Pensei que fosse mais uma daquelas manhãs em que o sono te tinha vencido e apoderado de ti, e que fosses acordar bem tarde, naturalmente com mais uma das minhas chamadas e detestei constatar aquela realidade que eu temia ter que enfrentar. Não pensei mesmo que fosse um problema, que houvesse algo para decidir, pensei que a decisão fosse obvia…
Já passei aquela fase de te culpar por algo com que nada tens a ver, mas continua a doer ver que, mesmo que as circunstâncias tenham mudado, as situações continuam a repetir-se…
Disseste «liga-me daqui a uma hora…». Já passaram cerca de seis horas e telefone continua a dar sinal de desligado, de sem rede, de…sei lá…a única coisa que sei é que por muita vontade que tenha e por mais que me esforce as coisas nunca correm como eu planeei, como eu imaginei. Só não sei porque ontem, naquele último telefonema perto da meia noite, não me tiraste logo toda e qualquer esperança que pudesse restar daquele que seria um dia memorável hoje. Sabes que sim…
Passei alguns tempos dentro daquela banheira hoje de tarde, a tentar que a frustração se evaporasse junto com o ar quente que saia do aquecedor, mas assim que me voltei a enfiar na cama, ela voltou com todas as suas forças e arrancou-me as minhas. Depois acabei por pegar no telemóvel e ler algumas mensagens mais antigas e que eu guardo com muito carinho. Dizia assim: «Já sinto tanto a tua falta só por saber que amanha não vou ter contigo…espero que isto tudo passe rápido. Já estou farto desta distância que toda a gente insiste em por entre nós. Contigo eu sou feliz!». Não encontrei nada que retratasse melhor tudo o que eu te queria dizer naquele momento. E ainda agora. Essas tuas palavras foram perfeitas sabes? Eu contigo sou mesmo feliz. Completamente feliz.
Ontem tentei que me prometesses que hoje não íamos discutir e não o fizeste. No entanto, hoje ainda não discutimos. Mas eu trocava a tua «falta de comparência», como tu gostas de lhe chamar, por uma daquelas nossas discussões derivadas de um nome inocente escrito numa folha de papel. Ou por outra coisa qualquer. Não fazes ideia do quão importante é ter-te e sentir-te aqui. Mesmo quando vais a dormir em cima dos meus «papinhos» na camioneta…
Estes dias vão ser difíceis de passar, sabes que sim. Espero que a quarta-feira chegue bem mais rápido do que seria de esperar e que esta angústia não se apodere de mim, como fez hoje de tarde.
A minha mãe é que leva comigo sabes? Mas é cada vez mais difícil controlar este desespero que se apodera de mim. Hoje acho que chorei durante uma hora depois de ter pousado o telemóvel. Sem nenhuma razão aparente. É tanta coisa que me assalta o espírito que começo a chorar por não te ir ver durante uns dias e acabo agarrada a uma almofada a pensar que hoje ia lá ao cemitério, sentar-me um pouco junto dela e não fui…
Nos últimos tempos tenho tentado controlar toda a angústia que há dentro de mim naqueles momentos em que penso naquela menina que tantas vezes me fez sorrir…e na mais pequena coisa, no mais pequeno deslize eu solto todo o meu desespero, invariavelmente em ti…sabes que não é por mal, que não o faço propositadamente e que são muitas as vezes em que o mereces mas de qualquer maneira obrigada por todos os abraços como o daquela quinta-feira…Adorei aquela tarde passada no sofá da firma a ler as frustrações de pessoas que resolvem os seus problemas através dos conselhos que encontram na capa de uma revista. E talvez até os resolvam melhor que eu…quem sabe…? Mas encontramos situações caricatas.
Obrigada por aqueles momentos bé…sabes que esses abraços têm mesmo um efeito curativo!
Já passei aquela fase de te culpar por algo com que nada tens a ver, mas continua a doer ver que, mesmo que as circunstâncias tenham mudado, as situações continuam a repetir-se…
Disseste «liga-me daqui a uma hora…». Já passaram cerca de seis horas e telefone continua a dar sinal de desligado, de sem rede, de…sei lá…a única coisa que sei é que por muita vontade que tenha e por mais que me esforce as coisas nunca correm como eu planeei, como eu imaginei. Só não sei porque ontem, naquele último telefonema perto da meia noite, não me tiraste logo toda e qualquer esperança que pudesse restar daquele que seria um dia memorável hoje. Sabes que sim…
Passei alguns tempos dentro daquela banheira hoje de tarde, a tentar que a frustração se evaporasse junto com o ar quente que saia do aquecedor, mas assim que me voltei a enfiar na cama, ela voltou com todas as suas forças e arrancou-me as minhas. Depois acabei por pegar no telemóvel e ler algumas mensagens mais antigas e que eu guardo com muito carinho. Dizia assim: «Já sinto tanto a tua falta só por saber que amanha não vou ter contigo…espero que isto tudo passe rápido. Já estou farto desta distância que toda a gente insiste em por entre nós. Contigo eu sou feliz!». Não encontrei nada que retratasse melhor tudo o que eu te queria dizer naquele momento. E ainda agora. Essas tuas palavras foram perfeitas sabes? Eu contigo sou mesmo feliz. Completamente feliz.
Ontem tentei que me prometesses que hoje não íamos discutir e não o fizeste. No entanto, hoje ainda não discutimos. Mas eu trocava a tua «falta de comparência», como tu gostas de lhe chamar, por uma daquelas nossas discussões derivadas de um nome inocente escrito numa folha de papel. Ou por outra coisa qualquer. Não fazes ideia do quão importante é ter-te e sentir-te aqui. Mesmo quando vais a dormir em cima dos meus «papinhos» na camioneta…
Estes dias vão ser difíceis de passar, sabes que sim. Espero que a quarta-feira chegue bem mais rápido do que seria de esperar e que esta angústia não se apodere de mim, como fez hoje de tarde.
A minha mãe é que leva comigo sabes? Mas é cada vez mais difícil controlar este desespero que se apodera de mim. Hoje acho que chorei durante uma hora depois de ter pousado o telemóvel. Sem nenhuma razão aparente. É tanta coisa que me assalta o espírito que começo a chorar por não te ir ver durante uns dias e acabo agarrada a uma almofada a pensar que hoje ia lá ao cemitério, sentar-me um pouco junto dela e não fui…
Nos últimos tempos tenho tentado controlar toda a angústia que há dentro de mim naqueles momentos em que penso naquela menina que tantas vezes me fez sorrir…e na mais pequena coisa, no mais pequeno deslize eu solto todo o meu desespero, invariavelmente em ti…sabes que não é por mal, que não o faço propositadamente e que são muitas as vezes em que o mereces mas de qualquer maneira obrigada por todos os abraços como o daquela quinta-feira…Adorei aquela tarde passada no sofá da firma a ler as frustrações de pessoas que resolvem os seus problemas através dos conselhos que encontram na capa de uma revista. E talvez até os resolvam melhor que eu…quem sabe…? Mas encontramos situações caricatas.
Obrigada por aqueles momentos bé…sabes que esses abraços têm mesmo um efeito curativo!
Amo-te mesmo sabes? és a minha coisinha boa...
