Apesar das quinhentas mil folhas e de todas as vezes que lhes pus os olhos sinto a insegurança apoderar-se de mim e sei que não pode ser. Não posso deixar. Mas ao mesmo tempo custa-me ter confiança no desconhecido...
São sonhos que realço no meu amanhecer, são sonhos que me fazem pensar no impossivel e no que jamais irá acontecer. Sonho acordado quando penso poder alcançar o que está bem longe de mim, sonho de forma a poder construir o que sei que será dificil mesmo assim. Sonho sem dormir, de olhos bem abertos, espreito pela janela e vejo a realidade bem perto, de um sonho que podia ser verdadeiro, a realidade daquilo que gostaria que fosse real no meu ser... (KATY)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Apesar das quinhentas mil folhas e de todas as vezes que lhes pus os olhos sinto a insegurança apoderar-se de mim e sei que não pode ser. Não posso deixar. Mas ao mesmo tempo custa-me ter confiança no desconhecido...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
De quando em vez tenho saudades deles e delas, por exemplo agora, por tudo o que fomos e já não somos. A minha menina dos caracóis loiros é quem me faz mais falta, mas não posso dar parte fraca e dizer que a quero de volta porque o tempo simplesmente não volta. O menino desajeitado sempre foi como o irmão e conselheiro que eu nunca tive e apesar de nunca ter aquele carinho expressivo sempre foi carinhoso à maneira desajeitada dele.
A outra, não a dos caracóis, a outra, a menina dos cabelos ondulados, quase como eu, era como uma rival para mim. Gostava dela à minha maneira, um pouco egoísta e mimada. No fundo sempre a encarei como a minha substituta na relaçao entre mim e a ursinha. Claro que eventualmente ultrapassei isso, ou pelo menos fiz por que assim se entendesse e relacionavamo-nos bem. Sinceramente não é aquela pessoa que me faz uma falta descomunal mas gostava que ainda nos relacionassemos.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
No fim de semana passado ele perguntou-me "tu estás bem?" Dei por mim estupefacta a olhá-lo como que à espera de uma explicação. Segundo ele: "dizes coisas sem sentido, estás mais burrinha amor...sentes-te bem? Estou a falar a sério Patrícia". Ao início pensei que ele estivesse numa daquelas brincadeiras idiotas sem fim e não liguei, mas ao sentir aqueles olhos inquisidores cravados em mim, vi-me obrigada a olha-lo novamente e aí percebi que ele estava a falar a sério. Mesmo a sério. E sinceramente não me apercebi de nada mas a verdade é que me tenho sentido mais lenta.
Apesar de ontem ter estado praticamente a morrer, hoje sinto-me melhor e à excepção do nariz sempre a pingar, estou mais bem humorada e nada enjoada.
Recebi de manhã um e-mail da Isabel a desejar as melhoras e perguntar se precisava de alguma coisa e qual não foi a minha surpresa quando minutos depois ela me envia alguma da pesquisa dela para marketing. Foi como uma luz ao fundo do túnel porque se há disciplina que eu não gosto particularmente, além de História claro está, é Marketing.
Posso dizer que neste momento tenho um autêntico portfólio acerca de marketing mix e tretas publicitárias do género. Apesar de tudo sinto-me mais confiante, ainda que um tanto ou quanto duvidosa acerca da minha própria segurança.
E sinceramente já não sei o que estou a dizer porque já sinto os virus a falar por mim. A caminha espera-me...
*Hoje almocei com ele. Um daqueles almoços só nossos...*
sábado, 31 de janeiro de 2009
Já disse que detesto pessoas que não sabem conduzir? DETESTO PESSOAS (encartadas) QUE NÃO SABEM CONDUZIR...É que parece que a chuva afecta a forma como as pessoas vem o carro. E é absolutamente estúpido, principalmente para mim que vejo na condução uma coisa absolutamente fantástica, prática e simples. E adoro conduzir, principalmente à noite. Mas estes asnos da estrada fazem que perca todo o entusiasmo. Então ao domingo é uma coisa que até assusta.
Hoje foi aquele dia em que pensei que iramos sair, dar uma volta, estar com um pessoal e tirar umas fotografias. Claro que tenho imenso trabalho, e por trabalho entenda-se estudo, mas precisava de passear, andar em filas de trânsito, procurar um estacionamento durante 15 minutos, ver uns grandes carros e tirar umas fotos, dar uso à máquina que esta parada à mais ou menos três semanas porque nem sequer tenho tempo de olhar para ela. Ainda a pus na mala do carro mas só saiu de lá quando voltei para casa.
Sabes que sempre gostei destes dias inteiros passados na cama, enrolados naquelas conversas profundas sobre o presente, o passado e um possível futuro. Discussões, não acesas, sobre os nossos feitios, o meu vício consumista, o porquê de não gostares de porsches, como educar as crianças, enfim, um autêntico leque de assuntos que possivelmente não interessariam a mais ninguém excepto a nós mesmos. Sabes que adoro quando tiramos uma tarde para pormos conversas e pensamentos em dia, mas esta tarde em particular fez atrasar todo o meu trabalho.
Mas sinto-me tão cansada que só me apetece fazer como hoje, deitar-me e dormir quase até às cinco da tarde porque sinto que não consigo descansar. O stress das notas está completamente a dar cabo de mim e não consigo entender porquê. E o próximo teste de marketing preocupa-me porque não quero ter que ver um 13 na pauta. Para mim é uma frustração tão grande que até ultrapassei as minhas divergências com ela, e agora até trocamos apontamentos e resumos de aula. A verdade é que ela não é o bicho de sete cabeças que eu dizia, apesar de ainda continuar a ter presente aquelas atitudes meias desmioladas que ela teve.
Quando finalmente as onze da noite decides ir tomar um café já estou mais que estourada e sem paciência para manobras em poças de água, mas lá fomos os três.
É verdade que nunca vi na tua irmã uma pessoa extremamente sociável e faladora e surpreende-me muito que seja mas até gosto de quando vamos tomar um cafezinho.
Em resposta àquela famigerada pergunta: "Não comprava nenhum neste momento porque gosto demais do meu. Apesar de ser um Volkswagen Polo com 12 anos, enorme, absolutamente impecável e bem tratado. Para mim é mais que o suficiente. Também pelo valor sentimental obviamente. Não sou assim tão desprendida das coisas.
No futuro, um bmw serie 1, 120d, cupé, preto, caixa manual. Em alternativa mais que provavelmente um audi A3, 2.0, também preto e de caixa manual. Não sejas idiota, nunca daria 200 mil euros por um carrera 4S. Apesar de adorar porsches...E apesar de o SLK ou o SLR, ou o SL ou mesmo o S, sempre terem sido os carros que eu mais gostei até hoje continua a ser dinheiro a mais, mesmo por um mercedes."
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Acordei estranhamente cedo hoje. A sonhar com ele, ela e carros.
E acordei com uma imensa dor no pescoço, razão pela qual pretendo trocar esta almofada raquitica.
Ainda tentei aconchegar-me nos lençois, e cobertores, e edredon, mas o instinto de agarrar o telemóvel é sempre mais forte. Duas mensagens. Estranho, nem senti. Eu que acordo com o vento...
“Ritinha, notas de marketing”, dizia no cabeçalho. A ansiedade carregou no botão e a desilusão assaltou-me quando vi as notas. Não as dos outros mas a minha. E continuo sem encontrar explicação para estas notas estranhamente baixas. Por mais que tente não consigo perceber onde é que reside o problema.
E problema não há nenhum porque o professor deu-nos a hipótese de um outro teste, a fim de melhorar a nota do primeiro mas não entendo como é que eu, que sempre estive no topo da lista, agora me encontro entre os medianos...
E custa-me de uma maneira estúpida. E não entendo, não consigo entender. Vejo-os todos a subir, quase todos superiores a mim e pergunto-me onde foi a menina das grandes notas do ano passado.
Hoje estou absolutamente sem paciência, completamente frustrada e sem a mímina vontade de falar com alguém.
Não compreendo. Simplesmente não consigo compreender.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Achei piada noutro dia quando ela apareceu na faculdade, coisa rara, e fomos ver as notas de escrita criativa. Fomos todos, alguns inadvertidamente, eu também de início, e ficamos como que estáticos frente ao vidro da "vitrine". Não esperava que ela comentasse mas estava numa séria expectativa de uma daquelas frases míticas que me deixam com vontade de dizer um monte de disparates. Verdades, mas ainda assim disparates.
Ainda não tive oportunidade de me expressar pessoalmente relativamente a isto, mas mal posso esperar por esse momento. Sei que provavelmente nem sequer vou ter oportunidade de falar. Vai ser mais uma daquelas conversas feitas unilateralmente em que eu não vou ter a chance de dizer coisa alguma. A realidade é que já o disse, muitas vezes, e fico ligeiramente satisfeita quando vejo que as pessoas à minha volta partilham da minha opinião. E continuo sem saber o que passou, sem fazer a mais pequena ideia de que critério é que foi usado e porque é que ela teve uma nota superior à minha...
Sinto que estou a esgotar este assunto, que estou sempre a bater no mesmo ceguinho e que não adianta porque ele não vai ver anyway...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
No entanto, sei que não sou a única a frequentá-lo e que devo respeito aos meus visitantes.
Ontem provavelmente alonguei-me demais nos meus comentários, relativamente à nota. Talvez tenha dito coisas que apesar de serem a mais pura das verdades não me caibam a mim dizer.
E não quero de forma alguma ser comparada ao Tino, quando ele diz que se sente injustiçado pela nota que teve. Pessoalmente podemos ter esta conversa, e espero sinceramente que o façamos porque penso que ultrapassamos um pouco a relação normal, a que seria de esperar que tivessemos e de alguma forma, talvez errada, sinto que tenho mais confiança para dizer este tipo de coisas do que se de outro professor se tratasse.
Mas a verdade é que estou desiludida. Primeiro foi aquele comentário, sobre o qual já falamos, e agora foi a desilusão da nota. Eu sei que ainda são os primeiros meses mas não acho que as outras tenham feito trabalhos melhores que os meus para terem mais um valor, nem acho que ela, com um trabalho, tenha chegado sequer aos calcanhares dos meus.
Hoje de tarde vou passar lá para ver o panorama geral...
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Aquelas conversas profundas, que normalmente temos na cama num dia de chuva, são tudo para mim. Saber o que vai dentro de ti, que partilhas das minhas ideias, ou então não mas que possamos falar das coisas boas e dos problemas com o mesmo àvontade com que dançamos no meio da rua...é simplesmente das coisas que mais aprecio em nós. E sei que não és daquelas pessoas melosas que gostam de recalcar os assuntos mas ontem estavas particularmente falador.
Fiquei extremamente satisfeita por saber que lhe disseste aquilo que eu sempre tive vontade mas nunca disse por respeito à vossa amizade. E o facto de não teres sido um banana fez me ter orgulho em ti, e finalmente, depois de muitas conversas e discussões acerca deste assunto, posso dizer que nada foi em vão e que valeu a pena ensinar-te algumas coisas. Acima de tudo satisfaz-me que te consigas libertar disso, que esse tema nao seja constantemente um tormento para mim.
Ontem a tarde foi diferente, foi especial apesar de as companhias serem mais que aquelas que eu desejava mas enfim...E sinto que estou ligeiramente diferente e que isso proporcionou boas mudanças no seio da nossa relação.
És a coisa mais boa e mais linda que tenho na vida. Mas não sejas banana. Prefiro quando me dizes «pára o carro, párra o carro» e sais a correr atrás dos putos só porque eles me mandaram uma boca qualquer.
Domingo: à saída de casa - porsche 911 turbo, na autoestrada - porsche boxster, entrada do restaurante - porsche 911 carrera 4S e porsche cayenne, e a caminho de casa - porsche cayenne turbo.
Mas qual crise??
A verdade é que não fiquei satisfeita. Não fiquei mesmo porque acho que me dou a trabalho demais para ter apenas um 16 no final do semestre. Mas se isso pelo menos fosse uma nota distinta dos outros, uma nota que evidenciasse o tipo de trabalho que eu faço, mas não é.
E não falo dos outros mas sei que eu e a outra macaca trabalhamos à brava para aquela disciplina e no final temos um mísero 16. Ainda não falei com ela, nem sequer sei o que ela pensa mas acredito que não esteja muito satisfeita.
A ideia que tenho é que é uma nota satisfatória, mas em comparação a outras pessoas é uma completa injustiça. Porque é que ela, que nunca aparece e tem apenas um trabalho feito, só e apenas UM trabalho (sim, porque sou eu que gravo os dvd’s), tem apenas menos um valor que eu??
Não estou aqui para contestar formas de avaliar e competências de ensino, nem sequer descernimento. Mas injusto?? À brava...
Tantos elogios e boas críticas e afinal não somos assim tão bons...
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Quando me atendes o telemovel e ouço muito barulho percebo logo que estás com ele. Mas para não fazer juízos de valor errados acabo por perguntar. Sinceramente quando ouço a resposta não consigo disfarcar o descontentamento, assim como não consegui evitar aquela sms ontem.
Porque me revolta que essa relacao, se e que lhe posso chamar assim, que normalmente só funciona para um lado (o dele) subitamente seja igual para os dois. E cada vez me acredito mais na minha mae quando ela diz k ele e igualzinho a dele.
O que realmente me perturba e que te apercebas disso e não queiras saber. Se sejas tão tolerante com as asneiras dele e tenhas tão pouca tolerância para os meus devaneios.
De qualquer maneira sabes que te amo. Apesar de te achar um banana!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Pelo caminho vi um, e fiquei mesmo contente. Porsche carrera 4, preto, lindo!
domingo, 11 de janeiro de 2009
Este fim-de-semana, e note-se que estamos já no final de domingo, tem sido de loucos, absolutamente de loucos. Trabalhos para terminar, apresentações para corrigir, temas de directos para procurar, textos para produzir, reuniões para ter amanhã de manhã para decisão de elementos para trabalhos, enfim...Uma roda viva de situações que parece não ter fim. E no fundo acabei por não ter tempo para ele, para uma daquelas nossas conversas profundas sobre o futuro e "como não discutir em frente às crianças". Coisas não tão banais como parecem e de um profundo interesse para mim, que sou uma pessoa com visão do futuro, e para ele, que de quando em vez se preocupa com o que a vida lhe reserva.
Mas estava eu a dizer que este fim-de-semana não tive tempo para lhe dar a atenção e os miminhos de que ele carece. Sim, porque ele parece um homem mas no fundo é uma criança grande, carente de atenção e palavras bonitas. E beijinhos. Muitos beijinhos, porque ele é o mais mimalho que eu já conheci.
Depois disso olho para mim e não sei como compensá-lo pela falta de atenção e de lhe agradecer a ajuda e paciência que ele tem tido. Não que ele seja perfeito, às vezes também me apetece bater-lhe com força, mas no geral é um fofinho e um bom amigo.
*Hoje faz um ano que passei no meu exame de condução. Um ano. Parece pouco mas para mim significa imenso!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Não faço questão de esconder que desgosto do indivíduo. Nunca foi aquela pessoa que me inspirasse qualquer tipo de sentimento positivo (e nem sei exactamente porque é que estou a usar um post para falar dele, mas agora que desenvolvi o pensamento, vou continuar a explorá-lo até para fundamentar o porquê de não apreciar aquela personagem em todo o seu esplendor).
Ponto número um: não gosto de pessoas exibicionistas e ele é-o que chegue. (Aprecio particularmente aqueles momentos em que ele lança uma das suas piadas sem graça e se vira para ver a multidão a acenar em sinal de reconhecimento).
Ponto número dois: desaprecio totalmente a falta de elegânica e subtileza com que se dirige a pessoas de cargos superiores, tratando-as como se amigos de longa data fossem. (Ex: «Quê?» Aquela famosa "palavra" que cospe cada vez que não entende a frase dita por outrém).
Ponto número três: Celebridade? Onde???? Onde é que está? - Isso da mania que é vedeta só porque aparece na televisão para representar o zé povinho (e que me desculpem os zé povinhos) já não está com nada.
Ponto número quatro: As intromissões absolutamente despropositadas e acerca de coisa nenhuma, numa aula minimante interessante em que todos temos que ouvir os seus exemplos incoerentes e desconcertantes.
Ponto número cinco: E termino neste ponto, senão passaria aqui bons momentos a relatar episódios sem igual, para me referir àquelas alturas fulcrais em que "a personagem" nos chama descaradamente de "analfabrutos" (não literalmente, porque não tem vocabulário para isso, mas quase) em plena aula de sociologia, da qual só não foi expulso porque a professora não era eu!
Ainda neste ponto, gosto também da forma salutar com que me relaciono com o indivíduo. Uma relação cordial, de puro regozijo (meu, obviamente) e amizade sincera (hahaha - gargalhada diabólica) que existe entre nós.
Caro professor, dedico este post de uma imensa inspiração à sua pessoa, pela aula de hoje, que de facto não esquecerei tão cedo (o Dr.Phill diz que a memória das mulheres é imensa, portanto, na minha ficará para sempre este momento de confronto ideológico e psicológico, travado entre dois indivíduos de inteligência (e falta dela) absolutamente incomparável)
Aproveito ainda para dizer que o ponto baixo foi o massacre do Ferrari 599 GTB que o Cristiano desfez em plena curva. Uns meros 350 mil euros...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Ultimamente tem sido um acumular de situações que me têm deixado chateada. É sentir que estou num lugar onde ninguém me conhece, é identificar-me com pouquissima gente, é ter que viver momentos que preferia deixar de lado, é todos os dias sonhar com ela a propósito de coisa nenhuma, é ele dizer-me que eu não trabalho e pôr-me absolutamente fodida, é sentir que toda a gente espera demais de mim e eu saber que aprendi a não esperar nada de ninguém, é entrar e sentar-me sozinha pois ninguém se senta comigo, é sentir que ninguém me aprecia e saber que a culpa foi minha, é no meio delas as duas se sentir sempre segunda opção, é ter que me fazer passar por estupida para não me chatear com isso.
É sentir a falta dele, porque é parte de mim e porque com ele não é preciso falar, não é preciso dar indicações nem fazer sinais. Com ele um simples olhar basta!
Não me faltam bens materiais mas vendo bem os sentimentais não são tão significantes como isso. E se há alturas em que não e disponho a pensar nisso há outras em que esses pensamentos não me saem da cabeça...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Aqui sempre fomos sempre nós os três. E nunca foi um dia diferente.
Em casa dele, o Natal é especial e cheio de prendas. Não para ele, que abomina desperdícios e dinheiro gasto em vão. Mas para os restantes. Ele tem uma daquelas famílias que se juntam e são felizes...
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
«Tudo começou com uma bebida depois do trabalho. Um relaxamento depois de um dia extenuante.
À medida que o tempo passava, eu já não sabia viver sem o famoso digestivo do emprego. Casos complicados, trabalho até às tantas da manhã e um cansaço do tamanho do mundo.
Desde o amanhecer que buscava o resto do dia. Ansiava pela hora do toque de saída para poder voltar para a minha garrafa. E sem querer, sem me aperceber, tornei-me num viciado. Num caso sem remédio, um alcoólico sem solução.
Os copos vinham, uns atrás dos outros, e eu desejava-os. Queria que me levassem para longe daquele lugar. Que fossem eles que me fizessem esquecer os demais problemas que tinha para resolver. Alguém o faria por mim.
Família? Já não me lembrava que a tinha. O conduzir do emprego até à cama era o finalizar de um dia sem fim.»
Depois de lhe ler o texto, diz ela: »Oh madrinha, tu és alcoolica?»
Maior risota...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Hoje fiz a árvore de Natal. Acho que contra a vontade dela. Mas eu ainda sou uma criança. Quem sabe não encontro o Pai Natal este ano.
Talvez ele me dê uma Canon EOS 50D =)
*The little things give you away...
sábado, 6 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Haviamos combinado jantar, mas pela hora tardia do voo fomos obrigados a fazer uma alteração de planos.
Fiquei muito surpreendida quando olho para o ecrã do telemóvel e vejo “Sogrinha, a chamar”. Sem grande preocupação atendi e qual não é a minha surpresa quando a ouço perguntar “E logo, queres vir connosco buscar o Miguel?”
Obviamente que quero ir buscar o Miguel. Claro que quero ver o Miguel e saltar-lhe para o colo no segundo em que ele se aproximar.
Quero muito sentir aquele abraço apertado e o beijo que teima em não chegar.
E quero ouvir as novidades, saber das aventuras e olhar as muitas fotografias, que tal como eu, ele adora tirar.
Preciso desesperadamente daquele momento em que, ao vê-lo, o meu rosto iluminar-se-á.
Ao mesmo tempo gostava de um daqueles episódios tresloucados, só nossos, que mais ningém entende. E mais ninguém precisa entender.
Anseio pelo aterrar do avião que o levou para longe de mim.
Anseio pela chegada do bebé que não quero deixar crescer.
domingo, 23 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Até que um dia eles quiseram...Eu recebi-os de braços abertos! =D
sábado, 8 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Se por um lado isso me entristece, por outro não me faz grande diferenca, verdade seja dita. Aquela famosa relacao, esfumou-se com o tempo, com o vento, com o nevoeiro...
Talvez um dia, daqui a muitos dias, ela perceba que "eu sou parte dela" como uma vez me disse. Se não perceber e porque afinal não sou…
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Tentei mandar-te o vídeo, por e-mail, era mais fácil, menos directo e menos incomodativo. O melhor mesmo, é que não tinha que assistir à tua reacção. Recebela-ia pelo mesmo modo. Mas o e-mail não queria ir...
Quando falei contigo, não gostei. Não gostei da tua simpatia fingida e daqueles smiles idiotas.
Naquela altura dúbia em que precisei de ti sei que estiveste lá, é verdade. Só não te pedi para contares a minha vida a meio mundo, mas pormenores à parte, a verdade é que tentaste ajudar. Sempre te fui grata por esses pequenos/grandes momentos. Sempre te agradeci do fundo do coração toda a ajuda e colaboração.
Alguma vez te dei o direito de me julgares? E de decidires por mim?
É desta forma que queres acabar? Pensei que te conhecia melhor...Pensei mesmo|
Sabes que te amo, que te amo do fundo do coração e como nunca amei nenhuma loira com caracóis antes, mas...Se foi essa a tua decisão vou encará-la de frente. Não gostei. Julgava-nos mais que isso...Mas aparentemente não somos...
Quem é que te ensinou a seres assim?? A menina carinhosa das palavras bonitas?
Desistes?
Ok. GAME OVER
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Tinhamos aquela relação diferente. Não que fosse uma pessoa extremamente afectuosa mas depois de anos de convívio dá para percebermos as atitudes mais carinhosas debaixo daqueles gestos mais desejeitados.
Quando aconteceu simplesmente não estava a espera. Fui apanhada de surpresa e...a única reacção que tive foi a apatia total.
