terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Quando me atendes o telemovel e ouço muito barulho percebo logo que estás com ele. Mas para não fazer juízos de valor errados acabo por perguntar. Sinceramente quando ouço a resposta não consigo disfarcar o descontentamento, assim como não consegui evitar aquela sms ontem.

Porque me revolta que essa relacao, se e que lhe posso chamar assim, que normalmente só funciona para um lado (o dele) subitamente seja igual para os dois. E cada vez me acredito mais na minha mae quando ela diz k ele e igualzinho a dele.

O que realmente me perturba e que te apercebas disso e não queiras saber. Se sejas tão tolerante com as asneiras dele e tenhas tão pouca tolerância para os meus devaneios.

Bem lá no fundo só quero que estejas bem e te sintas feliz, porque é tudo o que importa. Mas quando ele vira costas, eventualmente, como faz sempre, sou eu que aturo a tua frustracao...e isso chateia.me porque gostava que desses mais valor a ti mesmo. Tinha esperança que depois de algumas lapadas finalmente aprendesses mas com o passar do tempo chego a conclusao que já não vale a pena insistir porque...não e por não saberes, e por não quereres saber!



De qualquer maneira sabes que te amo. Apesar de te achar um banana!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quando ele perguntou preferi não dizer, porque apesar de tudo não queria ter que me chatear com ele, e dizer-lhe algumas verdades que (sinceramente?) ele precisava de ouvir. E fiquei-me pelo meu silêncio, sábio e descontraido, e fiz por não pensar mais nisso.
Há medida que o tempo passava, as pessoas começaram a ser demais. Muitas caras, muitas formas, pessoas a rir, a conversar, a fazer gestos e coisas que estavam a mexer comigo de uma maneira que nem eu sabia explicar.
Dei por mim a tremer da cabeça aos pés, a suar a folha que tinha na mão, já amachucada, riscada, enfim...num estado quase perfeito para definir o meu!
O tempo começava a escassear e por fim foi a minha vez. De um lado o imenso nervoso de ter que enfrentar não a câmara, mas a multidão de olhos cravados em mim. Do outro estava ele, à minha espera com um abraço imenso e intenso no qual eu ficava até agora não fosse pelo facto de ter de jantar em casa.
E cheguei a casa ainda a tremer, de cansaço, de nervoso, de exaustão e chatice.



Pelo caminho vi um, e fiquei mesmo contente. Porsche carrera 4, preto, lindo!

Foi um dia para esquecer hoje. E é por estas coisas que sempre detestei trabalhos de grupo. E podia ter um bom grupo se não fosse por me ter armado em boa samaritana e ter preferido ficar com ele, a ficar com ela, porque apesar de tudo, ela já tinha grupo. Ainda bem que arrependimento não mata...

domingo, 11 de janeiro de 2009

Confesso que depois daquele post de uma inspiração imensa me encontro com alguma dificuldade de falar de algum assunto importante.
Este fim-de-semana, e note-se que estamos já no final de domingo, tem sido de loucos, absolutamente de loucos. Trabalhos para terminar, apresentações para corrigir, temas de directos para procurar, textos para produzir, reuniões para ter amanhã de manhã para decisão de elementos para trabalhos, enfim...Uma roda viva de situações que parece não ter fim. E no fundo acabei por não ter tempo para ele, para uma daquelas nossas conversas profundas sobre o futuro e "como não discutir em frente às crianças". Coisas não tão banais como parecem e de um profundo interesse para mim, que sou uma pessoa com visão do futuro, e para ele, que de quando em vez se preocupa com o que a vida lhe reserva.
Mas estava eu a dizer que este fim-de-semana não tive tempo para lhe dar a atenção e os miminhos de que ele carece. Sim, porque ele parece um homem mas no fundo é uma criança grande, carente de atenção e palavras bonitas. E beijinhos. Muitos beijinhos, porque ele é o mais mimalho que eu já conheci.
Depois disso olho para mim e não sei como compensá-lo pela falta de atenção e de lhe agradecer a ajuda e paciência que ele tem tido. Não que ele seja perfeito, às vezes também me apetece bater-lhe com força, mas no geral é um fofinho e um bom amigo.



*Hoje faz um ano que passei no meu exame de condução. Um ano. Parece pouco mas para mim significa imenso!