sábado, 7 de fevereiro de 2009

Hoje foi a tarde dos passeios por todos os sítios e por sítio nenhum. O dia das fotos a tudo e a nada...


Uma das fotos a ele, que é o que eu mais gosto de ver pela objectiva...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Falta menos de uma hora para começar o último dos exames e aquele que, mesmo que parecendo fácil, se revelou o mais difícil de todos.
Apesar das quinhentas mil folhas e de todas as vezes que lhes pus os olhos sinto a insegurança apoderar-se de mim e sei que não pode ser. Não posso deixar. Mas ao mesmo tempo custa-me ter confiança no desconhecido...

Quando vi aquele 18 na pauta nem queria acreditar. 18? A História? Acho que não podia estar mais feliz...Finalmente uma daquelas notas em que tenho orgulho!
Também te adoro minha macaca! Até me puses-te a chorar com esse comentário...(o que, entenda-se, com esta constipação tb não é tarefa difícil...xD)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Já não nos falávamos desde o ano passado. Tivemos uma amizade engraçada nós as duas. Uma coisa meia doentia e obecessiva mas ainda assim condescendente e coerente, tanto para mim como para ela.
De quando em vez tenho saudades deles e delas, por exemplo agora, por tudo o que fomos e já não somos. A minha menina dos caracóis loiros é quem me faz mais falta, mas não posso dar parte fraca e dizer que a quero de volta porque o tempo simplesmente não volta. O menino desajeitado sempre foi como o irmão e conselheiro que eu nunca tive e apesar de nunca ter aquele carinho expressivo sempre foi carinhoso à maneira desajeitada dele.
A outra, não a dos caracóis, a outra, a menina dos cabelos ondulados, quase como eu, era como uma rival para mim. Gostava dela à minha maneira, um pouco egoísta e mimada. No fundo sempre a encarei como a minha substituta na relaçao entre mim e a ursinha. Claro que eventualmente ultrapassei isso, ou pelo menos fiz por que assim se entendesse e relacionavamo-nos bem. Sinceramente não é aquela pessoa que me faz uma falta descomunal mas gostava que ainda nos relacionassemos.
E por último (Last but not least) a menina do início da história. Aquela amizade esquisita e engraçada, que de vez em quando me procura para uma conversa de internet. E nunca lhe digo que não, porque apesar de curta, a história foi profunda.
Nenhum deles chega aos pés da menina dos caracóis mas todos tiveram o seu grande significado para mim.
The past belong to the past.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A verdade é que me tenho comparado a toda a gente. Até mesmo àquelas que eu não tinha na mais alta consideração porque, no fundo, até elas se têm saido melhor que eu. Não é verdade que eu não tenho tentado. É verdade que me tenho sentido mais distraída e com menos paciência mas gostava que isso não se reflectisse nos resultados, porque começa, de facto, a afectar a minha confiança e grande estima nas grandes notas.
No fim de semana passado ele perguntou-me "tu estás bem?" Dei por mim estupefacta a olhá-lo como que à espera de uma explicação. Segundo ele: "dizes coisas sem sentido, estás mais burrinha amor...sentes-te bem? Estou a falar a sério Patrícia". Ao início pensei que ele estivesse numa daquelas brincadeiras idiotas sem fim e não liguei, mas ao sentir aqueles olhos inquisidores cravados em mim, vi-me obrigada a olha-lo novamente e aí percebi que ele estava a falar a sério. Mesmo a sério. E sinceramente não me apercebi de nada mas a verdade é que me tenho sentido mais lenta.

Apesar de ontem ter estado praticamente a morrer, hoje sinto-me melhor e à excepção do nariz sempre a pingar, estou mais bem humorada e nada enjoada.
Recebi de manhã um e-mail da Isabel a desejar as melhoras e perguntar se precisava de alguma coisa e qual não foi a minha surpresa quando minutos depois ela me envia alguma da pesquisa dela para marketing. Foi como uma luz ao fundo do túnel porque se há disciplina que eu não gosto particularmente, além de História claro está, é Marketing.
Posso dizer que neste momento tenho um autêntico portfólio acerca de marketing mix e tretas publicitárias do género. Apesar de tudo sinto-me mais confiante, ainda que um tanto ou quanto duvidosa acerca da minha própria segurança.

E sinceramente já não sei o que estou a dizer porque já sinto os virus a falar por mim. A caminha espera-me...


*Hoje almocei com ele. Um daqueles almoços só nossos...*