quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

With no inspiration to write.
Want U to come fast baby...



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Love ya! (vju)

terça-feira, 26 de dezembro de 2006


Não queria que estivesses longe. Não queria que tivesses ido embora. Não queria ter que sentir a falta do teu cheiro e a vontade desesperada dos teus beijos. Não queria sentir-me frágil só por saber que não posso sair a correr e esconder-me no teu abraço, que não posso chorar enquanto te dou um presente porque não vais estar aqui para me enfiar debaixo daquele casaco que eu tanto gosto. Não queria sentir as lágrimas a escorrer de cada vez que desligo aquele objecto que nos mantém em contacto.
Também não queria ser a chata que te liga 10 vezes ao dia só para saber se estás bem, para matar um pouco das muitas saudades que existem e vão existir durante mais de uma semana.
Não queria que passasses o ano a mais de 5 cm de mim…
Não queria ter que ouvir a dizer que tens saudades…mas preciso desesperadamente disso.
Preciso daquele stresse de ter que te acordar as 7 da manha com uma chamada minha, da vergonha de ter que ligar para tua casa e ouvir a tua irmã do outro lado da linha…preciso de ti quando as lágrimas se confundem com a água que cai do chuveiro…preciso desesperadamente de acordar contigo ao meu lado depois de toda uma noite a sonhar com ela…preciso daqueles olhares, daqueles sorrisos. Preciso daqueles «oh fds tixa» e dos «diz bebé». Preciso daqueles filmes no sofá sob o olhar disfarçado do meu pai e os sorrisos da minha mãe.
Sinto falta de sentir as tuas mãos geladas e daquela panca pelo meu umbigo…


« Imagino-me a despir-te,imagino-me a sentir-te,a beijar-te, a acariciar-te
Nunca fugir, nunca mentir-te...

Queria que visses o mundo diferente do que conheces,
Que vivesses uma vida a sério como a que mereces,
Que me tivesses a teu lado,
Para que acreditasses nas possibilidades de encontrar a felicidade se amasses,
Se visses, que a atração é mais que fatal, mais que local,
O meu interesse em ti é mesmo total,
É platônico, nada existe ninguém sabe, ninguém se apercebe disto,
Que em mim quase não cabe,
Quase explodo, guardo tudo isto bem lá no fundo
Aguardo a tua receita pra trazer ao meu mundo
Não me iludo, Mas acredito no sentimento
Acima de tudo espero que isto fique no pensamento
Que te faça sorrir, vibrar de contentamento…»


Precisava de ti agora.


[sabes que sim…]

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006



Foi mais uma noite igual a tantas outras. Sem aquele stresse de comprar presentes e a ansiedade de os abrir. Este ano não houve natal. Houve uma noite passada em casa, sempre com o telefone no ouvido porque o namorado está longe e há que matar as saudades de alguma forma, e pouco mais…
Prendas tive poucas…e as que recebi abri-as na hora…sim, porque não tive com vontade de esperar pela meia-noite quando nem sequer festa ia haver, quando não comprei prendas para ninguém excepto eles os dois, quando não havia uma árvore na sala de jantar cheia de luzinhas e aquelas bolinhas irritantemente amarelas…
E sinto-me um pouco «diferente» por ter sido assim. Por não ter celebrado como tantas outras famílias fazem, todas juntas, num dia absolutamente normal, mas que alguém se lembrou de chamar especial. Mas também nunca participei numa festa dessas sem que me sentisse minimamente deslocada.
Lembro-me de festas estragadas sempre pela mesma pessoa, de algumas festas em que festejamos os três, outras com ela. Lembro-me de passar em casa dos meus tios depois da meia-noite ou algo semelhante e ver montes e montes de presentes, algo extremamente desnecessário. Trocos gastos numa euforia que se vai em 10 minutos de papel rasgado. Mas eles sempre foram felizes assim. Sempre foram uma família assim. E invejo-os por isso. No bom sentido da inveja (se é que isso existe…)!
Este é o fim de mais um ano repleto de altos e baixos. De dias de felicidades extrema e horas de desespero contínuo. Momentos de risos, de gargalhadas e de palmadinhas nas costas. Ataques de choro, pensamentos maldosos. Assaltos de contentamento e sensações de vazio…
Agora que o ano está no fim, talvez seja útil pensar naquilo que realmente foi importante:

(Final do ano passado) – perdi o avô
Conflitos familiares que me puseram K.O.
Tive os amigos sempre presentes.
Conheci o Miguel
Mais conflitos entre a família…
Perdi o namorado…
Afastei-me das pessoas
Ganhei um amigo para sempre.
Apeguei-me mais ás pessoas.
Afastei-me de alguns amigos
Tornei-me mais próxima de outros amigos.
Sorri
Menti
Chorei
Pensei muito
Dormi sobre vários assuntos
Agi precipitadamente
Passei dias a fio na praia
Descobri coisas novas
Trocei milhares de sms
Fui de férias
Tive conversas á beira mar
Morri de saudades dele.
Tive conflitos interiores
Apaixonei-me
Vivi momentos de pura alegria
Fiquei confusa
Fui feliz
Fui muito feliz
Fui estúpida
Fui arrogante
Fui um amor de menina
Fui uma boa filha
Nem sempre fui uma boa amiga
Sempre me esforcei por ser a melhor das namoradas
Fiquei triste
Desiludi-me
Fique contente
Passeei muito muito muito
Fui a sítios a que nunca antes tinha ido
Fiz coisas que nunca tinha feito
Perdi uma amiga – A Cátia morreu
Fortaleci a nossa relação de amizade
Tu e eu tornamo-nos mais próximos. Tu e eu somos uns amores. Tu e eu amamo-nos…J

Acho que resume bem todos os meus dias. Todo o meu ano. E para o ano espero que seja melhor…

E hoje sonhei com ela…a noite toda…

Quando te abracei a vontade de chorar foi enorme…obrigada por aquele momento…

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006



Não sei se me entendes mas tinha vontade de pisar aquele chão novamente. Voltar àquele sitio novamente. Não por um feliz motivo, mas porque sentia necessidade de acreditar que aquilo era mesmo verdade.
De certa forma gostei da nossa tarde a andar de metro e a correr para uma fila de gente pronta para entrar num quarto de banho. Gostei de te ter por perto naquele momento em que as lágrimas começaram a escorrer pela cara, aquecendo-a. Gostei de te poder dar a mão e sentir que as sensações transmitidas eram mútuas. E horríveis. Gostei que pudéssemos falar sobre ela, relembrar coisas antigas. E gostei daquela frase «é por isso que é escusado nos chatearmos» com a lágrima no canto do olho... Não sei se foram estas as palavras exactas mas sei que o significado era basicamente o mesmo.
Foi triste. Mas de alguma forma sinto-me aliviada. Sinto-me mais leve, por saber que quase 3 meses depois voltei ao sitio onde a posso encontrar, embora possua dentro de mim o sitio onde sempre a posso sentir... :'(






*Adoro esta música...se alguém me cnseguir arranjar... =) agradecida! *




*Vou-te matar xavalo...dwt bebé*

terça-feira, 19 de dezembro de 2006




Foi mais um de muitos dias que palavra nenhuma pode exprimir. Essa foto é um mero exemplo de momentos passados a dois que sempre deixam saudade, na corrida que fica para a camioneta. E se estivesses lá agora, voltava lá, só para mais um beijinho.

AMEI =)


Gostei da noite de ontem. Foi diferente. De certa forma acabou por ser especial. Foi completamente diferente. Totalmente inesperada. E ainda assim, foi uma noite bastante divertida. Mais ou menos por esta hora entrava na Hussel para comprar um saco cheio de gomas, que acabei de comer com ele hoje de manha, numa caminhada para um dos nossos sítios de eleição. Ou nao. Ou sim!
E hoje nao fomos lá. Queria ter ido lá.
Gostei do jantarzinho, da parte dos «3 ingredientes» e de ver aquelas ruas enormes cheias daquelas iluminaçõezinhas de natal, próprias da altura.
Gostei da noite de ontem.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Bem lá no fundo sabes que eu preciso de explodir e dizer 5 palavrões numa frase com 8 palavras, para que tudo fique mais calmo. E chamar-lhe nomes, não porque tenha alguma razão concreta para isso, mas simplesmente porque ele é sempre o entrave que existe entre nós os dois. eu sei que ele é teu pai, mas seja lá quem for, separa-me de ti e detesto-o por isso. :s
Fiquei com saudades naquela sexta-feira de manha, em que nao vieste sorrateiramente meter-te na minha cama pa me cobrir de beijinhos. E tenho saudades das nossas brincadeirinhas «infantis», daqueles sorrisinhos perversos e das piadinhas trengas. Mas acima de tudo tenho saudades dos nossos momentos a dois, das tardes no porto, da horita de almoço, sempre explorada ao máximo, dos telefonemas intermmináveis, até das sms de madrugada, que, se ela nao vier para a minha cama, vamos trocar hoje ;).
Detesto nao ser independente, nao poder chegar e comprar e fazer e desfazer e ir sem ter que dar satisfações a ninguém, sem voltar, pelo menos tao cedo...

Preciso de te sentir, de tocar essas maos geladas...e maravilhosas... :)


Até «dela» tenho saudades... xD

[Amo-te bebé]

domingo, 17 de dezembro de 2006

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

mais um dia igual a tantos outros, com as mesmas pessoas, as mesmas caras, as mesmas frases habituais de quinta-feira de manhã.
hoje nao te contei tudo...disse-te que tinha sonhado contigo, mas nao te contei a verdade toda do filme. talvez porque nem eu queria falar disso. a verdade é que sonhei contigo e com ela. sonhei que fazias anos, que eu estava a tentar organizar-te uma festa e tal mas de repente lembro-me de me ver abraçada a ela, a chorar por ela ter ido para outro lugar, por ela ter morrido. chorava imenso e ela, pelo que me lembro tentava-me acalmar...
nao me lembro de mais nada, apenas desses momentos...


Tenho muitas saudades dela.

Agora vou ter com ele!! já nao o vejo à meses... =S

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006



Hoje precisava de um sítio diferente onde pudesse pousar a cabeça e dormir por umas horas, ou simplesmente encontrar um local onde conseguisse organizar algumas ideias perdidas em mim e talvez no tempo também.
Mas provavlemente nao procurei bem, porque nunca mais parecia encontrar esse tao famigerado sitio que tanto anseio ver.
E quem eu ansiava mesmo por ver eras tu, mas por uma qualquer razão isso nao aconteceu. Certamente nao por minha vontade mas de facto, nao aconteceu.
Tento muitas vezes que esa situações sejam diferentes mas nao consigo obter resultados práticos nisso.

domingo, 10 de dezembro de 2006



Eu sei que tu sabes. Mas acredita que não poderia ser por outra razão qualquer. É mesmo pelo sentimento. Pelo enorme sentimento. E por aquilo que vem no acréscimo do amor, porque e não fosse por isso, esta nossa relação nunca teria pernas para andar.
Ele revolta-me. Mesmo. Revolta-me muito. Mas por mais irritada, passada, alterada que fique nunca mudo nenhuma situação por isso acho que aos poucos estou a aprender a lidar com estas dificuldades que sempre surgem nos finais de semana. E juro-te que hoje falava com ele. Porque se o problema é eu usar saia, eu posso começar vestir calças…
Provavelmente eu acabo sempre por ficar numa situação melhor que a tua mas mesmo que assim não fosse, continua a ser injusto. E hoje era mesmo aquele dias em que só um abraço não chegava…mas ainda assim, nem isso tive. E quando me lembro que ontem por um milésimo de segundo não vi essa carinha fofa, apetece-me bater no idiota do teu tio que se lembrou de marcar a tal missa, na qual fui ouvir falar de natal…como se o natal tivesse algum significado. E no final, pega em mim e diz-me que a tua avó mora para lá da igreja e que ontem viu a tua mãe e mais umas tretas quaisquer que foram capazes de me fazer sorrir. Mas a vontade de lhe bater persistia…Mas enfim, ele é boa pessoa bem lá no fundo, e eu gosto dele, naquele ar desajeitado e jeito ciumento. Mas ele tem piada.
E voltando à missa, segundo o padre «temos que abrir a nossa alma e arrumar a casa do nosso coração para que Jesus nos visite no natal» (nas palavras dele)(que ouvi durante mais de uma hora numa tal sessão a que chamam missa, com cerca de 100 pessoas todas sentadas naqueles pedaços velhos de madeira, devotas a um padre que de 10 em 10 minutos mandava fazer silêncio e salientava, sem o referir, a falta de educação das crianças presentes, certamente culpa dos pais).
E hoje contava almoçar contigo, e passar uma daquelas nossas tardes, só nossas mesmo, fosse no cinema habitual ou no jardim do costume. Ou num novo sitio. Desde que fosse. Mas não foi…


Amo-te bebé.



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10 De Dezembro…Ainda me lembro como se fosse hoje, como se tivesse acabado de acontecer. Ela entra pelo quarto e sem qualquer tipo de aviso, senti aquelas palavras saírem-lhe boca fora…impiedosas. Lembro-me de me sentir gelar, da vergonha de chorar, de não saber o que dizer, e lembro-me daquele abraço instintivo. Lembro-me dessa noite, do dia a seguir, de sonhar com ele vezes sem conta, e lembro-me do maior tormento da minha vida, que é ela, e que eu odeio com todas as minhas forças. E no lugar dele podia, aliás, devia, ter ido ela, que não faz falta a ninguém.
Eu e ele podemos nunca ter tido aquela tão famosa relação de que todos falam, de «avô-neta» mas eu sei que tinha lá um lugarzinho para mim e que sempre fui melhor que todas as outras. E talvez este seja o meu lado convencido a funcionar, mas não deixa de ser verdade.
Para além de dinheiro, as únicas coisas que ele deixou foram ela, que faz parte da minha vida, e saudade. E remorsos também.
Lembro-me de todas as visitas ao hospital, das noites mal dormidas, de jogar damas numa qualquer sala de clínica privada. E as lágrimas nas poucas das missas que tive coragem de ir. Não porque não haja sentimentos. Mas simplesmente porque aquela coisa a que chamam mulher me envergonha e porque tudo aquilo me traz recordações de algo que eu só quero esquecer.
E o tempo não volta atrás, a vida não se refaz mas se voltasse dir-lhe-ia tudo aquilo que a minha boca nunca foi capaz de proferir…

E já passou um ano…nem acredito…

sábado, 9 de dezembro de 2006




Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir

Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre

Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje





Eu quero ficar junto, mas sozinho só não é possível
É preciso amar direito, um amor de qualquer jeito

Ser amor a qualquer hora, ser amor de corpo inteiro






And I'd give up forever to touch you
Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now

And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight

And I don't want the world to see me
Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006




Ela é de rir como diz a Patrícia.
E sem que falássemos nisso, ela olha a sorrir para mim e diz «ai o teu namorado é tão lindo…Eu vi-o noutro dia quando ele te veio buscar, que rapaz bonito…estão mesmo bem um para o outro…» =)
Limitei-me a sorrir. É das tais coisas que por muito que tente nunca encontro uma resposta adequada. Só aquelas que tentam deitar por terra os comentários inoportunos da minha mãe, que insiste em ser desagradável, pensando que aquilo de facto lhe dá um ar de graça. Mas faz aquilo numa onda de brincadeira.
E a Sandra e a brincadeira, e a boa disposição e a risota são amigas de infância…

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006


Seja como for já estava calçada, vestida, ainda que as calças goteassem a água da chuva que me havia ensopado até entrar em casa, por isso, despi o roupão, peguei na chave de casa e sai. Ainda pensei em deixar lá o telemóvel, sair só comigo mesma, mas já sabia que ia ter alguém histérico atrás de mim, a ligar para tudo quanto era sitio à minha procura e numa de evitar isso, lá levei aquele objecto preto que eu tanto amo…no final de contas também ele precisava de sentir a brisa fria que corria lá fora.
Fui assim meia perdida, sem destino e sem ideia do que ia fazer, mas não podia olhar mais para aquele monitor repleto de um azul de mar lindo, que me estava a ofuscar o espírito. E seguindo o exemplo dele, tirei a tarde para mim, só para mim.
Quando reparei, estava sentada na parte de trás de uma camioneta, onde se lia por fora «Porto». E que raio iria eu fazer para o Porto? Mas a verdade é que estava lá…
Do lado de fora a chuva tombava cada vez com mais intensidade e acabei por me perder em reflexões de uma qualquer coisa que me acalmou o espírito. Talvez tenha pensado na tarde de ontem…
Como que num solavanco a camioneta parou. Parecia que havia chegado ao meu destino. Sai. Imediatamente me dirigi para lá. Como se alguém me tivesse pegado na mão, aberto a porta e dito «entra». E eu entrei. Com uma leve esperança de te encontrar com uma daquelas chávenas brancas com uma lista azul, com café e um cinzeiro onde dormitasse um cigarro. Mas nada. Tive vontade de me sentar mas sai. Quase no fim daquela sala, permanecia em silêncio uma mulher de pele negra que parecia bastante concentrada em alguma coisa. Talvez na folha que tinha pousada no colo e onde de quando em vez encostava uma caneta. Mas não parecia muito inspirada. De qualquer maneira não perdi tempo a olhar.
A chuva cá fora era cada vez mais forte e também o som dos tacões que eu adoro bater no chão. Desci a tal rua de sta Catarina e apareceu me de repente a estação de S. Bento, bem em frente ao meu nariz. Repleta de gente…
Não sei bem quanto tempo lá estive mas a verdade é que passei metade da tarde naquelas ruas atoladas de pessoas e carros e lojas e vitrinas e prédios e…e nem sei bem que mais.
E por muito esquisito que me possa ter parecido senti-me realmente bem sozinha…completamente sozinha. Só com os meus pensamentos e momentaneamente parecia que até eles me queriam abandonar. Por vezes gostava que o fizessem. Mas não hoje. Hoje precisava deles bem juntinho a mim. Quando já não aguentava os pés naqueles pequenos objectos castanhos, fruto de mais uma das minhas aquisições fúteis, dirigi-me novamente aquele edifício branco, onde eu adoro passar umas horas com ele. E nada dele. Mas não ia com ideias de o encontrar. Ia simplesmente com vontade de um café, quente, e de uma música calma que me fizesse descansar por uns minutos. Entrei e encontrei a mesma menina de sempre, com a mesma cara de sempre, a mesma voz quase muda de sempre e a mesma simpatia que é habitual. Rapidamente lhe pedi um café. Para além do café trouxe-me também um cinzeiro. Esbocei um sorriso. Parece que somos clientes habituais. Mas a verdade é que eu não fumo. Mas hoje gostava de o ter feito. Faltava-me algo que acompanhasse aquele café, que por sinal estava bastante bom.
A tal mulher continuava lá. Sentei-me no mesmo sitio de sempre e ela olhava-me com bastante frequência. Ainda mantinha a mesma folha de papel e a mesma caneta na mão. A sua atenção oscilava entre mim e o texto que escrevia. Uau, se calhar é uma escrita meia famosa meia desconhecida e vou ser uma das personagens principais do seu livro. Confesso que era engraçado. Ainda estive lá uns bons minutos. Encostei-me numa daquelas cadeias fofinhas onde costumo sentar-me com ele, ou no seu colo, e mostrar-lhe um teste de psicologia, dar-lhe um abraço, contar uma daquelas histórias mirabolantes de quando éramos mais novos e relembrar velhos tempos. Ás vezes ele ainda perde tempo e explicar-me o sistema que o controla. Mas até nessas altura eu me sinto meia loira, porque nem sempre é fácil entender aquela cabecita maluca. Mas adoro aquele jeitinho de falar, aquele sorriso e aquela mão na minha cara, ou na minha perna, ou seja onde for. E é bom estar ali com ele, naqueles diálogos só nossos em que mais ninguém participa.
Quando me apercebi naquilo em que pensava rapidamente fiz um intervalo e acabei por não ter o que fazer ali e sai novamente. Desta vez definitivamente. Já nada me prendia ali a não ser o olhar atento da tal mulher que arriscaria dizer que, no caso de não ser escritora era lésbica…ou bi, porque ser bi agora está na moda…
E voltei a entrar na camioneta…





«Sabes como é que eu sei, que quando eu seguro a tua mão assim tu gostas? Porque me imagino a sentir o mesmo…»
*gosto-te*

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Eu já sabia qual o tipo de frase que ias dizer, qual a expressão que irias fazer, ate os gestos que irias compor. Mas de certa forma sempre tive uma vaga esperança que no fim de contas acabasse por ser uma coisa encarada de uma forma perfeitamente normal. Porque no fundo, é normal! Eu posso dizer que entendo, porque entendo, mas não posso dizer que concordo, nem que ache «justo». Pelo simples facto de que, e não só por isso, eu não seria capaz de fazer uma cena dessas.
Mas eu já devia conhecer esse teu feitio e essas manias. Essa forma de pensar absolutamente egoísta. Mas pelos vistos não conheço. E eu mesma, quando reparo bem, também sou egoísta, sim, é verdade…também estou a opinar numa coisa em que o meu interesse era máximo, mas seja como for todos temos parte activa nisto.
Eu antes ainda era capaz de mandar uns berros, de criar uma discussão, de fazer daquilo um campo de insultos mútuos, mas hoje em dia prefiro olhar 90 minutos por uma puta de uma janela de uma sala de aula. Eu tenho essa mesma conversa estúpida, dou esses mesmos berros, irrito-me, de tão furiosa que estou, mas apenas em silêncio, para mim mesma…porque no final de contas acaba por ser uma discussão perfeitamente inútil uma vez que não vamos chegar a conclusão absolutamente nenhuma, porque não vamos mesmo. E mesmo que fossemos, isto é assunto morto para mim.
Ele pode ate ser cínico (não estou a dizer que é), pode dizer uma coisa na minha frente e outra nas minhas costas, mas na altura é sempre, mas sempre mesmo, aquele que está lá para aturar as minhas cenas, para ouvir os meus desabafos sejam eles ou não, do seu agrado. E procura-me. E preocupa-se no final com aquilo que eu sinto. Mas não gosta de tomar partidos de nada nem de ninguém. Por assim dizer dá-se bem com deus e com o diabo. E apesar de, se fosse uma qualquer outra pessoa, eu achar falso, acho óptimo. Acho que acima de tudo aquilo para ele é amizade. E sincera. E equitativa. E eu gosto disso. Porque ele é capaz de me mandar a merda, com um eufemismo simpático e dizer que não concorda. Mas antes de tudo isso é capaz de ouvir com atenção e naquele jeito desajeitado até concordar connosco. Ou convosco.
Ela opta por não tomar partido de ninguém, por nem sequer opinar, e é uma sábia decisão…ainda que estúpida. Ou talvez estúpido fosse meter-se no meio de nós. Ainda que loira, é inteligente…e seja ela a favor ou contra eu gosto dela.
É tanta coisa, e não sai nada…

*texto estúpido *


Mas nem quero falar mais disto. Não vou. E para mim é assunto encerrado…



* Obrigado pela tarde, mesmo…! Obrigada pelos beijinhos, pelos abraços sem razão alguma, por estudares comigo, por me fazeres feliz… E desculpa (tu sabes)…com sentimento...lool*


domingo, 3 de dezembro de 2006

Aproxima-se aquela época de presentes e acções completamente banais como dirigirmo-nos a um shopping com a ideia de adquirirmos mais um daqueles objectos, por vezes inúteis, para oferecermos a alguém de quem gostamos. Uma mariquice como diria o meu amor. E talvez seja mesmo. Talvez o natal se tenha tornado um «feriado comercial». Não que eu me importe com isso, porque para mim sempre foi uma alegria imensa poder abrir os presentes antes da meia noite…:p
Nunca participei numa verdadeira festa de natal. Nunca fui a uma festa daquelas em que a família toda se reúne para passar a noite de natal. E talvez me falte esse espírito! Talvez o natal para mim apenas signifique prendas e um gasto excessivo do meu precioso dinheiro, que com algum custo tento poupar. Tem-se revelado uma tarefa deveras difícil!!
Bem, de qualquer forma este ano não deverá ser diferente do ano passado e por isso, talvez a passagem de 24 para 25 de Dezembro seja um dia absolutamente comum…
É que nem sequer aquele pedaço de troncos, verde, nós enfeitamos com bolinhas amarelas, aquelas fitas reluzentes e as tais luzinhas que piscam dia e noite ao som de uma qualquer música que insiste em preencher o vazio da noite.
E se pensarmos um pouquinho só, não é difícil perceber o porquê da falta de comemoração. Não que alguma vez tenha festejado com ele. Simplesmente pela data em si. Pelo acontecimento negativo na sua globalidade.
Gostava de dizer que este natal havia sido diferente por uma razão feliz para todos. Mas por mais que me esforce, essa razão não aparece. Pelo contrário. Se não fosse por ele…seria por ela. Sempre foi a prenda dela que eu abri primeiro...


Amo-te bebé. :) *Amei ontem...*
No outro dia ele veio com uma conversa estranha de psicólogo ou algo semelhante para eu desabafar. Alguém para eu contar as minhas frustrações e partilhar os meus problemas. Ou talvez um familiar. Mas de repente não me ocorre ninguém a quem eu queira contar a minha vidinha toda. A quem eu queira dizer que a morte dela deu cabo de mim. E que me passo sempre que surge um entrave entre nós os dois, porque sou doida por ele.
Não acho que alguém me possa ajudar, porque talvez eu não queira ser ajudada. Não que eu goste de me sentir assim, não que isso de alguma forma me ajude, muito pelo contrário, mas acho que isto é algo que se resolverá apenas comigo mesma e com o tempo. Talvez eu tenha mudado um pouco a minha forma de estar, a minha maneira de ser.
Quando olho à volta não vejo metade dos amigos que tinha. E se isso por um lado me entristece, por outro passa-me completamente ao lado, porque eu não quero estar com nenhum deles. Isso não quer dizer que não goste deles, nem nada parecido. Significa apenas que me afastei até de mim própria….e não sei lidar com isso.

quinta-feira, 30 de novembro de 2006


« Como de repente podes sentir-te no paraíso de repente podes estar no inferno, mas isso é passageiro. O que faz com que tudo isto aconteça são aqueles indispensáveis minutos que por vezes te passam ao lado; se os começares a aproveitar vocês não chegaram nem ao paraíso nem ao inferno mas chegaram ao infinito, sempre juntos, pois isso é o que importa!! »


Palavras para quê? És inesquécivel...

terça-feira, 28 de novembro de 2006



Sinto-me triste por isso. Muito triste mesmo. Mas ao mesmo tempo anseio que chegue amanha e que eu te possa ver outra vez e dizer entre uma chuva de beijos «Parabéns meu amor».


/As mioras bebé\



[tu sabes…ne?]



* 1 dia *

domingo, 26 de novembro de 2006


Talvez. Talvez seja mas isso nunca pareceu ser um problema. O que antes eu considerava uma qualidade hoje passou a pequeno defeito que me atormenta durante um longo tempo, porque eu não sei abstrair-me disso. E talvez para mim essas pequenas coisas tenham valor.
E detesto quando temos aqueles 5 minutos, às vezes mais, em que as nossas ideias por muito que se complementem, chocam por completo e em que os nossos olhares divergem assim como os pensamentos.
Para mim não há outra forma de ver as coisas. Sou um pouco como Alberto Caeiro, vejo o mundo tal e qual como ele se me apresenta. Mas gosto de pensar, ao contrario dele. E se calhar estou doente. Não só dos olhos, mas do resto também.
Não reparo em pequenos objectos mas dou valor a pequenos pormenores…a grandes sentimentos. E principalmente às atitudes, sejam elas pequenas ou não. E talvez eu tenha mesmo esse problema, mas como sabes, isso é algo que eu nunca mudarei. E tu também não. Não dessa forma. E cansa-me…muito…e um dia vai cansar demasiado. Entristecer demasiado. Espero que esse dia nunca chegue porque não virá sozinho.
Perco-me nestes pensamentos sabes? Mas de cada vez que te vejo e te beijo, de cada vez que «fazendo-e um excesso de carinho no corpo, me fazes um carinho na alma», de cada vez que nós…somos só e simplesmente nós, pareço esquecer-me de todos estes conflitos interiores que vêm ao de cima, sempre que uma atitude destas volta a acontecer. Tento controlar mas isso gera um conflito ainda maior.
E eu sei que se torna pesaroso ouvir sempre a mesma coisa, mas torna-se assim também para mim. E não sei a qual dos dois dói mais. Certamente isso não se mede…
E esse é o contraste que existe em ti. A fonte de calor que me abraça nos dias frios e o arrepio que vem naquele vento cortante.
E é sempre tão bom…e é sempre tão frio…
E és tudo aquilo que eu sempre sonhei quando me fitas com aquele olhar apaixonado, quando me abraças debaixo da água que cai do chuveiro, quando atendes o telefone e dizes «oláa bebeééé» quando no escuro do meu quarto me dizes que me amas…e quando simplesmente não dizes nada, mas me mostras tudo o que poderias dizer, com aqueles que dizem ser o espelho da alma.
E és a minha maior dor de cabeça quando começamos com as nossas merdinhas, quando não aprovas os meus ataques de ciúmes, quando me viras costas, e quando…isso que tas a pensar…
Mas nem ai, nem nessas alturas, deixas de ser a minha coisa boa…deixas de ser a «minha droga e o meu investimento». Compensa o bem que me trazes pelo mal que me fazes…lol, estou a brincar!! =)
E os lençóis tem o teu cheiro, e a camisola de ontem também, e o casaco, o cheiro do teu tabaco…(lool).
E gosto de ti, mesmo naqueles beijos com sabor «à loira» (lool). E naqueles rápidos à frente dos papás.


« Há poucas coisas de que eu me arrependo mais do que estar longe de ti…»
« Aiii…se tu não gostasses tanto de mim…nem sei o que faria…»
« Oh, isso de seres trenga é outra coisa não??»
« Sim, ainda és a melhor coisinha da minha vida!»
« Preciso de ti como uma sereia precisa de agua»
« Quase te chamava anjo mas esse titulo já tem dono…mas és…um espectáculo mm»
« És um doce pra mim linda…»

(e adoro este teu lado…)

* 3 dias…*

« Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem sabe o que é amar... »





*Amo-te bebé* =)

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Acho que da próxima vez que a vir tenho que lhe pedir desculpa. Não sei exactamente pelo que porque se bem me lembro não lhe fiz nada mas talvez lhe devesse algum respeito…e alguma consideração.
É certo que ela não tem nada a ver com a minha vida e estava ali apenas a fazer o papel dela mas de qualquer forma, sinto que fui incorrecta.
Hoje ele disse-me que eu não era nenhuma miserável nem tinha nenhuma vida deplorante ou outro qualquer adjectivo que de momento não me lembro. E não tenho mesmo. Mas por qualquer razão sinto-me assim. Desligada de tudo e de todos. Menos d’Ele. Para ele eu estou sempre presente.
Não o faço por mal, simplesmente flúi de dentro de mim esta má disposição e falta de paciência para tudo.
A morte abalou muita da minha vida e quando acho que já ultrapassei isso, um sonho, um pensamento, uma música, qualquer coisa, a mais simples, me muda a atitude e a forma de estar.
Se calhar o meu mundo intersubjectivo anda um pouco baralhado. Acho que ando a dar os significados errados às coisas e que tenho dificuldade em entender.me por isso acho que não será possível entender os outros.
Mas não posso atribuir à morte toda a culpa das minhas fraquezas. De facto, é por culpa dela, mas eu deveria ser forte o suficiente para passar, não ao lado, mas por cima disto. No verdadeiro sentido da palavra.
Sinto-me angustiada como ela disse hoje. Não sei como é que ela capta essas coisas mas de facto sinto. E por mais que tente explicar porque não encontro explicação possível. Talvez não haja. Talvez esteja só a passar o meu momento de estupidez e a voltar a fase do armário e simplesmente querer estar sozinha. Nunca gostei de dividir espaço apenas comigo mesma, mas ultimamente é o que mais me apetece fazer. Porque mesmo que o divida com alguém continuo a sentir.me como se ele lá não estivesse.


Morro de saudades dele. Mesmo. E dela. Sempre.


Sou uma fraca!

Detesto-me.

quarta-feira, 22 de novembro de 2006


Naquela altura a lua trazia-me mais certeza
O tempo vai passando mas não muda a tristeza
Quero ouvir de novo as palavras que sussurras-te
Relembrar-me dos segredos que me confias-te

A inocência que me davas era singular
Não sei qual foi de nós o primeiro a mudar
Fazes-me visitas mas só temporariamente
Quem me dera que voltasses e ficasses para sempre
Porque é que não percebes que estou a ficar mais fraco
Se não me queres dar um beijo dá-me ao menos um abraço
E diz-me que está tudo bem como antigamente
Quando passávamos tardes a olharmos frente a frente

A saudade aperta e não dá pa ignorar
A dor fica cá dentro como uma ferida por sarar
Hoje recordo bons momentos que contigo passei
Mas a tua partida foi algo que nunca imaginei
Com o tempo passando os sentimentos são iguais
Se calhar quando desabafei já foi tarde demais
Faço a solidão o meu companheiro diariamente
Quando sonho que voltas-te e ficas-te para sempre
Quando partis-te simplesmente ficou um vazio cá dentro
Mas na mesma distância mudou o meu sentimento
Se me nasceu num dia espero seja eterno
Quantas lágrimas secaram nas folhas destes cadernos
Houve tanta coisa que ficou por dizer
Duvido que compreendas aquilo que me faz mais sofrer
A mágoa que cá dentro, carrego sempre comigo
Dava tudo pa voltar a rever o teu sorriso
Se calhar tenho culpa por ter sido tão calado

Houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas
Tantas lágrimas que chorei em forma de tinta
Se te desiludi peço desculpa mas é estranho
Não imaginas nem metade do amor que tenho

Imaginado que regressas a qualquer momento
A esperança não morre quando acordo a fantasia
Reencontrar-te era tudo o que eu queria

E por momentos passo para outra dimensão
Para um mundo diferente que um dia sonho encontrar
Ter-te do meu lado sempre que eu precisar
Nos momentos difíceis estejas lá pra me apoiar
Mas a esperança que eu guardo é o que me faz acreditar

terça-feira, 21 de novembro de 2006



Gostava que todas as noites fossem como esta. gostava de te ter aqui a dividir a cama comigo todas as noites e esperar ansiosamente que a minha mae se mantenha lá dentro com aquelas conversas que nao intressam a ninguém.

Amo-te minha coisa boa. muito mesmo. mesmo quando me trocas pelos simpsons. lol :p

Vju

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Foi uma manha igual a tantas outras passada com algumas horas de sono a menos e uma vaga esperança de acordar com uma sms de «bom dia» daquela pessoa que nos amamos tanto como a própria vida. Ou mais ainda. Mas talvez seja eu que acorde «com as galinhas» conforme aquela expressão popular que eu já ouvi tantas vezes.
Gosto dele apesar de algumas divergências que sempre surgem entre nós. Mas às vezes concordo com ele quando diz que no fim fica sempre tudo bem, e que isto de forma nenhuma prejudica a nossa relação.
E é bom sentir que isso é verdade.
Quantas vezes depois de um dia inteiro, ou apenas umas horas juntos, me sinto completamente feliz, pura e simplesmente porque estive na sua companhia. E ele é uma óptima companhia. Para tudo. Para passear na praia, para almoçar num restaurante ou até mesmo num jardim, para comer um gelado (loooool), para ver um filme, para passar horas e horas na cama, para chorar, para nos ouvir quando mais ninguém o faz, para ir a um centro comercial…Até mesmo para discutir. Ou talvez não.
Fico contente por ter encontrado alguém assim para preencher os meus momentos felizes, os de desespero, os de tristeza, os de esperança…para estar presente em todos os momentos, mesmo que não, fisicamente.
E gosto que ele seja o meu ombro amigo e o meu porto seguro, de onde eu nem sequer saio. E talvez devesse faze-lo. Mas sei que enquanto habitar aquele porto, nunca nada virará o meu barco, nem tão pouco o afundará.
Ele é difícil. Tem um feitiozinho complicado e uma maneia de sentir própria de pessoas especiais, mas é o meu amor. A melhor coisa que alguma vez me aconteceu nesta vida. E fez por mim coisas que eu nunca fiz por ninguém nem nunca ninguém fez por mim.
Acima de tudo cativou a minha amizade e conquistou o meu coraçãozinho fragilizado. E mais que isso, esperou e insistiu. Foi ocupando o seu espaço, de uma forma perspicaz e inteligente..
E é assim que eu o amo. Pela sua maneira de ser diferente de tudo o que é normal. Por ser único e especial.
Por seu meu. Meu só e de mais ninguém. (além da outra ne babe, mas pronto, por esta vez passa). Lol.


«Foste a única namorada minha que ela conheceu…» :D

* Amo-te muito mia coisinha boa*

sábado, 18 de novembro de 2006

ohh moorrreeeeeeee....

já te dixe hoje que te adoro axim mt mt mt??

que ontem foi...otimo??

e que es a melhor coisa da minha vida???

nao?

mas é tudo verdade bebe: eu adoro-te mt mt mt mt mt mt mesmo, ontem foi...lindo, e es a melhor coisinha da minha vidinha complicada.




*AMO.TE*


tive saudades tuas hoje.

quinta-feira, 16 de novembro de 2006




Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero (correcção: MAS QUERO SER, lol) ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus segredos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém...

Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida

Onde está você agora?






*Dwt mt mt mt mt mt msm* vju * =)






E amanhã é SEXTA!!! lool


quarta-feira, 15 de novembro de 2006


Revoltantemente sinto que aquilo que me disseste pode ser verdade. Sinto-me diferente, sinto que não sei ver o melhor lado das coisas, sei que sou injusta com as pessoas, mas irritantemente isso não é algo que eu consiga mudar…não que já alguma vez tenha tentando mas simplesmente sei que não tenho força nem motivação para tal…
Ao longo deste tempo, muitas tem sido as pessoas que tem notado o meu afastamento e que me tentam de novo aproximar, seja lá e que forma for, e de alguma maneira eu não consigo. Não sei verdadeiramente até que ponto deixei de ser eu mas sinto algumas coisas a escaparem-se-me por entre os dedos.
Esperava chegar a casa e poder encontrar algum tipo de apoio e de compreensão mas ao invés disso só recebi criticas e expectativas frustradas de alguém que eu julgava meu amigo. E que talvez até seja.
Sinto-me muito revoltada por ela ter morrido e não sei lidar com isso. Estranhamente achei no silêncio um amigo, ou um companheiro das horas vagas. Acabo por me refugiar nesses momentos só meus em que mais ninguém participa, e não me fazendo mal, também não me fazem bem algum. Mas tornam-me mais forte. Fazem com que seja mais independente. Mas revoltam-me e tornam-me agressiva e fria, eu sei, mas apesar de ter esse poder, não sei inverter esta situação.
Não sei procurar a tua ajuda, não sou capaz de aumentar uma dor que também tens, não me sinto preparada para falar disto seja com quem for. São muitas as vezes em que sinto a tua falta. Em que anseio por um abraço, mas, talvez por minha culpa, tu nem sempre estás aqui.
Ontem quando te disse que não tinhas amiga como eu, era mesmo sentido. Não acho que tenhas. Mas também sei que não encontro em mais ninguém, o mesmo que vejo em ti. E sei que mesmo nas tuas atitudes e frases mais frias está presente todo o amor que fomos construindo ao longo do tempo.
E às vezes tenho vontade de te dizer que és especial, mas as palavras não saem, e quero fazer-te sentir que gosto de ti mas a única coisa que sai é uma resposta mais agressiva.
E por muito que seja difícil esperava que compreendesses isso…esperava que tu melhor que ninguém entendesses sem que fosse preciso explicar-te.
Pah, tenho tantas saudades dela…sinto-me tão revoltada…tão triste por saber que nunca mais a vou ver…e não encontro ninguém que seja capaz de perceber que ser mais agressiva é a minha forma de me defender das coisas. Ou isso, ou passo o dia a lamentar-me da minha vida. Não que eu tenha um rol de problemas mas tenho algumas dificuldades que atrapalham a minha convivência comigo mesma. E sinto-me triste com isso. E gostava de ser diferente..mas não sou…

E sou uma frustrada…



E amo-te bebé…e sinto a tua falta (...e isso também. :p)


terça-feira, 14 de novembro de 2006





AMO-TE MIGUEL




PURA E SIMPLESMENTE...

segunda-feira, 13 de novembro de 2006








OBRIGADA...sabes o que significa pa mim...
*Pa smp manu, pa smp...* =)

domingo, 12 de novembro de 2006



*Amo este relógio :p *

Por mais que tente esta mania de me viciar em folhas de papel com escritos pensados, é-me impossível larga-la.
Temo que os assuntos acabem por recair sobre o mesmo tema, mas invariavelmente só sei escreve sobre aquilo que sinto…
Como em tantos outros fins-de-semana estou sentada no vazio de uma sala, como quem anseia pela companhia de quem não chega. E enquanto escrevo cada palavra é meticulosamente pensada, sendo que cada novo sentimento transborda para o papel, no azul choroso da tinta…
Cheguei a ponderar a veracidade de tal pensamento quando falamos por sms, pouco faltava para a uma da manha. Mantive acesa a chama da esperança que se foi apagando a cada «piiii» que saia do auscultador do telefone. E apaguei-a completamente ao ouvir a voz decepcionada e algo zangada que me chegava em frases curtas do outro lado da linha. E subitamente tive vontade de ter vontade, tendo, no segundo seguinte, vontade de não a ter…e apelei a toda a minha tolerância e ainda assim, o meu sufoco saiu boca fora, num acto descontrolado da natureza do meu ser.
Mas comovem-me as palavras sentidas que oiço…e sei reconhecer a falta de culpabilidade que me transmites…e aceito! Não simplesmente por aceitar mas porque sei que é importante que o faça…e que precisas…!
Fico aqui perdida na esperança que me encontres, pensando em tudo e não sentindo nada…e o contrario também…
E espero que depois seja diferente…Que principalmente ELE seja diferente…Mas nunca é!!!



* Mas sim, amo-te na mesma ne? E sim, lá estarei amanha…*




« Eu sei que posso se ingrato naquilo que escrevo
E que a minhas atitudes só reflectem o meu medo
De te perder e de te ver sem poder tocar
A saudade aperta e não dá pa ignorar
A dor fica cá dentro como uma ferida por sarar
Não imaginas nem metade do amor que te tenho
És o ponto final que terminas as minhas tardes
O ponto de exclamação que dá vida às minhas frases
És o meu refugio»




KATY...muitas saudades miuda...muitas mesmo... :(

sábado, 11 de novembro de 2006

Com o passar do tempo tenho-me apercebido de que isso não é algo que eu possa mudar. Ao inicio pensei que a dor, aos poucos, fosse atenuando, mas em vez disso a ferida cada vez é maior.
Tenho muita pena dele, mas nem imagino sequer aquilo que tu estás a passar. Ontem, aquela sms, não dizia nada de especial, mas fiquei com tantas saudades tuas…dela…de tudo sabes?? Eras mesmo especial, tenho muita pena que a nossa relação se tenha esfumado com o tempo…tenho saudades de tanta coisa…Lembrar-me de ti ontem, foi motivo para pensar nela o resto da noite, para ouvir esta música (myth – acredita) vezes e vezes sem conta e sentir as lágrimas escorrerem cara abaixo. Tirou-me o sono, a vontade de comer, tirou-me tudo…ainda hoje continuo a chorar desalmadamente e quando olho para o lado, não encontro ninguém que perceba a tristeza do meu sorriso…Qualquer lugar, qualquer frase traz dias de lembranças e horas de risos…Foram tantas as vezes que vi aquele sorriso, que ouvi os seus raspanetes….que fiz favores…que…tanta coisa. Senti tanta coisa naquele abraço…precisava tanto dele agora…
Continuo a adiar coisas que mais cedo ou mais tarde pretendo fazer, com a esperança que as situações se proporcionem…Tenho muita coisa para te dizer mas as palavras nunca saem!
Ocasionalmente, quando tenho oportunidade de verificar alguns dos meus receios, tenho até ciúmes daquilo que alguns se tornaram para ti. Sinto que de alguma forma, com ela deixei o lugar de vago para alguém ocupar, e que contigo fiz o mesmo…Sinto-te escapar por entre os dedos…E sei que quando fores, dificilmente voltarás.
Eu admirava-te muito sabes?? Tudo o que tive oportunidade de presenciar, tudo o que pudeste fazer, aquilo em que também eu participei, tudo isso teve muito valor para mim…!
Talvez tenha sido a confidente de alguns dos seus maiores pensamentos (nessa altura) e mesmo contra sua vontade, sempre te ajudei.
Tenho saudades daquelas conversas a três ou mais, atrás daquele famoso bloco…Tenho saudades de partilhar pensamentos e sentimentos contigo…e acima de tudo, tenho saudades da tua amizade, do teu apoio e do teu abraço.


E tenho muitas saudades dela…muitas mesmo…


Como diz a música…acho que nada descreve melhor este vazio…« uma enorme saudade é o que sinto neste momento, um enorme vazio é tudo o que sinto cá dentro»




*Dwt mt meu amor...*

quinta-feira, 9 de novembro de 2006



não é só o amor q eu tenho por ti
é saber q toda a hora tu tas dentro de mim
é sempre assim

para mim és uma forma de desabafar sentimentos
teja alegre triste divertido ou dramático
fica a saber k eu de ti sou fanático
das-me uma solução para os problemas
es a razão dos temas dos meus poemas
es como uma paixão particular
mudaste a minha vida e o meu pensamento
desculpa a obsessão não me consigo conter
es a minha droga do meu investimento
não és um passatempo es um vicio q eu sustento
adoro-te como és não me interessa a tua imagem
marcaste mais do q qualquer tatuagem
ultrapassas o amor e amizade
ainda não viste q nos 2 somos uma unidade


amor tu es o ar q eu respiro


Nada nos separa nem mm a distancia
Pra mim a vida sem ti n tem qual quer significância
Por ti baby eu governava o teu reinado
Ainda te lembras daquele dia em q nos conhecemos


Porque é bom perder e voltar para traz no tempo
E reflectir o momento
Para traduzir o sentimento
Não te quero só por aquilo q me podes dar
quero contigo ficar pa te poder amar


* sempre foste aquela dama especial, smp foste sincera como tu não há igual* (remember this??)

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Tinha cerca de sessenta e poucos anos. Era um homem simpático, com uma barba cor de neve, digna de toda a sua personalidade, um óculos de aspecto rectangular encavalitados na ponta do nariz aquilino. Caminhava de forma ligeira, ponderando cada passo como se fosse o último que alguma vez fosse dar. Tinha ar de quem matutava em algo de realmente muito interesse. Ocasionalmente olhava em redor com um ar intrigado…tudo se passava de forma absolutamente estranha. Parecia inconformado com isso. Percorreu uma e outra vez aquele caminho. Por momentos recordei aquela banda desenhada na qual se vem as personagens a andar em círculos e um imenso buraco no chão da divisão em que se encontram. Imitou o desenho animado dos meus sonhos. Cativou-me. Por nenhuma razão em especial. Apenas porque sim. E desta vez não há um «mas». Cativou-me e pronto.



*Para o resto da vida?? a vida toda é muito tempo contigo...tou a brinkar babe, só a brinkar ;)
intervalinho do meu estudo para te dizer que es a mior coisinha da vidita de euh..hehe...

vju vju vju vju vju dtw mt mt mt mt mt mia coisa boua!

terça-feira, 7 de novembro de 2006

« Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me
Que tudo isso é pensamento
Que não senti afinal »

Naquelas conversas acessas percebo o quanto ele nao percebe...e o quanto eu gostava que ele percebesse. Não bebé, eu nao sou «demasiado boa para as pessoas» ele é que simplesmente nao conhece a pessoa que eu sou e projecta em mim o que gostaria que eu fosse. e que, como eu ja disse, nao sou. Quero desaparecer...vens comigo? Pequeno almoço na cama em quarto de hotel?? xD

Dwt mt trenguh...obrigado por me livrares deste mundo de malucos... :)

«Contigo sou feliz»

domingo, 5 de novembro de 2006

Já aqui estive e já havia escrito um texto enorme que se foi, com a errada ideia de primir uma tecla desconhecida.
Como por magia, todos os sentimentos que havia depositado naquele grande pensamento da alma, desapareceram. Posso tentar escreve-los novamente mas já não terão a magnitude daquele, escrito no momento em que realmente o senti. Estou a divagar muito hoje...
Às vezes paro para pensar em tudo aquilo que antigamente faziamos juntos. De há uns tempos para cá, tenho-me apercebido que tudo isso se esfumou como uma nuvem de pó, em dia de limpezas semanais. Todo o companheirismo saiu porta fora e parece ter medo de voltar a entrar, assim como toda a amizade e carinho que esfriaram e não há meio de voltarem a aquecer. Momentaneamente sinto falta dessas alturas em que era uma menininha indefesa que carecia de dedicação e protecção de um pai extremoso e delicado. Erradamente, hoje a nossa relação traduz-se na irreverência de uma adolescente, por vezes indisciplinada e de um pai que projecta nela todo um protótipo de pessoa ideal. Aquela que ela nunca será. Custa-me reconhecer mas de facto, às vezes interrogo.me sobre a real veracidade daquilo que sabes de mim.

Eu sei que seria tudo mais fácil se eu pusesse de lado, aquilo que tu a que tu gostas de chamar arrogância e eu apelido de personalidade.
Talvez ambos estejamos errados mas detesto aquela forma de impor poder apenas com um olhar que deita por terra todos os meus argumentos, deveras mais certos que os teus.
No momento em que me vires como alguém que acima de tudo também sente, todas as nossas discussões, ou pelo menos parte delas, deixarão de ter bases que as suportem...e tudo voltará à paz de antes...ou entao, encontraremos simplesmente algo que nos distancie de novo.

sábado, 4 de novembro de 2006

Eu podia escrever um texto enorme. fazer umas frases mais ou menos bonitas com mais ou menos coisas sentidas, mas isso nunca fará ninguém perceber nada!

Podia-lhe dizer que um dia, ela foi realmente especial para mim, e se algum dia a deixei, nunca foi com real intenção de a magoar. talvez tenha até voltado por algum interesse mas nunca me apercebi disso realmente. Hoje, tudo o que lhe peço é aquilo que eu também lhe dou. Eu sei que ela ás vezes acha que eu sou injusta e que nao lhe dou o devido valor mas isso, de facto, nunca aconteceu. Ela sempre foi do melhor de mim, e mesmo nas nossas discussoes está presente aquele sentimento de carinho extremo...
Em todos os sorrisos, com todas as lágrimas, em todos os piores e melhores momentos, naqueles em que não me encontrei, nos momentos em que bati no fundo do poço, ela esteve lá.
Presenciou todas as discussoes, todas as conversas, todos os maus humores, as queixas, os baldes de lágrimas, as injustiças, as risotas, deu.me todos os abraços que algum dia eu precisei...

*Por todos os sorrisos, todos os beijos, todos os abraços e palavras de consulação, e ate mesmo por todos os puxões de orelhas...*

Ela é parte de mim...


« Em ti eu sei k poxo confiar..eu sei k nao tens segredos pa mim..eu sei k me amas incondicionalmente e eu a ti..de ti espero sempre o melhor percebes???
e sei k nunca vou deixar de gostar de ti...sei k faças o k fizeres, estejas onde estiveres,
eu serei sempre uma parte de ti. e tu uma parte de mim..
é axim k eu te amo percebes??

Nunca seria aquilo que sou hoje sem ti…»

sexta-feira, 3 de novembro de 2006




Give a little love
You and I can change the world
Live a lil love
Make it better, if we try
Show a lil love
Let your love rain
Let it rain down on me...





* pela minha definição de amor... eu AMO-TE...*


- amei a manha...- que saudades das nossas vibes bebé... :D




/és tudo o que realmente um dia eu sonhei, se a alma realmente existe a minha é tua e de mais ninguém.../

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Blick said...

Como eu ja te explikei akela msg pox em kausa tudo akilo pelo kual eu venho a lutar nestes ultimos 6 meses (k é ser teu amigo) não gostei tixa prontos nao tenho explicaçao para isso :S...Max fiko contente por teres insistido um pouko mais (é sinal k apesar de tudo apesar das nossas "guerrinhas" que a minha amizade signifika alguma coisa para ti...) as x`s tudo o k é perciso é isso (insistencia e passiencia). Apesar de tudo o k eu possa sentir por ti nao kero perder a tua amizade...Pode-t parecer k so eu é k te ajudo e k esta amizade so funciona num sentido (para o teu lado) max isso nao é verdade... Tu consegues (por vezes) fazer-m rir, konsegues distrair-m e sobretudo akalmar-m e eu gosto disso tixa...Eu sei k com a minha casmurri-s podia ter deitado tudo a perder max eu para alem de ter fikado "triste" percisava de me xatear cnt...O facto de te ver a pedir para eu "voltar" (que na realidade nunka deixei de...) a falar cnt fex-m sentir k esta "pseudo-relação" tinha pernas para andar...Eu tb kurto de ti Tixa, apesar de nao ser da mesma forma k tu kurtes de mim (tenho esperança k isso um dia mude max compreendo k ainda estejas mt "fria" em relaçao ao meus sentimentos por kausa do factor "natas") e nao kero perder o pouko k tenho teu (5 minutos de atençao por dia era mais importante do k parecia...)Bem sei k provavelmento só iras ler isto de manha (kuando eu for para a cama) max kero k saibas k apesar dos nossos "pekenos" choques nao kero perder esta relaçao...vju dwt
Quinta-feira, Julho 06, 2006 4:50:00 PM


Podias dizer k me amavas e seria tudo mt mais facil, podias dizer k o eskeces-t e seria tudo mais rapido podias dizer k as coisas entre nox nunka serao possiveis e provocar-m uma dor imensa podias dizer para eu te eskecer mas eu nunka me afastaria de ti e podias dizer k largas-t todos os teus sonhos e k enfrentavas a realidade, Podias...


"If you are a dreamer i am your guardian angel"
Sexta-feira, Julho 07, 2006 11:05:00 AM


A minha rsp...


Pk gosto de quando te ris,
E detesto quando tax xateada,
Pk kero k sejas felix,
E que t sintas bem e amada,
Pk gosto de falar cnt,
Pk gosto de te ter a meu lado,
Pk cnt a minha vida melhorou,
E ja se passou meio ano,
Pk gosto de diskutir cnt,
Sabendo k a seguir faremos pazes,
Pk éx uma surpresa,
E eu adoro td o k me trazes,
Pk povoas os meus sonhos,
E a tua companhia me trax prazer,
Pk sempre que soltas uma lagrima,
Eu sinto k vou morrer,
Pk me fascinas e encantas,
Desde o primeiro dia,
Mas que eu gosto de ti,
Ja a muito o sabia,
Pk éx perfeita,
Em todos os aspectos,
Pk éx uma deusa,
Livre de defeitos,
E é pelas tardes,
Passadas a teu lado
E dps, eu sem kerer,
Falo, soltando um desabafo,
É por isto tudo e mais,
Que eu digo que te adoro,
E para mim a felicidade extrema,
Seria dizer k cnt namoro...

(Eu tb gosto mt de mangas...vju dwt)
Quarta-feira, Julho 19, 2006 12:12:00 PM


É tao mau k te vax embora agr miuda...Agr que tudo estava a correr bem agora que nos estavamox finalmente a entender talvex ate melhor do k nunka acontece isto...É verdade tixa, nem imaginas as saudades que eu vou ter tuas, no meu dia a dia ja sinto tanto a tua falta nem sei komo vou conseguir passar estas semanas...ha tanta coisa que eu percisava de te dizer max a unika coisa que me apetece fazer é xorar por saber k vais para longe de mim...Gosto tanto de ti miuda...Tens razao em mais uma coisa, vais levar as minha chapas o meu anel e algo mais...o meu coraçao e o meu pensavamento que vai estar sempre em ti...Tento nao pensar nisto, mas é tao dificil miuda...é tao dificil nao me lembrar k nao vou poder tar cntg...É por isso k eu te digo k ate das nossas "merdinhas" vou ter saudades, ao menos para as termox estamos juntos, ao lado um do outro...Vou sentir tanto a falta dos teus abraços dos teus beijos ate dakelas mordidelas nos labios k eu digo k detesto...I don`t belive that anybody feel`s the way i do about you now...Acredita, odeio-t por ires embora, odeio-t por me fazeres sofrer desta maneira max ao mesmo tempo...Amo-te...Chama-m tarado, chama-m pegajoso, chama-m viciado, chama-m o k kiseres max por mim??Nem tu nem eu iamox a lado nenhum...fikavamox nakela praia para sempre...so tu e eu sem (kuase) nos preokuparmos com mais ninguem...so tu e eu miuda...Nunka vou poder pagar-t tudo akilo k me deste, os lanches nao sao praxe de convidado sao simplesmente uma tentativa mt rasca de t tentar agradecer...Because it is you and me...and i don`t know were are we going from here...S a perfeiçao é o auge tu é o k vens a seguir...Ja sinto a tua falta...Amo-te patricia...
Sexta-feira, Agosto 04, 2006 10:00:00 PM


LOL pelos vistos tinhas razao mor...O teu coraçao é mm mt grande =D...Brigado patricia...Brigado pelas coisas k me fazes sentir, brigado por existires, brigado por me teres deixado entrar na tua vida, brigado por me deixares amar-te, brigado por...tudo...Dw.th tanto miuda...Brigado, meu doce...
Sábado, Setembro 09, 2006 11:51:00 AM



Nem eu keria ser tao bom... xD Quando o tempo nunka mais parece passar, quando alguem te fax xorar, quando um problema parece dificil de resolver, lembra-t...Eu estou aki ;) amo-th mt trenga =D
Quinta-feira, Outubro 26, 2006 4:17:00 PM




* for ever and ever babe *

terça-feira, 31 de outubro de 2006




Eras um menino mimado, um bebé já crescido que carecia de todo o amor, carinho e atenção que pudesse receber e mais alguma se possível.
Assim, sentei-me no banco da paragem e aguardei que viesse «um bus que me levasse ao meu mor». Durante todo o caminho pensei em qual seria a reacção, se seria uma viagem perdida ou um ponto de partida para algo mais. Enchi-me de paciência e de todo o bom senso que me restava e caminhei pelas ruas do porto, numa ansiedade de chegar aquele lugar.
Esperei, esperei, esperei, voltei a esperar, quase desesperei, até que finalmente, depois de uma longa espera lá estavas tu…ai…que vontade louca de te saltar para o colo…de te abraçar, de dizer «nunca me deixes aqui sozinha». Controlei-me. Ao estender-te a mão, senti o contraste das mãos quentes e das atitudes frias e controladas…
Confesso que ao início não percebi a tua atitude. Reconheço que esperava outra coisa de ti, talvez aquilo que acabou por acontecer naquele «até já». No entanto, mesmo imaginando toda uma cena romântica, eu sabia que não era isso que ia acontecer. Continuo a achar que tens uma capacidade extraordinária de ver aqueles pequenos pormenores em que mais ninguém repara…além daquele dom de trocar as voltas e de inverter os papéis e até mesmo as situações. Ou talvez tenhas uma habilidade nata para ver o outro lado das coisas.
Não gostei daquilo que senti…nem mesmo daquilo que ouvi, mas pelo caminho, num acto de reflexão, como num flash percebi tudo. Talvez tenha feito a interpretação errada mas do dia de ontem conclui que existes para eu ser uma pessoa melhor. Talvez tenha até percebido o significado da expressão «o mundo não gira à tua volta, mas eu giro». E sobretudo percebi o que realmente me encanta em ti. Nunca foste uma pessoa fácil…sempre te disse que não é qualquer pessoa que atura esse feitiozinho complicado, mas de súbito percebi que sou capaz de tudo para te conhecer, te entender, fazer parte de ti. Ontem apercebi-me de que tudo isto é uma aprendizagem contínua. Tive a sensação que aprendi uma lição, embora não seja capaz de a pôr em palavras. Mas os sentimentos ninguém descreve. Vi que, és realmente especial. Tenho um quadro em casa que diz «obrigado por todas as vezes que me dizes ‘não’». Nunca levei essa frase a sério e na realidade nunca lhe agradeci aquelas vezes em que anseei por ouvir um sim e tudo o que tive foi um não. A ti, por muito que não seja isso que demonstre, agradeço-te teres me dito que não ontem. Fez-me realmente achar que para ti eu sou mais que «físico e problemas». Fez-me sentir que gostas de mim por tudo o que sou, e até por aquilo que não sei que sou. E que talvez tudo isto, de facto, me ensine a ser alguém…
Não te agradeço a indiferença e o comportamento que adoptaste ao inicio. Também não te sou grata pelos desesperos e «exclusões». Ainda assim, agradeço-te tudo aquilo que és e me fazes ser. Agradeço-te o abraço e todos os olhares…agradeço-te que me ensines a ver as coisas e não que mas mostres…

domingo, 29 de outubro de 2006

New Look :)


“...porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade... porque metade de mim é o que ouço mas a outra metade é o que calo...porque metade de mim é o que penso e a outra metade um vulcão...porque metade de mim é a lembrança do que fui e a outra metade não sei... porque metade de mim é abrigo mas a outra metade é cansaço...porque metade de mim é plateia e a outra metade é a canção...porque metade de mim é amor e a outra metade também...”

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

É talvez naqueles lacónicos momentos em que o poder do adeus é superior a toda uma vontade de estarmos juntos, que me apercebo do real valor daqueles exíguos instantes em que um beijo é muito mais que um acto tresloucado, de saudade…é uma testemunho de amor e desejo patente naquela troca de olhares apaixonados!
E as manhãs de amor, não são mais que a junção do corpo e da alma, e pequenas horas de felicidade extrema por saber que te tenho aqui, e que por instantes és só e unicamente meu…
Amo loucamente aqueles abraços fortes que me noticiam toda uma onda de paz interior e uma vontade imensa de que aquele momento dure para todo o sempre…o que inevitavelmente acaba por não ocorrer. De certa maneira acabo por gostar do «depois» de todas as vezes em que as nossas opiniões diferem assim como as nossas direcções na rua, que logo tomam sentidos opostos. Ainda assim, nesses momentos, por vezes escassos, noutras vezes mais frequentes, acabo por sentir aquilo que nos une é bem mais forte que aquilo que nos separa. Assim, os meus actos são desprovidos de qualquer orgulho tonto e inconsciente…
De todas as vezes em que a força do meu mundo pareceu ser superior à do meu ser, foste aquele que segurou as estruturas débeis da minha alma. És o amigo que me estende não a mão, mas todo o braço de cada vez que o fundo do poço parece mais perto. E o facto de me segurares antes que possa cair, valoriza-te bem mais do que esperares que eu caia para me trazeres de novo à vida. E quando abafo as lágrimas e os soluços no teu abraço, tudo volta a parecer novamente certo…


* Amo-te desvairadamente *

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

1)O meu nome? Patrícia da Cruz Correia

2) Onde nox conhecemox? no 5º ano


3) Sentes-te satisfeito por nos conhecermos? Sim claro que sim, temos os nossos dias, mas adoramo-nos ne??

4) O meu último nome: Correia

5) Há quanto tempo me conheces? 7 anos

6) Conheces-me bem? Sim acho que sim ne??

7) Eu fumo? nao

8) Eu acredito em Deus? Não sei muito bem..mas acho que não acreditas muito

9) A minha idade: 17 anos

10) Quando é o meu aniversário? 12 de Março

11) Cor do cabelo? Castanho

12) Cor dos olhos? Castanho

13) Eu tenho irmãos? Não..que agente saiba não.. J

14) Já sentiste ciúmes de mim? Sim, algumas vezes

15) Qual é uma das coisas que mais gosto de fazer? Sexo?? Lol tou a brincar…ah mas adoras namorar ne?? Confessa lá…hein??

16) Lembras-te de uma das primeiras coisas que eu te disse? Olá sou a tua isca linda e nunca mais te vou largar?? Lool…não sei não me lembro..

17) Qual é meu tipo de música favorita? Gostas de um pouco de tudo..musicas calmas ou animadas..viras consoante o vento..

18) Qual é a minha melhor característica? Seres minha amiga?? Lol..agora a sério.. acho que és muito sincera..

19) E a pior? Um pouco convencida

20) Eu sou tímido ou extrovertido/a? Geralmente és extrovertida

21) Dirias que sou engraçado/a? Sim..mas gostas mais de te rir do que fazer rir..

22) Eu sou rebelde ou sigo todas as regras? Antes eras muito certinha, hoje és um pouco rebelde

23) Para ti eu tenho algum talento especial? Sim, tens o dom de ver nas pessoas o que elas têm de melhor..vês qualidades que estão para além do alcance da maioria

24) Consideras-me um/a amigo/a? Sim, sempre…

25) Já me viste a chorar?

26) Se sim, porquê? Por muitas razões..és uma xorona..lol..não és nada..hum.. as vezes

27) Já me fizeste chorar? Sim acho que sim

28) Se sim, porquê? Não sei bem..

29) Sabes algum de meus mais profundos segredos? Sim, acho que não me escondes nada ne??

30) Quão frequentemente pensas em mim? Sempre..

31) Se houvesse um bom apelido para mim, qual seria? Gosto de tixa..é bonito..

32) Os meus pais ainda estão juntos? Sim, claro que sim

33) Qual a coisa de que eu mais gosto? Para além de mim e de comida..hum…sexo??lol..tou a brincar…os amigos??

34) Sabes uma das coisas mais loucas que eu já fiz? Acho que sim, quer dizer... meter o Miguel dentro da banheira..oh para não é para todos…entre outras coisas ne menina tixa??


35) Nós somos bons amigos? Somos, claro que somos

36) Desejarias que nós fossemos mais próximos? Temos as nossas zangas, temos fases e há alturas que talvez gostasse..

PERGUNTAS 1 POUCO ESQUISITAS

1) Já pensaste em me matar? Nunca, claro que não

2) Se sim, como? Enchia-te de beijos até não puderes mais?

3) Achas que eu sou certinho(a)? não

4) Achas que eu sou louco(a)? Sim..

5) Achas que faria muito 'chafurdanço' em tua casa? não

6) Confiavas-me o teu animal de estimação? Não..acho que não gostas muita da minha gata..ainda a matavas.. lol

7) Casavas comigo? Só se tivesse muito desesperada..hehehe..claro que sim…já sabes..o meu pedido ainda tá a espera de resposta..

8) Se eu fosse uma cor, que cor era? Cor-de-laranja

9) Se eu fosse um carro, qual seria a minha matrícula? Sei lá..nunca pensei nixo…

10) Diz 3 defeitos meus. Competitiva, arrogante e mimada

11) Diz 3 qualidades minhas: amiga, carinhosa, enfim um doce..

12) Se tivesses que eliminar alguém da minha vida, quem eliminavas? Os gajos que fizeram parte da tua vida..porque andas-me sempre a trocar por eles :( que é que ele têm que eu não tenho? Ainda não percebi.. lol




*A.D.O.R.O-T.E*