhecido...

Quando vi aquele 18 na pauta nem queria acreditar. 18? A História? Acho que não podia estar mais feliz...Finalmente uma daquelas notas em que tenho orgulho!
Também te adoro minha macaca! Até me puses-te a chorar com esse comentário...(o que, entenda-se, com esta constipação tb não é tarefa difícil...xD)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Já não nos falávamos desde o ano passado. Tivemos uma amizade engraçada nós as duas. Uma coisa meia doentia e obecessiva mas ainda assim condescendente e coerente, tanto para mim como para ela.
De quando em vez tenho saudades deles e delas, por exemplo agora, por tudo o que fomos e já não somos. A minha menina dos caracóis loiros é quem me faz mais falta, mas não posso dar parte fraca e dizer que a quero de volta porque o tempo simplesmente não volta. O menino desajeitado sempre foi como o irmão e conselheiro que eu nunca tive e apesar de nunca ter aquele carinho expressivo sempre foi carinhoso à maneira desajeitada dele.
A outra, não a dos caracóis, a outra, a menina dos cabelos ondulados, quase como eu, era como uma rival para mim. Gostava dela à minha maneira, um pouco egoísta e mimada. No fundo sempre a encarei como a minha substituta na relaçao entre mim e a ursinha. Claro que eventualmente ultrapassei isso, ou pelo menos fiz por que assim se entendesse e relacionavamo-nos bem. Sinceramente não é aquela pessoa que me faz uma falta descomunal mas gostava que ainda nos relacionassemos.
E por último (Last but not least) a menina do início da história. Aquela amizade esquisita e engraçada, que de vez em quando me procura para uma conversa de internet. E nunca lhe digo que não, porque apesar de curta, a história foi profunda.
Nenhum deles chega aos pés da menina dos caracóis mas todos tiveram o seu grande significado para mim.
The past belong to the past.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A verdade é que me tenho comparado a toda a gente. Até mesmo àquelas que eu não tinha na mais alta consideração porque, no fundo, até elas se têm saido melhor que eu. Não é verdade que eu não tenho tentado. É verdade que me tenho sentido mais distraída e com menos paciência mas gostava que isso não se reflectisse nos resultados, porque começa, de facto, a afectar a minha confiança e grande estima nas grandes notas.
No fim de semana passado ele perguntou-me "tu estás bem?" Dei por mim estupefacta a olhá-lo como que à espera de uma explicação. Segundo ele: "dizes coisas sem sentido, estás mais burrinha amor...sentes-te bem? Estou a falar a sério Patrícia". Ao início pensei que ele estivesse numa daquelas brincadeiras idiotas sem fim e não liguei, mas ao sentir aqueles olhos inquisidores cravados em mim, vi-me obrigada a olha-lo novamente e aí percebi que ele estava a falar a sério. Mesmo a sério. E sinceramente não me apercebi de nada mas a verdade é que me tenho sentido mais lenta.

Apesar de ontem ter estado praticamente a morrer, hoje sinto-me melhor e à excepção do nariz sempre a pingar, estou mais bem humorada e nada enjoada.
Recebi de manhã um e-mail da Isabel a desejar as melhoras e perguntar se precisava de alguma coisa e qual não foi a minha surpresa quando minutos depois ela me envia alguma da pesquisa dela para marketing. Foi como uma luz ao fundo do túnel porque se há disciplina que eu não gosto particularmente, além de História claro está, é Marketing.
Posso dizer que neste momento tenho um autêntico portfólio acerca de marketing mix e tretas publicitárias do género. Apesar de tudo sinto-me mais confiante, ainda que um tanto ou quanto duvidosa acerca da minha própria segurança.

E sinceramente já não sei o que estou a dizer porque já sinto os virus a falar por mim. A caminha espera-me...


*Hoje almocei com ele. Um daqueles almoços só nossos...*




sábado, 31 de janeiro de 2009

Sinto a cabeça a rebentar. Já não é propriamente cedo, também é verdade, e acabei de chegar a casa. Devo dizer que a mulherzinha no carro da frente, a conduzir a uma velocidade de 30km por hora estava a mexer com o meu sistema nervoso de uma maneira, normal, mas ainda assim assustadoramente intensa.
Já disse que detesto pessoas que não sabem conduzir? DETESTO PESSOAS (encartadas) QUE NÃO SABEM CONDUZIR...É que parece que a chuva afecta a forma como as pessoas vem o carro. E é absolutamente estúpido, principalmente para mim que vejo na condução uma coisa absolutamente fantástica, prática e simples. E adoro conduzir, principalmente à noite. Mas estes asnos da estrada fazem que perca todo o entusiasmo. Então ao domingo é uma coisa que até assusta.



Hoje foi aquele dia em que pensei que iramos sair, dar uma volta, estar com um pessoal e tirar umas fotografias. Claro que tenho imenso trabalho, e por trabalho entenda-se estudo, mas precisava de passear, andar em filas de trânsito, procurar um estacionamento durante 15 minutos, ver uns grandes carros e tirar umas fotos, dar uso à máquina que esta parada à mais ou menos três semanas porque nem sequer tenho tempo de olhar para ela. Ainda a pus na mala do carro mas só saiu de lá quando voltei para casa.
Sabes que sempre gostei destes dias inteiros passados na cama, enrolados naquelas conversas profundas sobre o presente, o passado e um possível futuro. Discussões, não acesas, sobre os nossos feitios, o meu vício consumista, o porquê de não gostares de porsches, como educar as crianças, enfim, um autêntico leque de assuntos que possivelmente não interessariam a mais ninguém excepto a nós mesmos. Sabes que adoro quando tiramos uma tarde para pormos conversas e pensamentos em dia, mas esta tarde em particular fez atrasar todo o meu trabalho.
Mas sinto-me tão cansada que só me apetece fazer como hoje, deitar-me e dormir quase até às cinco da tarde porque sinto que não consigo descansar. O stress das notas está completamente a dar cabo de mim e não consigo entender porquê. E o próximo teste de marketing preocupa-me porque não quero ter que ver um 13 na pauta. Para mim é uma frustração tão grande que até ultrapassei as minhas divergências com ela, e agora até trocamos apontamentos e resumos de aula. A verdade é que ela não é o bicho de sete cabeças que eu dizia, apesar de ainda continuar a ter presente aquelas atitudes meias desmioladas que ela teve.
Quando finalmente as onze da noite decides ir tomar um café já estou mais que estourada e sem paciência para manobras em poças de água, mas lá fomos os três.
É verdade que nunca vi na tua irmã uma pessoa extremamente sociável e faladora e surpreende-me muito que seja mas até gosto de quando vamos tomar um cafezinho.

Em resposta àquela famigerada pergunta: "Não comprava nenhum neste momento porque gosto demais do meu. Apesar de ser um Volkswagen Polo com 12 anos, enorme, absolutamente impecável e bem tratado. Para mim é mais que o suficiente. Também pelo valor sentimental obviamente. Não sou assim tão desprendida das coisas.
No futuro, um bmw serie 1, 120d, cupé, preto, caixa manual. Em alternativa mais que provavelmente um audi A3, 2.0, também preto e de caixa manual. Não sejas idiota, nunca daria 200 mil euros por um carrera 4S. Apesar de adorar porsches...E apesar de o SLK ou o SLR, ou o SL ou mesmo o S, sempre terem sido os carros que eu mais gostei até hoje continua a ser dinheiro a mais, mesmo por um mercedes."

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Acordei estranhamente cedo hoje. A sonhar com ele, ela e carros.
E acordei com uma imensa dor no pescoço, razão pela qual pretendo trocar esta almofada raquitica.
Ainda tentei aconchegar-me nos lençois, e cobertores, e edredon, mas o instinto de agarrar o telemóvel é sempre mais forte. Duas mensagens. Estranho, nem senti. Eu que acordo com o vento...
“Ritinha, notas de marketing”, dizia no cabeçalho. A ansiedade carregou no botão e a desilusão assaltou-me quando vi as notas. Não as dos outros mas a minha. E continuo sem encontrar explicação para estas notas estranhamente baixas. Por mais que tente não consigo perceber onde é que reside o problema.
E problema não há nenhum porque o professor deu-nos a hipótese de um outro teste, a fim de melhorar a nota do primeiro mas não entendo como é que eu, que sempre estive no topo da lista, agora me encontro entre os medianos...
E custa-me de uma maneira estúpida. E não entendo, não consigo entender. Vejo-os todos a subir, quase todos superiores a mim e pergunto-me onde foi a menina das grandes notas do ano passado.
Hoje estou absolutamente sem paciência, completamente frustrada e sem a mímina vontade de falar com alguém.

Não compreendo. Simplesmente não consigo compreender.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Há já algum tempo que aqui não vinha e a verdade é que não tenho tido nem o tempo nem a paciência necessária para escrever seja o que for. Dias e dias a estudar História dos Media não é propriamente o meu passatempo favorito. Tudo para no fim me esquecer de escrever um detalhe muito importante.

Achei piada noutro dia quando ela apareceu na faculdade, coisa rara, e fomos ver as notas de escrita criativa. Fomos todos, alguns inadvertidamente, eu também de início, e ficamos como que estáticos frente ao vidro da "vitrine". Não esperava que ela comentasse mas estava numa séria expectativa de uma daquelas frases míticas que me deixam com vontade de dizer um monte de disparates. Verdades, mas ainda assim disparates.
Ainda não tive oportunidade de me expressar pessoalmente relativamente a isto, mas mal posso esperar por esse momento. Sei que provavelmente nem sequer vou ter oportunidade de falar. Vai ser mais uma daquelas conversas feitas unilateralmente em que eu não vou ter a chance de dizer coisa alguma. A realidade é que já o disse, muitas vezes, e fico ligeiramente satisfeita quando vejo que as pessoas à minha volta partilham da minha opinião. E continuo sem saber o que passou, sem fazer a mais pequena ideia de que critério é que foi usado e porque é que ela teve uma nota superior à minha...


Sinto que estou a esgotar este assunto, que estou sempre a bater no mesmo ceguinho e que não adianta porque ele não vai ver anyway...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Antes de mais quero dizer uma coisa para que fiquem bem claras as minhas intenções: este aqui é o meu espaço, é o sítio onde eu escrevo o que bem me apetece sem ter que dar justificações a ninguém.
No entanto, sei que não sou a única a frequentá-lo e que devo respeito aos meus visitantes.
Ontem provavelmente alonguei-me demais nos meus comentários, relativamente à nota. Talvez tenha dito coisas que apesar de serem a mais pura das verdades não me caibam a mim dizer.
E não quero de forma alguma ser comparada ao Tino, quando ele diz que se sente injustiçado pela nota que teve. Pessoalmente podemos ter esta conversa, e espero sinceramente que o façamos porque penso que ultrapassamos um pouco a relação normal, a que seria de esperar que tivessemos e de alguma forma, talvez errada, sinto que tenho mais confiança para dizer este tipo de coisas do que se de outro professor se tratasse.
Mas a verdade é que estou desiludida. Primeiro foi aquele comentário, sobre o qual já falamos, e agora foi a desilusão da nota. Eu sei que ainda são os primeiros meses mas não acho que as outras tenham feito trabalhos melhores que os meus para terem mais um valor, nem acho que ela, com um trabalho, tenha chegado sequer aos calcanhares dos meus.

Hoje de tarde vou passar lá para ver o panorama geral...


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Olho para trás e vejo que já ultrapassamos tantos obstáculos que nada mais nos impedirá de estarmos juntos. Às vezes ponho-me a pensar no que será o futuro contigo, se existirá de facto um futuro para nós os dois, e mais uns piolhinhos...
Aquelas conversas profundas, que normalmente temos na cama num dia de chuva, são tudo para mim. Saber o que vai dentro de ti, que partilhas das minhas ideias, ou então não mas que possamos falar das coisas boas e dos problemas com o mesmo àvontade com que dançamos no meio da rua...é simplesmente das coisas que mais aprecio em nós. E sei que não és daquelas pessoas melosas que gostam de recalcar os assuntos mas ontem estavas particularmente falador.
Fiquei extremamente satisfeita por saber que lhe disseste aquilo que eu sempre tive vontade mas nunca disse por respeito à vossa amizade. E o facto de não teres sido um banana fez me ter orgulho em ti, e finalmente, depois de muitas conversas e discussões acerca deste assunto, posso dizer que nada foi em vão e que valeu a pena ensinar-te algumas coisas. Acima de tudo satisfaz-me que te consigas libertar disso, que esse tema nao seja constantemente um tormento para mim.
Ontem a tarde foi diferente, foi especial apesar de as companhias serem mais que aquelas que eu desejava mas enfim...E sinto que estou ligeiramente diferente e que isso proporcionou boas mudanças no seio da nossa relação.




És a coisa mais boa e mais linda que tenho na vida. Mas não sejas banana. Prefiro quando me dizes «pára o carro, párra o carro» e sais a correr atrás dos putos só porque eles me mandaram uma boca qualquer.




Domingo: à saída de casa - porsche 911 turbo, na autoestrada - porsche boxster, entrada do restaurante - porsche 911 carrera 4S e porsche cayenne, e a caminho de casa - porsche cayenne turbo.
Mas qual crise??

Actualização:

Nem sequer estava a espera daquela mensagem.Estava calmamente a estudar para história quando do nada, ela me manda uma sms a dizer a minha nota. Perguntei algumas mais, curiosidade e termo de comparação. Não vou ser falsa ao ponto de dizer que não foi para me comparar e saber em que pé estavamos.
A verdade é que não fiquei satisfeita. Não fiquei mesmo porque acho que me dou a trabalho demais para ter apenas um 16 no final do semestre. Mas se isso pelo menos fosse uma nota distinta dos outros, uma nota que evidenciasse o tipo de trabalho que eu faço, mas não é.
E não falo dos outros mas sei que eu e a outra macaca trabalhamos à brava para aquela disciplina e no final temos um mísero 16. Ainda não falei com ela, nem sequer sei o que ela pensa mas acredito que não esteja muito satisfeita.
A ideia que tenho é que é uma nota satisfatória, mas em comparação a outras pessoas é uma completa injustiça. Porque é que ela, que nunca aparece e tem apenas um trabalho feito, só e apenas UM trabalho (sim, porque sou eu que gravo os dvd’s), tem apenas menos um valor que eu??
Não estou aqui para contestar formas de avaliar e competências de ensino, nem sequer descernimento. Mas injusto?? À brava...

Tantos elogios e boas críticas e afinal não somos assim tão bons...



terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Quando me atendes o telemovel e ouço muito barulho percebo logo que estás com ele. Mas para não fazer juízos de valor errados acabo por perguntar. Sinceramente quando ouço a resposta não consigo disfarcar o descontentamento, assim como não consegui evitar aquela sms ontem.

Porque me revolta que essa relacao, se e que lhe posso chamar assim, que normalmente só funciona para um lado (o dele) subitamente seja igual para os dois. E cada vez me acredito mais na minha mae quando ela diz k ele e igualzinho a dele.

O que realmente me perturba e que te apercebas disso e não queiras saber. Se sejas tão tolerante com as asneiras dele e tenhas tão pouca tolerância para os meus devaneios.

Bem lá no fundo só quero que estejas bem e te sintas feliz, porque é tudo o que importa. Mas quando ele vira costas, eventualmente, como faz sempre, sou eu que aturo a tua frustracao...e isso chateia.me porque gostava que desses mais valor a ti mesmo. Tinha esperança que depois de algumas lapadas finalmente aprendesses mas com o passar do tempo chego a conclusao que já não vale a pena insistir porque...não e por não saberes, e por não quereres saber!



De qualquer maneira sabes que te amo. Apesar de te achar um banana!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quando ele perguntou preferi não dizer, porque apesar de tudo não queria ter que me chatear com ele, e dizer-lhe algumas verdades que (sinceramente?) ele precisava de ouvir. E fiquei-me pelo meu silêncio, sábio e descontraido, e fiz por não pensar mais nisso.
Há medida que o tempo passava, as pessoas começaram a ser demais. Muitas caras, muitas formas, pessoas a rir, a conversar, a fazer gestos e coisas que estavam a mexer comigo de uma maneira que nem eu sabia explicar.
Dei por mim a tremer da cabeça aos pés, a suar a folha que tinha na mão, já amachucada, riscada, enfim...num estado quase perfeito para definir o meu!
O tempo começava a escassear e por fim foi a minha vez. De um lado o imenso nervoso de ter que enfrentar não a câmara, mas a multidão de olhos cravados em mim. Do outro estava ele, à minha espera com um abraço imenso e intenso no qual eu ficava até agora não fosse pelo facto de ter de jantar em casa.
E cheguei a casa ainda a tremer, de cansaço, de nervoso, de exaustão e chatice.



Pelo caminho vi um, e fiquei mesmo contente. Porsche carrera 4, preto, lindo!

Foi um dia para esquecer hoje. E é por estas coisas que sempre detestei trabalhos de grupo. E podia ter um bom grupo se não fosse por me ter armado em boa samaritana e ter preferido ficar com ele, a ficar com ela, porque apesar de tudo, ela já tinha grupo. Ainda bem que arrependimento não mata...

domingo, 11 de janeiro de 2009

Confesso que depois daquele post de uma inspiração imensa me encontro com alguma dificuldade de falar de algum assunto importante.
Este fim-de-semana, e note-se que estamos já no final de domingo, tem sido de loucos, absolutamente de loucos. Trabalhos para terminar, apresentações para corrigir, temas de directos para procurar, textos para produzir, reuniões para ter amanhã de manhã para decisão de elementos para trabalhos, enfim...Uma roda viva de situações que parece não ter fim. E no fundo acabei por não ter tempo para ele, para uma daquelas nossas conversas profundas sobre o futuro e "como não discutir em frente às crianças". Coisas não tão banais como parecem e de um profundo interesse para mim, que sou uma pessoa com visão do futuro, e para ele, que de quando em vez se preocupa com o que a vida lhe reserva.
Mas estava eu a dizer que este fim-de-semana não tive tempo para lhe dar a atenção e os miminhos de que ele carece. Sim, porque ele parece um homem mas no fundo é uma criança grande, carente de atenção e palavras bonitas. E beijinhos. Muitos beijinhos, porque ele é o mais mimalho que eu já conheci.
Depois disso olho para mim e não sei como compensá-lo pela falta de atenção e de lhe agradecer a ajuda e paciência que ele tem tido. Não que ele seja perfeito, às vezes também me apetece bater-lhe com força, mas no geral é um fofinho e um bom amigo.



*Hoje faz um ano que passei no meu exame de condução. Um ano. Parece pouco mas para mim significa imenso!


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ponto alto do dia de hoje? Aquela discussão absolutamente cómica. Assistir àquela cena em directo, vê-la em primeira mão e de vários ângulos (puro atrevimento), fez o meu dia melhorar consideravelmente. Não que goste de ver o professor irritado, mas ter alguém que coloque o Vitorino no verdadeiro lugar dele é como um sonho tornado realidade.
Não faço questão de esconder que desgosto do indivíduo. Nunca foi aquela pessoa que me inspirasse qualquer tipo de sentimento positivo (e nem sei exactamente porque é que estou a usar um post para falar dele, mas agora que desenvolvi o pensamento, vou continuar a explorá-lo até para fundamentar o porquê de não apreciar aquela personagem em todo o seu esplendor).
Ponto número um: não gosto de pessoas exibicionistas e ele é-o que chegue. (Aprecio particularmente aqueles momentos em que ele lança uma das suas piadas sem graça e se vira para ver a multidão a acenar em sinal de reconhecimento).
Ponto número dois: desaprecio totalmente a falta de elegânica e subtileza com que se dirige a pessoas de cargos superiores, tratando-as como se amigos de longa data fossem. (Ex: «Quê?» Aquela famosa "palavra" que cospe cada vez que não entende a frase dita por outrém).
Ponto número três: Celebridade? Onde???? Onde é que está? - Isso da mania que é vedeta só porque aparece na televisão para representar o zé povinho (e que me desculpem os zé povinhos) já não está com nada.
Ponto número quatro: As intromissões absolutamente despropositadas e acerca de coisa nenhuma, numa aula minimante interessante em que todos temos que ouvir os seus exemplos incoerentes e desconcertantes.
Ponto número cinco: E termino neste ponto, senão passaria aqui bons momentos a relatar episódios sem igual, para me referir àquelas alturas fulcrais em que "a personagem" nos chama descaradamente de "analfabrutos" (não literalmente, porque não tem vocabulário para isso, mas quase) em plena aula de sociologia, da qual só não foi expulso porque a professora não era eu!
Ainda neste ponto, gosto também da forma salutar com que me relaciono com o indivíduo. Uma relação cordial, de puro regozijo (meu, obviamente) e amizade sincera (hahaha - gargalhada diabólica) que existe entre nós.



Caro professor, dedico este post de uma imensa inspiração à sua pessoa, pela aula de hoje, que de facto não esquecerei tão cedo (o Dr.Phill diz que a memória das mulheres é imensa, portanto, na minha ficará para sempre este momento de confronto ideológico e psicológico, travado entre dois indivíduos de inteligência (e falta dela) absolutamente incomparável)



Aproveito ainda para dizer que o ponto baixo foi o massacre do Ferrari 599 GTB que o Cristiano desfez em plena curva. Uns meros 350 mil euros...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vou voltar a escrever hoje. Nao sei se com muita ou pouca inspiração mas com um bocadinhinho pequenino de vontade.
Ultimamente tem sido um acumular de situações que me têm deixado chateada. É sentir que estou num lugar onde ninguém me conhece, é identificar-me com pouquissima gente, é ter que viver momentos que preferia deixar de lado, é todos os dias sonhar com ela a propósito de coisa nenhuma, é ele dizer-me que eu não trabalho e pôr-me absolutamente fodida, é sentir que toda a gente espera demais de mim e eu saber que aprendi a não esperar nada de ninguém, é entrar e sentar-me sozinha pois ninguém se senta comigo, é sentir que ninguém me aprecia e saber que a culpa foi minha, é no meio delas as duas se sentir sempre segunda opção, é ter que me fazer passar por estupida para não me chatear com isso.
É sentir a falta dele, porque é parte de mim e porque com ele não é preciso falar, não é preciso dar indicações nem fazer sinais. Com ele um simples olhar basta!
Não me faltam bens materiais mas vendo bem os sentimentais não são tão significantes como isso. E se há alturas em que não e disponho a pensar nisso há outras em que esses pensamentos não me saem da cabeça...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O Natal para mim nunca foi uma época muito feliz. Nem mesmo quando era miúda e ainda acreditava no velhote das barbas brancas. Nunca tive família para isso...Nunca tive uma daquelas famílias que se juntam, nem que seja no Natal e no Ano Novo e por umas horas fazem uma festa feliz e diferente. Uma forma original de marcar o ano.
Aqui sempre fomos sempre nós os três. E nunca foi um dia diferente.
Em casa dele, o Natal é especial e cheio de prendas. Não para ele, que abomina desperdícios e dinheiro gasto em vão. Mas para os restantes. Ele tem uma daquelas famílias que se juntam e são felizes...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


O grande porsche 911 turbo estacionado a porta do restaurante ontem xD

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Já me tinham dito que eras uma criança fofinha, e por algumas atitudes de bebé, naqueles momentros fofinhos e só nossos, ja me tinha apercebido de que és na realidade uma criança grande. Mas nunca imaginei um dia vir a ver aquelas cassetes com recordações de quando tinhas pouco mais do que dois anos. E eras o bebé mais lindo e mais fofinho. E com a forma de falar mais cómica que já vi.




143 LGWU Wabaqui, vjinhus e miminhos

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Metade do texto para o próximo trabalho. O texto que a inspiração me trouxe:

«Tudo começou com uma bebida depois do trabalho. Um relaxamento depois de um dia extenuante.
À medida que o tempo passava, eu já não sabia viver sem o famoso digestivo do emprego. Casos complicados, trabalho até às tantas da manhã e um cansaço do tamanho do mundo.
Desde o amanhecer que buscava o resto do dia. Ansiava pela hora do toque de saída para poder voltar para a minha garrafa. E sem querer, sem me aperceber, tornei-me num viciado. Num caso sem remédio, um alcoólico sem solução.
Os copos vinham, uns atrás dos outros, e eu desejava-os. Queria que me levassem para longe daquele lugar. Que fossem eles que me fizessem esquecer os demais problemas que tinha para resolver. Alguém o faria por mim.
Família? Já não me lembrava que a tinha. O conduzir do emprego até à cama era o finalizar de um dia sem fim.»



Depois de lhe ler o texto, diz ela: »Oh madrinha, tu és alcoolica?»

Maior risota...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Nunca pensei que me fosses dar aquela resposta. Quando perguntei como lhes chamariamos não pensei sequer nessa possibilidade. Estou-me a libertar disso e a deixar a vida fluir normalmente. Sem pressas e contratempos. E sinto-me uma pessoa melhor, sinto mesmo...

Mas quando dizes que lhe darias o nome dela, ou o nome dele...amei-te mais do que aquilo que pensava ser possível.
Isso significa o mundo para mim...E sei que nao o disseste por brincadeira.




Amo-te até a lua. Ida e volta 5 vezes.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Não há Natal. Não sem que haja uma árvore colorida com bolinhas e fitas que espalham o espitiro natalício um pouco por toda a casa.
Hoje fiz a árvore de Natal. Acho que contra a vontade dela. Mas eu ainda sou uma criança. Quem sabe não encontro o Pai Natal este ano.

Talvez ele me dê uma Canon EOS 50D =)









*The little things give you away...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Vai ser a minha aquisição de Natal. Mas as dúvidas são tantas que ainda não consegui decidir exactamente o que quero. Claro que por mim comprava a melhor delas todas, a mais pesada, e que por acaso é também a mais cara. E não tenho problemas com dinheiro, nunca tive. Sempre tive as melhores coisas, os aparelhos mais sofisticados, os equipamentos mais recentes e as tecnologias de ponta. Ainda hoje é assim. Mas tenho medo de a adquirir e não lhe dar o devido uso.
Em criança sempre tive os brinquedos mais bonitos, as bonecas mais dispendiosas, os maiores peluches e o balão mais imponente. Olhando para o presente, não tenho o melhor portátil do mercado porque custava para cima de dois mil euros, mas tenho o a seguir a esse. Tenho um telemóvel carissimo, que é mais um computador em miniatura do que propriamente um telemóvel. Não tenho um mp3, tenho um iPod, o melhor deles todos...Aos 18 anos já tinha carta. Mal a tive, comecei a andar com o carro do meu pai. Hoje meu.
Emocionalmente? Sempre fui uma pessoa rodeada de amigos. Hoje não tanto, mas tenho orgulho naqueles que mantenho.
Família? Pai e Mãe. Amigos. Maior orgulho. As pessoas mais presentes na minha vida, em todas as alturas. Nas festas do infantário, nas viagens da escola, na partilha dos segredos. Bem nos segredos, mais ela que ele é bem verdade. Mas há coisas que não se podem dizer aos homens.
Namorado? Amor puro. Meu Universo. Nunca foi perfeito. Mas muitas vezes tenta. Pessoa presente, amigo, carinhoso, companheiro de tudo...e quando digo tudo é mesmo TUDO.
Faculdade? Puro azar não ter entrado na pública mas ainda bem que assim foi. Melhores disciplinas. Notas altas. Sempre! Maior filme quando assim não é. Orgulho do papá. Puro e simples.
Eu? Pessoa emocionalmente instável, fisicamente frágil, demasiado exigente, por vezes intrangisente. Boa em conversas profundas. Melhor ouvinte. Amor pela escrita e pela fotografia. Quem gosto, amo. Quem não gosto, desprezo. Teimosia a 70%. Cedo com relativa facilidade. Pedir desculpa nunca foi problema. Adoro poder ajudar! Gosto de aprender. Adoro partilhar opiniões, ainda mais críticas.



Ainda relativamente ao assunto de cima, quero por tudo aquela máquina fotográfica. E vou tê-la. Mas não queria pedir demais...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

É verdade que já passaram alguns dias desde que escrevi aqui pela última vez. Mas a culpa é dos imensos trabalhos que temos para produzir, um atrás do outro, sem parar. De repente olho à minha volta e o dia já passou, a noite já vai longa e amanha é outro dia, mais longo que o de hoje.
Quando dou por mim não tenho mais tempo para escrever. Nem para mim nem para os outros.
Este ano tenho cada vez mais certeza daquilo que escolhi ao vir para esta faculdade. Nem por um minuto me arrependi de o ter feito e cada vez me orgulho mais da minha escolha. Sem dúvida que foi a mais acertada. Dá trabalho? Imenso. Mas é gratificante ver as nossas ideias no papel, no computador, na televisão. E cada vez mais gosto destas produções e das surpresas que acabam por ser estes trabalhos...


* Foi um texto um pouco esquisito mas é de facto aquilo em que consigo pensar agora, enquanto espero pelo idiota do André, que para variar. está atrasado...