São cinco e vinte da manha e continuo sem pregar olho, às voltas na cama, na esperança vã de encontrar algo que te faça voltar. E tenho tanto medo...
Não sei se esta foi mais uma daquelas vezes em que o mundo pareceu desabar sobre a minha cabeça, mas em que no final, ficou tudo bem...
Não sei se hei-de deixar passar tempo até as coisas se acalmarem, até ambos termos tido tempo suficiente para sentirmos a falta um do outro, ou se devo insistir em tentar mudar essa tua cabeça maluca.
Não sei até que ponto isto é reversível e não tens ideia o quanto isto dói.
Só passou um dia mas já é horrível ver as pessoas a usar as mesmas expressões que tu e a defender os mesmos ideais, é difícil lembrar-me dos sítios e saber que possivelmente nunca vamos voltar lá.
É tão difícil ligar-te e só ouvir palavras frias e distantes quando tudo o que eu queria era um abraço e um beijinho de boa noite.
E pensar que uma simples espinha foi motivo para toda esta chatice, é de loucos.
É de loucos constatar que ao fim de não sei quanto tempo, ainda não sabemos os limites e as limitações um do outro. E sobretudo que não sabemos conversar sem que estejamos deitados numa cama, num sábado à tarde. Custa-me olhar à nossa volta e ver naquilo em que nos tornamos, ao ponto que nós chegámos como tu mesmo disseste.
Já houve alturas em que eu achei que aquela seria a última vez que eu te iria ver, que te iria tocar ou mesmo falar contigo. Já houve alturas em que tudo esteve pior e mesmo assim, mesmo em situações merdosas (porque não têm outro nome) sempre nos entendemos e eu sempre fui a primeira a contribuir para isso.
Por um lado, eu entendo o que tu dizes quando não estás com cabeça ou quando simplesmente não queres saber, porque eu também passo pelo mesmo mas, pelo menos contigo, eu faço um esforço. Contigo eu sou diferente. Mas tu não…
Eu sei que muitas vezes sou criança, que sou infantil ao ponto de ter ciúmes de um jogo de computador, que sou mimalha o suficiente para termos uma tarde de beijinhos mas mesmo assim, isso nunca foi um problema para nós.
Toda a gente tem limites bé, eu acredito que sim, mas se no final acabamos sempre por nos entender, custa a crer que seja por mero acaso do destino. Talvez isso tenha mesmo algum significado. E se não tem para ti, para mim tem e muito.
Só passou um dia e eu já sinto saudades das tuas sms e dos beijinhos popinhos. Dos olhares, que segundo dizem são o espelho da alma.
Ontem senti-me pequena e insignificante. Senti que fizesse eu o que fizesse não te consegui demover ou comover de maneira nenhuma. E de facto, como eu disse de manha, se eu não consigo isso de ti, vou esperar isso de quem??
L is no G anymore? (LG)
Não sei se esta foi mais uma daquelas vezes em que o mundo pareceu desabar sobre a minha cabeça, mas em que no final, ficou tudo bem...
Não sei se hei-de deixar passar tempo até as coisas se acalmarem, até ambos termos tido tempo suficiente para sentirmos a falta um do outro, ou se devo insistir em tentar mudar essa tua cabeça maluca.
Não sei até que ponto isto é reversível e não tens ideia o quanto isto dói.
Só passou um dia mas já é horrível ver as pessoas a usar as mesmas expressões que tu e a defender os mesmos ideais, é difícil lembrar-me dos sítios e saber que possivelmente nunca vamos voltar lá.
É tão difícil ligar-te e só ouvir palavras frias e distantes quando tudo o que eu queria era um abraço e um beijinho de boa noite.
E pensar que uma simples espinha foi motivo para toda esta chatice, é de loucos.
É de loucos constatar que ao fim de não sei quanto tempo, ainda não sabemos os limites e as limitações um do outro. E sobretudo que não sabemos conversar sem que estejamos deitados numa cama, num sábado à tarde. Custa-me olhar à nossa volta e ver naquilo em que nos tornamos, ao ponto que nós chegámos como tu mesmo disseste.
Já houve alturas em que eu achei que aquela seria a última vez que eu te iria ver, que te iria tocar ou mesmo falar contigo. Já houve alturas em que tudo esteve pior e mesmo assim, mesmo em situações merdosas (porque não têm outro nome) sempre nos entendemos e eu sempre fui a primeira a contribuir para isso.
Por um lado, eu entendo o que tu dizes quando não estás com cabeça ou quando simplesmente não queres saber, porque eu também passo pelo mesmo mas, pelo menos contigo, eu faço um esforço. Contigo eu sou diferente. Mas tu não…
Eu sei que muitas vezes sou criança, que sou infantil ao ponto de ter ciúmes de um jogo de computador, que sou mimalha o suficiente para termos uma tarde de beijinhos mas mesmo assim, isso nunca foi um problema para nós.
Toda a gente tem limites bé, eu acredito que sim, mas se no final acabamos sempre por nos entender, custa a crer que seja por mero acaso do destino. Talvez isso tenha mesmo algum significado. E se não tem para ti, para mim tem e muito.
Só passou um dia e eu já sinto saudades das tuas sms e dos beijinhos popinhos. Dos olhares, que segundo dizem são o espelho da alma.
Ontem senti-me pequena e insignificante. Senti que fizesse eu o que fizesse não te consegui demover ou comover de maneira nenhuma. E de facto, como eu disse de manha, se eu não consigo isso de ti, vou esperar isso de quem??
L is no G anymore? (LG)