Acordei estranhamente cedo hoje. A sonhar com ele, ela e carros.
E acordei com uma imensa dor no pescoço, razão pela qual pretendo trocar esta almofada raquitica.
Ainda tentei aconchegar-me nos lençois, e cobertores, e edredon, mas o instinto de agarrar o telemóvel é sempre mais forte. Duas mensagens. Estranho, nem senti. Eu que acordo com o vento...
“Ritinha, notas de marketing”, dizia no cabeçalho. A ansiedade carregou no botão e a desilusão assaltou-me quando vi as notas. Não as dos outros mas a minha. E continuo sem encontrar explicação para estas notas estranhamente baixas. Por mais que tente não consigo perceber onde é que reside o problema.
E problema não há nenhum porque o professor deu-nos a hipótese de um outro teste, a fim de melhorar a nota do primeiro mas não entendo como é que eu, que sempre estive no topo da lista, agora me encontro entre os medianos...
E custa-me de uma maneira estúpida. E não entendo, não consigo entender. Vejo-os todos a subir, quase todos superiores a mim e pergunto-me onde foi a menina das grandes notas do ano passado.
Hoje estou absolutamente sem paciência, completamente frustrada e sem a mímina vontade de falar com alguém.
Não compreendo. Simplesmente não consigo compreender.
São sonhos que realço no meu amanhecer, são sonhos que me fazem pensar no impossivel e no que jamais irá acontecer. Sonho acordado quando penso poder alcançar o que está bem longe de mim, sonho de forma a poder construir o que sei que será dificil mesmo assim. Sonho sem dormir, de olhos bem abertos, espreito pela janela e vejo a realidade bem perto, de um sonho que podia ser verdadeiro, a realidade daquilo que gostaria que fosse real no meu ser... (KATY)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
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