sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Antes de mais quero dizer uma coisa para que fiquem bem claras as minhas intenções: este aqui é o meu espaço, é o sítio onde eu escrevo o que bem me apetece sem ter que dar justificações a ninguém.
No entanto, sei que não sou a única a frequentá-lo e que devo respeito aos meus visitantes.
Ontem provavelmente alonguei-me demais nos meus comentários, relativamente à nota. Talvez tenha dito coisas que apesar de serem a mais pura das verdades não me caibam a mim dizer.
E não quero de forma alguma ser comparada ao Tino, quando ele diz que se sente injustiçado pela nota que teve. Pessoalmente podemos ter esta conversa, e espero sinceramente que o façamos porque penso que ultrapassamos um pouco a relação normal, a que seria de esperar que tivessemos e de alguma forma, talvez errada, sinto que tenho mais confiança para dizer este tipo de coisas do que se de outro professor se tratasse.
Mas a verdade é que estou desiludida. Primeiro foi aquele comentário, sobre o qual já falamos, e agora foi a desilusão da nota. Eu sei que ainda são os primeiros meses mas não acho que as outras tenham feito trabalhos melhores que os meus para terem mais um valor, nem acho que ela, com um trabalho, tenha chegado sequer aos calcanhares dos meus.

Hoje de tarde vou passar lá para ver o panorama geral...


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Olho para trás e vejo que já ultrapassamos tantos obstáculos que nada mais nos impedirá de estarmos juntos. Às vezes ponho-me a pensar no que será o futuro contigo, se existirá de facto um futuro para nós os dois, e mais uns piolhinhos...
Aquelas conversas profundas, que normalmente temos na cama num dia de chuva, são tudo para mim. Saber o que vai dentro de ti, que partilhas das minhas ideias, ou então não mas que possamos falar das coisas boas e dos problemas com o mesmo àvontade com que dançamos no meio da rua...é simplesmente das coisas que mais aprecio em nós. E sei que não és daquelas pessoas melosas que gostam de recalcar os assuntos mas ontem estavas particularmente falador.
Fiquei extremamente satisfeita por saber que lhe disseste aquilo que eu sempre tive vontade mas nunca disse por respeito à vossa amizade. E o facto de não teres sido um banana fez me ter orgulho em ti, e finalmente, depois de muitas conversas e discussões acerca deste assunto, posso dizer que nada foi em vão e que valeu a pena ensinar-te algumas coisas. Acima de tudo satisfaz-me que te consigas libertar disso, que esse tema nao seja constantemente um tormento para mim.
Ontem a tarde foi diferente, foi especial apesar de as companhias serem mais que aquelas que eu desejava mas enfim...E sinto que estou ligeiramente diferente e que isso proporcionou boas mudanças no seio da nossa relação.




És a coisa mais boa e mais linda que tenho na vida. Mas não sejas banana. Prefiro quando me dizes «pára o carro, párra o carro» e sais a correr atrás dos putos só porque eles me mandaram uma boca qualquer.




Domingo: à saída de casa - porsche 911 turbo, na autoestrada - porsche boxster, entrada do restaurante - porsche 911 carrera 4S e porsche cayenne, e a caminho de casa - porsche cayenne turbo.
Mas qual crise??

Actualização:

Nem sequer estava a espera daquela mensagem.Estava calmamente a estudar para história quando do nada, ela me manda uma sms a dizer a minha nota. Perguntei algumas mais, curiosidade e termo de comparação. Não vou ser falsa ao ponto de dizer que não foi para me comparar e saber em que pé estavamos.
A verdade é que não fiquei satisfeita. Não fiquei mesmo porque acho que me dou a trabalho demais para ter apenas um 16 no final do semestre. Mas se isso pelo menos fosse uma nota distinta dos outros, uma nota que evidenciasse o tipo de trabalho que eu faço, mas não é.
E não falo dos outros mas sei que eu e a outra macaca trabalhamos à brava para aquela disciplina e no final temos um mísero 16. Ainda não falei com ela, nem sequer sei o que ela pensa mas acredito que não esteja muito satisfeita.
A ideia que tenho é que é uma nota satisfatória, mas em comparação a outras pessoas é uma completa injustiça. Porque é que ela, que nunca aparece e tem apenas um trabalho feito, só e apenas UM trabalho (sim, porque sou eu que gravo os dvd’s), tem apenas menos um valor que eu??
Não estou aqui para contestar formas de avaliar e competências de ensino, nem sequer descernimento. Mas injusto?? À brava...

Tantos elogios e boas críticas e afinal não somos assim tão bons...