quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

With no inspiration to write.
Want U to come fast baby...



hi5 comments
Get FREE HI5 Comments













Love ya! (vju)

terça-feira, 26 de dezembro de 2006


Não queria que estivesses longe. Não queria que tivesses ido embora. Não queria ter que sentir a falta do teu cheiro e a vontade desesperada dos teus beijos. Não queria sentir-me frágil só por saber que não posso sair a correr e esconder-me no teu abraço, que não posso chorar enquanto te dou um presente porque não vais estar aqui para me enfiar debaixo daquele casaco que eu tanto gosto. Não queria sentir as lágrimas a escorrer de cada vez que desligo aquele objecto que nos mantém em contacto.
Também não queria ser a chata que te liga 10 vezes ao dia só para saber se estás bem, para matar um pouco das muitas saudades que existem e vão existir durante mais de uma semana.
Não queria que passasses o ano a mais de 5 cm de mim…
Não queria ter que ouvir a dizer que tens saudades…mas preciso desesperadamente disso.
Preciso daquele stresse de ter que te acordar as 7 da manha com uma chamada minha, da vergonha de ter que ligar para tua casa e ouvir a tua irmã do outro lado da linha…preciso de ti quando as lágrimas se confundem com a água que cai do chuveiro…preciso desesperadamente de acordar contigo ao meu lado depois de toda uma noite a sonhar com ela…preciso daqueles olhares, daqueles sorrisos. Preciso daqueles «oh fds tixa» e dos «diz bebé». Preciso daqueles filmes no sofá sob o olhar disfarçado do meu pai e os sorrisos da minha mãe.
Sinto falta de sentir as tuas mãos geladas e daquela panca pelo meu umbigo…


« Imagino-me a despir-te,imagino-me a sentir-te,a beijar-te, a acariciar-te
Nunca fugir, nunca mentir-te...

Queria que visses o mundo diferente do que conheces,
Que vivesses uma vida a sério como a que mereces,
Que me tivesses a teu lado,
Para que acreditasses nas possibilidades de encontrar a felicidade se amasses,
Se visses, que a atração é mais que fatal, mais que local,
O meu interesse em ti é mesmo total,
É platônico, nada existe ninguém sabe, ninguém se apercebe disto,
Que em mim quase não cabe,
Quase explodo, guardo tudo isto bem lá no fundo
Aguardo a tua receita pra trazer ao meu mundo
Não me iludo, Mas acredito no sentimento
Acima de tudo espero que isto fique no pensamento
Que te faça sorrir, vibrar de contentamento…»


Precisava de ti agora.


[sabes que sim…]

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006



Foi mais uma noite igual a tantas outras. Sem aquele stresse de comprar presentes e a ansiedade de os abrir. Este ano não houve natal. Houve uma noite passada em casa, sempre com o telefone no ouvido porque o namorado está longe e há que matar as saudades de alguma forma, e pouco mais…
Prendas tive poucas…e as que recebi abri-as na hora…sim, porque não tive com vontade de esperar pela meia-noite quando nem sequer festa ia haver, quando não comprei prendas para ninguém excepto eles os dois, quando não havia uma árvore na sala de jantar cheia de luzinhas e aquelas bolinhas irritantemente amarelas…
E sinto-me um pouco «diferente» por ter sido assim. Por não ter celebrado como tantas outras famílias fazem, todas juntas, num dia absolutamente normal, mas que alguém se lembrou de chamar especial. Mas também nunca participei numa festa dessas sem que me sentisse minimamente deslocada.
Lembro-me de festas estragadas sempre pela mesma pessoa, de algumas festas em que festejamos os três, outras com ela. Lembro-me de passar em casa dos meus tios depois da meia-noite ou algo semelhante e ver montes e montes de presentes, algo extremamente desnecessário. Trocos gastos numa euforia que se vai em 10 minutos de papel rasgado. Mas eles sempre foram felizes assim. Sempre foram uma família assim. E invejo-os por isso. No bom sentido da inveja (se é que isso existe…)!
Este é o fim de mais um ano repleto de altos e baixos. De dias de felicidades extrema e horas de desespero contínuo. Momentos de risos, de gargalhadas e de palmadinhas nas costas. Ataques de choro, pensamentos maldosos. Assaltos de contentamento e sensações de vazio…
Agora que o ano está no fim, talvez seja útil pensar naquilo que realmente foi importante:

(Final do ano passado) – perdi o avô
Conflitos familiares que me puseram K.O.
Tive os amigos sempre presentes.
Conheci o Miguel
Mais conflitos entre a família…
Perdi o namorado…
Afastei-me das pessoas
Ganhei um amigo para sempre.
Apeguei-me mais ás pessoas.
Afastei-me de alguns amigos
Tornei-me mais próxima de outros amigos.
Sorri
Menti
Chorei
Pensei muito
Dormi sobre vários assuntos
Agi precipitadamente
Passei dias a fio na praia
Descobri coisas novas
Trocei milhares de sms
Fui de férias
Tive conversas á beira mar
Morri de saudades dele.
Tive conflitos interiores
Apaixonei-me
Vivi momentos de pura alegria
Fiquei confusa
Fui feliz
Fui muito feliz
Fui estúpida
Fui arrogante
Fui um amor de menina
Fui uma boa filha
Nem sempre fui uma boa amiga
Sempre me esforcei por ser a melhor das namoradas
Fiquei triste
Desiludi-me
Fique contente
Passeei muito muito muito
Fui a sítios a que nunca antes tinha ido
Fiz coisas que nunca tinha feito
Perdi uma amiga – A Cátia morreu
Fortaleci a nossa relação de amizade
Tu e eu tornamo-nos mais próximos. Tu e eu somos uns amores. Tu e eu amamo-nos…J

Acho que resume bem todos os meus dias. Todo o meu ano. E para o ano espero que seja melhor…

E hoje sonhei com ela…a noite toda…

Quando te abracei a vontade de chorar foi enorme…obrigada por aquele momento…