quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ponto alto do dia de hoje? Aquela discussão absolutamente cómica. Assistir àquela cena em directo, vê-la em primeira mão e de vários ângulos (puro atrevimento), fez o meu dia melhorar consideravelmente. Não que goste de ver o professor irritado, mas ter alguém que coloque o Vitorino no verdadeiro lugar dele é como um sonho tornado realidade.
Não faço questão de esconder que desgosto do indivíduo. Nunca foi aquela pessoa que me inspirasse qualquer tipo de sentimento positivo (e nem sei exactamente porque é que estou a usar um post para falar dele, mas agora que desenvolvi o pensamento, vou continuar a explorá-lo até para fundamentar o porquê de não apreciar aquela personagem em todo o seu esplendor).
Ponto número um: não gosto de pessoas exibicionistas e ele é-o que chegue. (Aprecio particularmente aqueles momentos em que ele lança uma das suas piadas sem graça e se vira para ver a multidão a acenar em sinal de reconhecimento).
Ponto número dois: desaprecio totalmente a falta de elegânica e subtileza com que se dirige a pessoas de cargos superiores, tratando-as como se amigos de longa data fossem. (Ex: «Quê?» Aquela famosa "palavra" que cospe cada vez que não entende a frase dita por outrém).
Ponto número três: Celebridade? Onde???? Onde é que está? - Isso da mania que é vedeta só porque aparece na televisão para representar o zé povinho (e que me desculpem os zé povinhos) já não está com nada.
Ponto número quatro: As intromissões absolutamente despropositadas e acerca de coisa nenhuma, numa aula minimante interessante em que todos temos que ouvir os seus exemplos incoerentes e desconcertantes.
Ponto número cinco: E termino neste ponto, senão passaria aqui bons momentos a relatar episódios sem igual, para me referir àquelas alturas fulcrais em que "a personagem" nos chama descaradamente de "analfabrutos" (não literalmente, porque não tem vocabulário para isso, mas quase) em plena aula de sociologia, da qual só não foi expulso porque a professora não era eu!
Ainda neste ponto, gosto também da forma salutar com que me relaciono com o indivíduo. Uma relação cordial, de puro regozijo (meu, obviamente) e amizade sincera (hahaha - gargalhada diabólica) que existe entre nós.



Caro professor, dedico este post de uma imensa inspiração à sua pessoa, pela aula de hoje, que de facto não esquecerei tão cedo (o Dr.Phill diz que a memória das mulheres é imensa, portanto, na minha ficará para sempre este momento de confronto ideológico e psicológico, travado entre dois indivíduos de inteligência (e falta dela) absolutamente incomparável)



Aproveito ainda para dizer que o ponto baixo foi o massacre do Ferrari 599 GTB que o Cristiano desfez em plena curva. Uns meros 350 mil euros...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vou voltar a escrever hoje. Nao sei se com muita ou pouca inspiração mas com um bocadinhinho pequenino de vontade.
Ultimamente tem sido um acumular de situações que me têm deixado chateada. É sentir que estou num lugar onde ninguém me conhece, é identificar-me com pouquissima gente, é ter que viver momentos que preferia deixar de lado, é todos os dias sonhar com ela a propósito de coisa nenhuma, é ele dizer-me que eu não trabalho e pôr-me absolutamente fodida, é sentir que toda a gente espera demais de mim e eu saber que aprendi a não esperar nada de ninguém, é entrar e sentar-me sozinha pois ninguém se senta comigo, é sentir que ninguém me aprecia e saber que a culpa foi minha, é no meio delas as duas se sentir sempre segunda opção, é ter que me fazer passar por estupida para não me chatear com isso.
É sentir a falta dele, porque é parte de mim e porque com ele não é preciso falar, não é preciso dar indicações nem fazer sinais. Com ele um simples olhar basta!
Não me faltam bens materiais mas vendo bem os sentimentais não são tão significantes como isso. E se há alturas em que não e disponho a pensar nisso há outras em que esses pensamentos não me saem da cabeça...