domingo, 14 de janeiro de 2007


São tempos passados. Mas lembro-os com tanta saudade. Lembro-me daqueles intervalos cheios de gente. O tempo nunca era muito mas a vontade de contar as historias do dia a dia e de sabermos se estávamos realmente bem, superava tudo. Foi por isso que hoje te deixei aquele comentário no hi5.
Por vezes sinto que nunca foste somente aquela pessoa que eu conheci, já nem sei bem onde. E hoje naqueles raros instantes em que te vejo, sinto saudades do menino espirituoso das tardes de quinta feira. Não sei. Sinto-me assim. Meia distante daquelas pessoas que um dia foram realmente relevantes. Um dia eu tive um lugar para ti na minha vida. Assim como para ele. Ontem vi-o com aquele lenço ou cachecol piroso no pescoço, mas só por ser nele até ficava engraçado. E naquelas palmadinhas nas costas sinto todas as saudades de tardes de diversão passadas tantas e tantas vezes juntos. Sinto saudades das sms, das saídas, da praia, das piadas, sei lá eu…sinto saudades da minha vida pacata e com montes de amigos. Por vezes pergunto-me para onde foram todos…?
De forma alguma me queixo daqueles que tenho hoje. Apesar de poucos são fieis e verdadeiros e mesmo naqueles momentos de raiva passageira gosto deles.
Mas não consigo preencher aquele vazio que restou de todos aqueles que de uma maneira ou de outra deixaram de ser parte do meu ser…

*que texto mais esquisito…*


«Sim, eu gosto de ti pegajoso…gosto de ti de qualquer maneira…» =)



143(13) BaBe.
With you LG

sábado, 13 de janeiro de 2007





*falta de inspiração dá pra isto...*


_saudades_

sábado, 6 de janeiro de 2007

Por vezes tenho alguma dificuldade em entender aquelas atitudes tresloucadas que emanam de cada um de nós. Ontem foi daquelas noites em que o desespero quase tomou conta de mim. Mas com algum esforço tentei controlar os nervos que pulsavam e o bater daquele coração apressado.
Fogo essa capacidade que tens para magoar é enorme…
Hoje foi mais uma daquelas manhãs que passei sozinha, no vazio daquele quarto…e o que mais me incomoda é que isso não é algo que eu possa mudar com um simples estalar de dedos. Mas eu gostei da tua forma de pensar.
Não te gabo a atitude, nem a forma como ages e os métodos que queres adoptar mas admiro o teu pensamento.
Eu? Eu gostei daquela horita ao telefone hoje de manha, gostei que conseguíssemos falar daquelas coisas que realmente importam e gostei de perceber que percebes além daquilo que as atitudes alcançam.
E sim sem «mas» ou «talvez» ou «se’s», tens razão. Tens razão naquilo que dizes, tens razão na forma como pensas, tens razão naquilo que sentes. Tens…e ponto final.
Foi como te disse hoje: algures em nós tem que haver um 45, um meio-termo, um equilíbrio.Sim, como toda a gente se tem apercebido ultimamente eu estou ríspida, agressiva, com mau feitio, sou possessiva e o meu estado altera-se rapidamente. Eu sempre fervi em pouca água e acho que esta minha tendência tem vindo a piorar.
De momento talvez sejas aquela pessoa que melhor me conhece por dentro e por fora e talvez isso me faça pensar mais nas atitudes que tenho vindo a adoptar, e me ajude a perceber que realmente é verdade.
De facto, o primeiro passo é admitir e sim »eu tenho um problema».
Talvez esta seja a altura de mudar o meu feitio de pita mimada e me tornar alguém mais…alguém!

[será?]

[sim!]

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007



*ι’м ѕσяяу ∂єαя…ι נυѕт…ℓσνє уσυ тσσ мυ¢н…*






Fico tao perdida…parece que o mundo pára e que o chão debaixo de mim vai a algum lugar onde eu não quero ir. Sinto aqueles tremeliques dos pés á cabeça que me continuam a irritar mesmo agora enquanto escrevo. E já se passaram mais de três horas.
De alguma forma eu tento mudar isso. Fui ver os simpsons mas o olhar desviava-se sempre para o telefone e o telemóvel pousados em cima da mesa do computador. E a vontade de lhe pegar é irresistível…está ali tão perto…ate que finalmente parece estar a chamar…



*Eu gostei de ter ido ao porto hoje. Gostei de te abraçar por 5 minutos e sentir-me feliz…*

terça-feira, 2 de janeiro de 2007




Por vezes pergunto-me se o defeito será meu ou se realmente isso é apenas um conflito de interesses entre vocês os dois…ou três, nem sei bem. Confesso que hoje de manha fiquei algo confusa com aquelas bocas laterais espalhadas pela linha telefónica…Não gostei sabes? Não gosto que vivas sempre nesse ambiente e que haja sempre problemas de cada vez que…que nós…enfim…
Ontem, pela primeira vez depois de muitas chamadas, ela foi realmente simpática. Ou então bastante hipócrita. Mas não me pareceu fingido. Gostei. Quer dizer, não sei se gostei, mas penso que sim…
Mas na realidade gostava mesmo de saber se isso é um problema que existe entre essas quatro paredes ou se também me alcança.
As vezes pergunto-me se eu sou uma coisa boa para ti, se aquilo que existe de bom é realmente superior aos danos colaterais que a nossa relação envolve. Sempre pensei que o problema surgisse do lado de cá e não aí. E sinto-me responsável por isso acontecer. Mesmo quando exijo demais de ti, e mesmo quando tenho aqueles «5 minutos» por telefone.


[Amo-te tanto...nao tens noção... :p ] :D

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Cliquei naquele ícone azul com o [e] redondinho e vasculhei por alguns dos muitos fotologs que visito. Num deles, via-se a seguinte frase…: "I still feel your touch in my dreams."
Como é verdade…como eu ainda te vejo nos meus sonhos…como ainda te toco nos meus sonhos, como ainda te SINTO de madrugada, num pesadelo sem pés nem cabeça, onde ambas entramos, e de onde eu quero sair.
Ultimamente tem sido mais fácil escapar ás recordações, virar a cara às fotografias, ignorar as lágrimas que caem contra minha vontade. Hoje a dor é maior mas o controle também.
Hoje a saudade aperta bem, cá dentro, mas o sorriso permanece…


Porque será que sonho tantas vezes contigo?

*never leave, not even in my nightmares *miss u my sweet little bear*

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Diz a voz do povo «ano novo, vida nova»!
Decidi que vou deixar para trás tudo de mau que me assombrou o ano passado. Ou pelo menos quase tudo. Vou por para trás das costas os problemas, as inseguranças, o mau feitio, o stress, a angústia, o desespero de horas e horas. E as lágrimas que tanto chorei.
2006 foi um ano repleto de mudanças e ambientes diferentes. Foi uma época de mutações contínuas e conflitos permanentes. De certezas incertas e novidades inesperadas. Em 2006 chorei todas as lágrimas que haviam guardadas dentro de mim. Chorei desalmadamente, chorei de tanta raiva, de desespero e chorei de tanto rir.
No balanço de todas as situações foi um ano equilibrado.
Não sei se naquele ano consegui ser alguém diferente, uma pessoa melhor, com menos erros a apontar, menos criticas a fazer…mas vivi algumas situações de dor, de alegria, de desespero, de prazer. E em todas elas aprendi algo diferente.
2006 foi um ano de perdas e vitórias. De batalhas travadas comigo mesma e com os outros. De sentimentos machucados. Orgulhos feridos. E egos satisfeitos. O ponto mais alto deste ano foste tu meu amor. Foi teres aparecido na minha vida, foi teres-me mostrado o outro lado das coisas, foi teres-me limpo cada lágrima que escorreu, foi teres-me ensinado a viver de forma diferente.
O ponto mais baixo foi tê-la perdido. Saber que nunca mais a vou ver. Ter a certeza que agora Ela só existe nos nossos corações, nas recordações, nos momentos que todos vivemos juntos daquele sorriso, de todas as festas que ela animou sempre com aquele bom humor. Este ano tive saudades daquele olhar, daquelas birrinhas, das brincadeiras com o telefone, dos telefonemas de horas e horas, dos finais de semana a dois, das coscuvilhices de sábado de manha…este ano senti a falta dela.

*****Último dia do ano*****Passagem de ano*****

Ontem foi daquelas noites completamente diferentes, com aquele ambiente absolutamente fantástico e a companhia do melhor.
Eu sabia que não íamos acabar o ano sem mais uma chatice, sem mais uma birrinha, sem um outro murro na parede…não podíamos acabar sem aquele abraço, sem aquele olhar. O ano não podia acabar sem mais uns berros e uns abanões que acabaram num abraço intenso. Porque afinal existe aquele sentimento que resiste ao tempo e aos abanões da vida. (ou aos meus, lol)
Ontem a tarde não acabou como eu queria mas a noite começou da melhor forma possível. Eu gostei da parte do espelho…



*Que em 2007 o nosso amor seja ainda mais forte e que consigamos, como sempre, superar as barreiras que põem entre nós…*

Sabes que te amo…
hi5 glitter words


quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

With no inspiration to write.
Want U to come fast baby...



hi5 comments
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Love ya! (vju)

terça-feira, 26 de dezembro de 2006


Não queria que estivesses longe. Não queria que tivesses ido embora. Não queria ter que sentir a falta do teu cheiro e a vontade desesperada dos teus beijos. Não queria sentir-me frágil só por saber que não posso sair a correr e esconder-me no teu abraço, que não posso chorar enquanto te dou um presente porque não vais estar aqui para me enfiar debaixo daquele casaco que eu tanto gosto. Não queria sentir as lágrimas a escorrer de cada vez que desligo aquele objecto que nos mantém em contacto.
Também não queria ser a chata que te liga 10 vezes ao dia só para saber se estás bem, para matar um pouco das muitas saudades que existem e vão existir durante mais de uma semana.
Não queria que passasses o ano a mais de 5 cm de mim…
Não queria ter que ouvir a dizer que tens saudades…mas preciso desesperadamente disso.
Preciso daquele stresse de ter que te acordar as 7 da manha com uma chamada minha, da vergonha de ter que ligar para tua casa e ouvir a tua irmã do outro lado da linha…preciso de ti quando as lágrimas se confundem com a água que cai do chuveiro…preciso desesperadamente de acordar contigo ao meu lado depois de toda uma noite a sonhar com ela…preciso daqueles olhares, daqueles sorrisos. Preciso daqueles «oh fds tixa» e dos «diz bebé». Preciso daqueles filmes no sofá sob o olhar disfarçado do meu pai e os sorrisos da minha mãe.
Sinto falta de sentir as tuas mãos geladas e daquela panca pelo meu umbigo…


« Imagino-me a despir-te,imagino-me a sentir-te,a beijar-te, a acariciar-te
Nunca fugir, nunca mentir-te...

Queria que visses o mundo diferente do que conheces,
Que vivesses uma vida a sério como a que mereces,
Que me tivesses a teu lado,
Para que acreditasses nas possibilidades de encontrar a felicidade se amasses,
Se visses, que a atração é mais que fatal, mais que local,
O meu interesse em ti é mesmo total,
É platônico, nada existe ninguém sabe, ninguém se apercebe disto,
Que em mim quase não cabe,
Quase explodo, guardo tudo isto bem lá no fundo
Aguardo a tua receita pra trazer ao meu mundo
Não me iludo, Mas acredito no sentimento
Acima de tudo espero que isto fique no pensamento
Que te faça sorrir, vibrar de contentamento…»


Precisava de ti agora.


[sabes que sim…]

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006



Foi mais uma noite igual a tantas outras. Sem aquele stresse de comprar presentes e a ansiedade de os abrir. Este ano não houve natal. Houve uma noite passada em casa, sempre com o telefone no ouvido porque o namorado está longe e há que matar as saudades de alguma forma, e pouco mais…
Prendas tive poucas…e as que recebi abri-as na hora…sim, porque não tive com vontade de esperar pela meia-noite quando nem sequer festa ia haver, quando não comprei prendas para ninguém excepto eles os dois, quando não havia uma árvore na sala de jantar cheia de luzinhas e aquelas bolinhas irritantemente amarelas…
E sinto-me um pouco «diferente» por ter sido assim. Por não ter celebrado como tantas outras famílias fazem, todas juntas, num dia absolutamente normal, mas que alguém se lembrou de chamar especial. Mas também nunca participei numa festa dessas sem que me sentisse minimamente deslocada.
Lembro-me de festas estragadas sempre pela mesma pessoa, de algumas festas em que festejamos os três, outras com ela. Lembro-me de passar em casa dos meus tios depois da meia-noite ou algo semelhante e ver montes e montes de presentes, algo extremamente desnecessário. Trocos gastos numa euforia que se vai em 10 minutos de papel rasgado. Mas eles sempre foram felizes assim. Sempre foram uma família assim. E invejo-os por isso. No bom sentido da inveja (se é que isso existe…)!
Este é o fim de mais um ano repleto de altos e baixos. De dias de felicidades extrema e horas de desespero contínuo. Momentos de risos, de gargalhadas e de palmadinhas nas costas. Ataques de choro, pensamentos maldosos. Assaltos de contentamento e sensações de vazio…
Agora que o ano está no fim, talvez seja útil pensar naquilo que realmente foi importante:

(Final do ano passado) – perdi o avô
Conflitos familiares que me puseram K.O.
Tive os amigos sempre presentes.
Conheci o Miguel
Mais conflitos entre a família…
Perdi o namorado…
Afastei-me das pessoas
Ganhei um amigo para sempre.
Apeguei-me mais ás pessoas.
Afastei-me de alguns amigos
Tornei-me mais próxima de outros amigos.
Sorri
Menti
Chorei
Pensei muito
Dormi sobre vários assuntos
Agi precipitadamente
Passei dias a fio na praia
Descobri coisas novas
Trocei milhares de sms
Fui de férias
Tive conversas á beira mar
Morri de saudades dele.
Tive conflitos interiores
Apaixonei-me
Vivi momentos de pura alegria
Fiquei confusa
Fui feliz
Fui muito feliz
Fui estúpida
Fui arrogante
Fui um amor de menina
Fui uma boa filha
Nem sempre fui uma boa amiga
Sempre me esforcei por ser a melhor das namoradas
Fiquei triste
Desiludi-me
Fique contente
Passeei muito muito muito
Fui a sítios a que nunca antes tinha ido
Fiz coisas que nunca tinha feito
Perdi uma amiga – A Cátia morreu
Fortaleci a nossa relação de amizade
Tu e eu tornamo-nos mais próximos. Tu e eu somos uns amores. Tu e eu amamo-nos…J

Acho que resume bem todos os meus dias. Todo o meu ano. E para o ano espero que seja melhor…

E hoje sonhei com ela…a noite toda…

Quando te abracei a vontade de chorar foi enorme…obrigada por aquele momento…

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006



Não sei se me entendes mas tinha vontade de pisar aquele chão novamente. Voltar àquele sitio novamente. Não por um feliz motivo, mas porque sentia necessidade de acreditar que aquilo era mesmo verdade.
De certa forma gostei da nossa tarde a andar de metro e a correr para uma fila de gente pronta para entrar num quarto de banho. Gostei de te ter por perto naquele momento em que as lágrimas começaram a escorrer pela cara, aquecendo-a. Gostei de te poder dar a mão e sentir que as sensações transmitidas eram mútuas. E horríveis. Gostei que pudéssemos falar sobre ela, relembrar coisas antigas. E gostei daquela frase «é por isso que é escusado nos chatearmos» com a lágrima no canto do olho... Não sei se foram estas as palavras exactas mas sei que o significado era basicamente o mesmo.
Foi triste. Mas de alguma forma sinto-me aliviada. Sinto-me mais leve, por saber que quase 3 meses depois voltei ao sitio onde a posso encontrar, embora possua dentro de mim o sitio onde sempre a posso sentir... :'(






*Adoro esta música...se alguém me cnseguir arranjar... =) agradecida! *




*Vou-te matar xavalo...dwt bebé*

terça-feira, 19 de dezembro de 2006




Foi mais um de muitos dias que palavra nenhuma pode exprimir. Essa foto é um mero exemplo de momentos passados a dois que sempre deixam saudade, na corrida que fica para a camioneta. E se estivesses lá agora, voltava lá, só para mais um beijinho.

AMEI =)


Gostei da noite de ontem. Foi diferente. De certa forma acabou por ser especial. Foi completamente diferente. Totalmente inesperada. E ainda assim, foi uma noite bastante divertida. Mais ou menos por esta hora entrava na Hussel para comprar um saco cheio de gomas, que acabei de comer com ele hoje de manha, numa caminhada para um dos nossos sítios de eleição. Ou nao. Ou sim!
E hoje nao fomos lá. Queria ter ido lá.
Gostei do jantarzinho, da parte dos «3 ingredientes» e de ver aquelas ruas enormes cheias daquelas iluminaçõezinhas de natal, próprias da altura.
Gostei da noite de ontem.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Bem lá no fundo sabes que eu preciso de explodir e dizer 5 palavrões numa frase com 8 palavras, para que tudo fique mais calmo. E chamar-lhe nomes, não porque tenha alguma razão concreta para isso, mas simplesmente porque ele é sempre o entrave que existe entre nós os dois. eu sei que ele é teu pai, mas seja lá quem for, separa-me de ti e detesto-o por isso. :s
Fiquei com saudades naquela sexta-feira de manha, em que nao vieste sorrateiramente meter-te na minha cama pa me cobrir de beijinhos. E tenho saudades das nossas brincadeirinhas «infantis», daqueles sorrisinhos perversos e das piadinhas trengas. Mas acima de tudo tenho saudades dos nossos momentos a dois, das tardes no porto, da horita de almoço, sempre explorada ao máximo, dos telefonemas intermmináveis, até das sms de madrugada, que, se ela nao vier para a minha cama, vamos trocar hoje ;).
Detesto nao ser independente, nao poder chegar e comprar e fazer e desfazer e ir sem ter que dar satisfações a ninguém, sem voltar, pelo menos tao cedo...

Preciso de te sentir, de tocar essas maos geladas...e maravilhosas... :)


Até «dela» tenho saudades... xD

[Amo-te bebé]

domingo, 17 de dezembro de 2006

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

mais um dia igual a tantos outros, com as mesmas pessoas, as mesmas caras, as mesmas frases habituais de quinta-feira de manhã.
hoje nao te contei tudo...disse-te que tinha sonhado contigo, mas nao te contei a verdade toda do filme. talvez porque nem eu queria falar disso. a verdade é que sonhei contigo e com ela. sonhei que fazias anos, que eu estava a tentar organizar-te uma festa e tal mas de repente lembro-me de me ver abraçada a ela, a chorar por ela ter ido para outro lugar, por ela ter morrido. chorava imenso e ela, pelo que me lembro tentava-me acalmar...
nao me lembro de mais nada, apenas desses momentos...


Tenho muitas saudades dela.

Agora vou ter com ele!! já nao o vejo à meses... =S

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006



Hoje precisava de um sítio diferente onde pudesse pousar a cabeça e dormir por umas horas, ou simplesmente encontrar um local onde conseguisse organizar algumas ideias perdidas em mim e talvez no tempo também.
Mas provavlemente nao procurei bem, porque nunca mais parecia encontrar esse tao famigerado sitio que tanto anseio ver.
E quem eu ansiava mesmo por ver eras tu, mas por uma qualquer razão isso nao aconteceu. Certamente nao por minha vontade mas de facto, nao aconteceu.
Tento muitas vezes que esa situações sejam diferentes mas nao consigo obter resultados práticos nisso.

domingo, 10 de dezembro de 2006



Eu sei que tu sabes. Mas acredita que não poderia ser por outra razão qualquer. É mesmo pelo sentimento. Pelo enorme sentimento. E por aquilo que vem no acréscimo do amor, porque e não fosse por isso, esta nossa relação nunca teria pernas para andar.
Ele revolta-me. Mesmo. Revolta-me muito. Mas por mais irritada, passada, alterada que fique nunca mudo nenhuma situação por isso acho que aos poucos estou a aprender a lidar com estas dificuldades que sempre surgem nos finais de semana. E juro-te que hoje falava com ele. Porque se o problema é eu usar saia, eu posso começar vestir calças…
Provavelmente eu acabo sempre por ficar numa situação melhor que a tua mas mesmo que assim não fosse, continua a ser injusto. E hoje era mesmo aquele dias em que só um abraço não chegava…mas ainda assim, nem isso tive. E quando me lembro que ontem por um milésimo de segundo não vi essa carinha fofa, apetece-me bater no idiota do teu tio que se lembrou de marcar a tal missa, na qual fui ouvir falar de natal…como se o natal tivesse algum significado. E no final, pega em mim e diz-me que a tua avó mora para lá da igreja e que ontem viu a tua mãe e mais umas tretas quaisquer que foram capazes de me fazer sorrir. Mas a vontade de lhe bater persistia…Mas enfim, ele é boa pessoa bem lá no fundo, e eu gosto dele, naquele ar desajeitado e jeito ciumento. Mas ele tem piada.
E voltando à missa, segundo o padre «temos que abrir a nossa alma e arrumar a casa do nosso coração para que Jesus nos visite no natal» (nas palavras dele)(que ouvi durante mais de uma hora numa tal sessão a que chamam missa, com cerca de 100 pessoas todas sentadas naqueles pedaços velhos de madeira, devotas a um padre que de 10 em 10 minutos mandava fazer silêncio e salientava, sem o referir, a falta de educação das crianças presentes, certamente culpa dos pais).
E hoje contava almoçar contigo, e passar uma daquelas nossas tardes, só nossas mesmo, fosse no cinema habitual ou no jardim do costume. Ou num novo sitio. Desde que fosse. Mas não foi…


Amo-te bebé.



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10 De Dezembro…Ainda me lembro como se fosse hoje, como se tivesse acabado de acontecer. Ela entra pelo quarto e sem qualquer tipo de aviso, senti aquelas palavras saírem-lhe boca fora…impiedosas. Lembro-me de me sentir gelar, da vergonha de chorar, de não saber o que dizer, e lembro-me daquele abraço instintivo. Lembro-me dessa noite, do dia a seguir, de sonhar com ele vezes sem conta, e lembro-me do maior tormento da minha vida, que é ela, e que eu odeio com todas as minhas forças. E no lugar dele podia, aliás, devia, ter ido ela, que não faz falta a ninguém.
Eu e ele podemos nunca ter tido aquela tão famosa relação de que todos falam, de «avô-neta» mas eu sei que tinha lá um lugarzinho para mim e que sempre fui melhor que todas as outras. E talvez este seja o meu lado convencido a funcionar, mas não deixa de ser verdade.
Para além de dinheiro, as únicas coisas que ele deixou foram ela, que faz parte da minha vida, e saudade. E remorsos também.
Lembro-me de todas as visitas ao hospital, das noites mal dormidas, de jogar damas numa qualquer sala de clínica privada. E as lágrimas nas poucas das missas que tive coragem de ir. Não porque não haja sentimentos. Mas simplesmente porque aquela coisa a que chamam mulher me envergonha e porque tudo aquilo me traz recordações de algo que eu só quero esquecer.
E o tempo não volta atrás, a vida não se refaz mas se voltasse dir-lhe-ia tudo aquilo que a minha boca nunca foi capaz de proferir…

E já passou um ano…nem acredito…

sábado, 9 de dezembro de 2006




Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir

Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre

Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje





Eu quero ficar junto, mas sozinho só não é possível
É preciso amar direito, um amor de qualquer jeito

Ser amor a qualquer hora, ser amor de corpo inteiro






And I'd give up forever to touch you
Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now

And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight

And I don't want the world to see me
Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006




Ela é de rir como diz a Patrícia.
E sem que falássemos nisso, ela olha a sorrir para mim e diz «ai o teu namorado é tão lindo…Eu vi-o noutro dia quando ele te veio buscar, que rapaz bonito…estão mesmo bem um para o outro…» =)
Limitei-me a sorrir. É das tais coisas que por muito que tente nunca encontro uma resposta adequada. Só aquelas que tentam deitar por terra os comentários inoportunos da minha mãe, que insiste em ser desagradável, pensando que aquilo de facto lhe dá um ar de graça. Mas faz aquilo numa onda de brincadeira.
E a Sandra e a brincadeira, e a boa disposição e a risota são amigas de infância…

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006


Seja como for já estava calçada, vestida, ainda que as calças goteassem a água da chuva que me havia ensopado até entrar em casa, por isso, despi o roupão, peguei na chave de casa e sai. Ainda pensei em deixar lá o telemóvel, sair só comigo mesma, mas já sabia que ia ter alguém histérico atrás de mim, a ligar para tudo quanto era sitio à minha procura e numa de evitar isso, lá levei aquele objecto preto que eu tanto amo…no final de contas também ele precisava de sentir a brisa fria que corria lá fora.
Fui assim meia perdida, sem destino e sem ideia do que ia fazer, mas não podia olhar mais para aquele monitor repleto de um azul de mar lindo, que me estava a ofuscar o espírito. E seguindo o exemplo dele, tirei a tarde para mim, só para mim.
Quando reparei, estava sentada na parte de trás de uma camioneta, onde se lia por fora «Porto». E que raio iria eu fazer para o Porto? Mas a verdade é que estava lá…
Do lado de fora a chuva tombava cada vez com mais intensidade e acabei por me perder em reflexões de uma qualquer coisa que me acalmou o espírito. Talvez tenha pensado na tarde de ontem…
Como que num solavanco a camioneta parou. Parecia que havia chegado ao meu destino. Sai. Imediatamente me dirigi para lá. Como se alguém me tivesse pegado na mão, aberto a porta e dito «entra». E eu entrei. Com uma leve esperança de te encontrar com uma daquelas chávenas brancas com uma lista azul, com café e um cinzeiro onde dormitasse um cigarro. Mas nada. Tive vontade de me sentar mas sai. Quase no fim daquela sala, permanecia em silêncio uma mulher de pele negra que parecia bastante concentrada em alguma coisa. Talvez na folha que tinha pousada no colo e onde de quando em vez encostava uma caneta. Mas não parecia muito inspirada. De qualquer maneira não perdi tempo a olhar.
A chuva cá fora era cada vez mais forte e também o som dos tacões que eu adoro bater no chão. Desci a tal rua de sta Catarina e apareceu me de repente a estação de S. Bento, bem em frente ao meu nariz. Repleta de gente…
Não sei bem quanto tempo lá estive mas a verdade é que passei metade da tarde naquelas ruas atoladas de pessoas e carros e lojas e vitrinas e prédios e…e nem sei bem que mais.
E por muito esquisito que me possa ter parecido senti-me realmente bem sozinha…completamente sozinha. Só com os meus pensamentos e momentaneamente parecia que até eles me queriam abandonar. Por vezes gostava que o fizessem. Mas não hoje. Hoje precisava deles bem juntinho a mim. Quando já não aguentava os pés naqueles pequenos objectos castanhos, fruto de mais uma das minhas aquisições fúteis, dirigi-me novamente aquele edifício branco, onde eu adoro passar umas horas com ele. E nada dele. Mas não ia com ideias de o encontrar. Ia simplesmente com vontade de um café, quente, e de uma música calma que me fizesse descansar por uns minutos. Entrei e encontrei a mesma menina de sempre, com a mesma cara de sempre, a mesma voz quase muda de sempre e a mesma simpatia que é habitual. Rapidamente lhe pedi um café. Para além do café trouxe-me também um cinzeiro. Esbocei um sorriso. Parece que somos clientes habituais. Mas a verdade é que eu não fumo. Mas hoje gostava de o ter feito. Faltava-me algo que acompanhasse aquele café, que por sinal estava bastante bom.
A tal mulher continuava lá. Sentei-me no mesmo sitio de sempre e ela olhava-me com bastante frequência. Ainda mantinha a mesma folha de papel e a mesma caneta na mão. A sua atenção oscilava entre mim e o texto que escrevia. Uau, se calhar é uma escrita meia famosa meia desconhecida e vou ser uma das personagens principais do seu livro. Confesso que era engraçado. Ainda estive lá uns bons minutos. Encostei-me numa daquelas cadeias fofinhas onde costumo sentar-me com ele, ou no seu colo, e mostrar-lhe um teste de psicologia, dar-lhe um abraço, contar uma daquelas histórias mirabolantes de quando éramos mais novos e relembrar velhos tempos. Ás vezes ele ainda perde tempo e explicar-me o sistema que o controla. Mas até nessas altura eu me sinto meia loira, porque nem sempre é fácil entender aquela cabecita maluca. Mas adoro aquele jeitinho de falar, aquele sorriso e aquela mão na minha cara, ou na minha perna, ou seja onde for. E é bom estar ali com ele, naqueles diálogos só nossos em que mais ninguém participa.
Quando me apercebi naquilo em que pensava rapidamente fiz um intervalo e acabei por não ter o que fazer ali e sai novamente. Desta vez definitivamente. Já nada me prendia ali a não ser o olhar atento da tal mulher que arriscaria dizer que, no caso de não ser escritora era lésbica…ou bi, porque ser bi agora está na moda…
E voltei a entrar na camioneta…





«Sabes como é que eu sei, que quando eu seguro a tua mão assim tu gostas? Porque me imagino a sentir o mesmo…»
*gosto-te*

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Eu já sabia qual o tipo de frase que ias dizer, qual a expressão que irias fazer, ate os gestos que irias compor. Mas de certa forma sempre tive uma vaga esperança que no fim de contas acabasse por ser uma coisa encarada de uma forma perfeitamente normal. Porque no fundo, é normal! Eu posso dizer que entendo, porque entendo, mas não posso dizer que concordo, nem que ache «justo». Pelo simples facto de que, e não só por isso, eu não seria capaz de fazer uma cena dessas.
Mas eu já devia conhecer esse teu feitio e essas manias. Essa forma de pensar absolutamente egoísta. Mas pelos vistos não conheço. E eu mesma, quando reparo bem, também sou egoísta, sim, é verdade…também estou a opinar numa coisa em que o meu interesse era máximo, mas seja como for todos temos parte activa nisto.
Eu antes ainda era capaz de mandar uns berros, de criar uma discussão, de fazer daquilo um campo de insultos mútuos, mas hoje em dia prefiro olhar 90 minutos por uma puta de uma janela de uma sala de aula. Eu tenho essa mesma conversa estúpida, dou esses mesmos berros, irrito-me, de tão furiosa que estou, mas apenas em silêncio, para mim mesma…porque no final de contas acaba por ser uma discussão perfeitamente inútil uma vez que não vamos chegar a conclusão absolutamente nenhuma, porque não vamos mesmo. E mesmo que fossemos, isto é assunto morto para mim.
Ele pode ate ser cínico (não estou a dizer que é), pode dizer uma coisa na minha frente e outra nas minhas costas, mas na altura é sempre, mas sempre mesmo, aquele que está lá para aturar as minhas cenas, para ouvir os meus desabafos sejam eles ou não, do seu agrado. E procura-me. E preocupa-se no final com aquilo que eu sinto. Mas não gosta de tomar partidos de nada nem de ninguém. Por assim dizer dá-se bem com deus e com o diabo. E apesar de, se fosse uma qualquer outra pessoa, eu achar falso, acho óptimo. Acho que acima de tudo aquilo para ele é amizade. E sincera. E equitativa. E eu gosto disso. Porque ele é capaz de me mandar a merda, com um eufemismo simpático e dizer que não concorda. Mas antes de tudo isso é capaz de ouvir com atenção e naquele jeito desajeitado até concordar connosco. Ou convosco.
Ela opta por não tomar partido de ninguém, por nem sequer opinar, e é uma sábia decisão…ainda que estúpida. Ou talvez estúpido fosse meter-se no meio de nós. Ainda que loira, é inteligente…e seja ela a favor ou contra eu gosto dela.
É tanta coisa, e não sai nada…

*texto estúpido *


Mas nem quero falar mais disto. Não vou. E para mim é assunto encerrado…



* Obrigado pela tarde, mesmo…! Obrigada pelos beijinhos, pelos abraços sem razão alguma, por estudares comigo, por me fazeres feliz… E desculpa (tu sabes)…com sentimento...lool*


domingo, 3 de dezembro de 2006

Aproxima-se aquela época de presentes e acções completamente banais como dirigirmo-nos a um shopping com a ideia de adquirirmos mais um daqueles objectos, por vezes inúteis, para oferecermos a alguém de quem gostamos. Uma mariquice como diria o meu amor. E talvez seja mesmo. Talvez o natal se tenha tornado um «feriado comercial». Não que eu me importe com isso, porque para mim sempre foi uma alegria imensa poder abrir os presentes antes da meia noite…:p
Nunca participei numa verdadeira festa de natal. Nunca fui a uma festa daquelas em que a família toda se reúne para passar a noite de natal. E talvez me falte esse espírito! Talvez o natal para mim apenas signifique prendas e um gasto excessivo do meu precioso dinheiro, que com algum custo tento poupar. Tem-se revelado uma tarefa deveras difícil!!
Bem, de qualquer forma este ano não deverá ser diferente do ano passado e por isso, talvez a passagem de 24 para 25 de Dezembro seja um dia absolutamente comum…
É que nem sequer aquele pedaço de troncos, verde, nós enfeitamos com bolinhas amarelas, aquelas fitas reluzentes e as tais luzinhas que piscam dia e noite ao som de uma qualquer música que insiste em preencher o vazio da noite.
E se pensarmos um pouquinho só, não é difícil perceber o porquê da falta de comemoração. Não que alguma vez tenha festejado com ele. Simplesmente pela data em si. Pelo acontecimento negativo na sua globalidade.
Gostava de dizer que este natal havia sido diferente por uma razão feliz para todos. Mas por mais que me esforce, essa razão não aparece. Pelo contrário. Se não fosse por ele…seria por ela. Sempre foi a prenda dela que eu abri primeiro...


Amo-te bebé. :) *Amei ontem...*
No outro dia ele veio com uma conversa estranha de psicólogo ou algo semelhante para eu desabafar. Alguém para eu contar as minhas frustrações e partilhar os meus problemas. Ou talvez um familiar. Mas de repente não me ocorre ninguém a quem eu queira contar a minha vidinha toda. A quem eu queira dizer que a morte dela deu cabo de mim. E que me passo sempre que surge um entrave entre nós os dois, porque sou doida por ele.
Não acho que alguém me possa ajudar, porque talvez eu não queira ser ajudada. Não que eu goste de me sentir assim, não que isso de alguma forma me ajude, muito pelo contrário, mas acho que isto é algo que se resolverá apenas comigo mesma e com o tempo. Talvez eu tenha mudado um pouco a minha forma de estar, a minha maneira de ser.
Quando olho à volta não vejo metade dos amigos que tinha. E se isso por um lado me entristece, por outro passa-me completamente ao lado, porque eu não quero estar com nenhum deles. Isso não quer dizer que não goste deles, nem nada parecido. Significa apenas que me afastei até de mim própria….e não sei lidar com isso.

quinta-feira, 30 de novembro de 2006


« Como de repente podes sentir-te no paraíso de repente podes estar no inferno, mas isso é passageiro. O que faz com que tudo isto aconteça são aqueles indispensáveis minutos que por vezes te passam ao lado; se os começares a aproveitar vocês não chegaram nem ao paraíso nem ao inferno mas chegaram ao infinito, sempre juntos, pois isso é o que importa!! »


Palavras para quê? És inesquécivel...

terça-feira, 28 de novembro de 2006



Sinto-me triste por isso. Muito triste mesmo. Mas ao mesmo tempo anseio que chegue amanha e que eu te possa ver outra vez e dizer entre uma chuva de beijos «Parabéns meu amor».


/As mioras bebé\



[tu sabes…ne?]



* 1 dia *

domingo, 26 de novembro de 2006


Talvez. Talvez seja mas isso nunca pareceu ser um problema. O que antes eu considerava uma qualidade hoje passou a pequeno defeito que me atormenta durante um longo tempo, porque eu não sei abstrair-me disso. E talvez para mim essas pequenas coisas tenham valor.
E detesto quando temos aqueles 5 minutos, às vezes mais, em que as nossas ideias por muito que se complementem, chocam por completo e em que os nossos olhares divergem assim como os pensamentos.
Para mim não há outra forma de ver as coisas. Sou um pouco como Alberto Caeiro, vejo o mundo tal e qual como ele se me apresenta. Mas gosto de pensar, ao contrario dele. E se calhar estou doente. Não só dos olhos, mas do resto também.
Não reparo em pequenos objectos mas dou valor a pequenos pormenores…a grandes sentimentos. E principalmente às atitudes, sejam elas pequenas ou não. E talvez eu tenha mesmo esse problema, mas como sabes, isso é algo que eu nunca mudarei. E tu também não. Não dessa forma. E cansa-me…muito…e um dia vai cansar demasiado. Entristecer demasiado. Espero que esse dia nunca chegue porque não virá sozinho.
Perco-me nestes pensamentos sabes? Mas de cada vez que te vejo e te beijo, de cada vez que «fazendo-e um excesso de carinho no corpo, me fazes um carinho na alma», de cada vez que nós…somos só e simplesmente nós, pareço esquecer-me de todos estes conflitos interiores que vêm ao de cima, sempre que uma atitude destas volta a acontecer. Tento controlar mas isso gera um conflito ainda maior.
E eu sei que se torna pesaroso ouvir sempre a mesma coisa, mas torna-se assim também para mim. E não sei a qual dos dois dói mais. Certamente isso não se mede…
E esse é o contraste que existe em ti. A fonte de calor que me abraça nos dias frios e o arrepio que vem naquele vento cortante.
E é sempre tão bom…e é sempre tão frio…
E és tudo aquilo que eu sempre sonhei quando me fitas com aquele olhar apaixonado, quando me abraças debaixo da água que cai do chuveiro, quando atendes o telefone e dizes «oláa bebeééé» quando no escuro do meu quarto me dizes que me amas…e quando simplesmente não dizes nada, mas me mostras tudo o que poderias dizer, com aqueles que dizem ser o espelho da alma.
E és a minha maior dor de cabeça quando começamos com as nossas merdinhas, quando não aprovas os meus ataques de ciúmes, quando me viras costas, e quando…isso que tas a pensar…
Mas nem ai, nem nessas alturas, deixas de ser a minha coisa boa…deixas de ser a «minha droga e o meu investimento». Compensa o bem que me trazes pelo mal que me fazes…lol, estou a brincar!! =)
E os lençóis tem o teu cheiro, e a camisola de ontem também, e o casaco, o cheiro do teu tabaco…(lool).
E gosto de ti, mesmo naqueles beijos com sabor «à loira» (lool). E naqueles rápidos à frente dos papás.


« Há poucas coisas de que eu me arrependo mais do que estar longe de ti…»
« Aiii…se tu não gostasses tanto de mim…nem sei o que faria…»
« Oh, isso de seres trenga é outra coisa não??»
« Sim, ainda és a melhor coisinha da minha vida!»
« Preciso de ti como uma sereia precisa de agua»
« Quase te chamava anjo mas esse titulo já tem dono…mas és…um espectáculo mm»
« És um doce pra mim linda…»

(e adoro este teu lado…)

* 3 dias…*

« Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem sabe o que é amar... »





*Amo-te bebé* =)

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Acho que da próxima vez que a vir tenho que lhe pedir desculpa. Não sei exactamente pelo que porque se bem me lembro não lhe fiz nada mas talvez lhe devesse algum respeito…e alguma consideração.
É certo que ela não tem nada a ver com a minha vida e estava ali apenas a fazer o papel dela mas de qualquer forma, sinto que fui incorrecta.
Hoje ele disse-me que eu não era nenhuma miserável nem tinha nenhuma vida deplorante ou outro qualquer adjectivo que de momento não me lembro. E não tenho mesmo. Mas por qualquer razão sinto-me assim. Desligada de tudo e de todos. Menos d’Ele. Para ele eu estou sempre presente.
Não o faço por mal, simplesmente flúi de dentro de mim esta má disposição e falta de paciência para tudo.
A morte abalou muita da minha vida e quando acho que já ultrapassei isso, um sonho, um pensamento, uma música, qualquer coisa, a mais simples, me muda a atitude e a forma de estar.
Se calhar o meu mundo intersubjectivo anda um pouco baralhado. Acho que ando a dar os significados errados às coisas e que tenho dificuldade em entender.me por isso acho que não será possível entender os outros.
Mas não posso atribuir à morte toda a culpa das minhas fraquezas. De facto, é por culpa dela, mas eu deveria ser forte o suficiente para passar, não ao lado, mas por cima disto. No verdadeiro sentido da palavra.
Sinto-me angustiada como ela disse hoje. Não sei como é que ela capta essas coisas mas de facto sinto. E por mais que tente explicar porque não encontro explicação possível. Talvez não haja. Talvez esteja só a passar o meu momento de estupidez e a voltar a fase do armário e simplesmente querer estar sozinha. Nunca gostei de dividir espaço apenas comigo mesma, mas ultimamente é o que mais me apetece fazer. Porque mesmo que o divida com alguém continuo a sentir.me como se ele lá não estivesse.


Morro de saudades dele. Mesmo. E dela. Sempre.


Sou uma fraca!

Detesto-me.

quarta-feira, 22 de novembro de 2006


Naquela altura a lua trazia-me mais certeza
O tempo vai passando mas não muda a tristeza
Quero ouvir de novo as palavras que sussurras-te
Relembrar-me dos segredos que me confias-te

A inocência que me davas era singular
Não sei qual foi de nós o primeiro a mudar
Fazes-me visitas mas só temporariamente
Quem me dera que voltasses e ficasses para sempre
Porque é que não percebes que estou a ficar mais fraco
Se não me queres dar um beijo dá-me ao menos um abraço
E diz-me que está tudo bem como antigamente
Quando passávamos tardes a olharmos frente a frente

A saudade aperta e não dá pa ignorar
A dor fica cá dentro como uma ferida por sarar
Hoje recordo bons momentos que contigo passei
Mas a tua partida foi algo que nunca imaginei
Com o tempo passando os sentimentos são iguais
Se calhar quando desabafei já foi tarde demais
Faço a solidão o meu companheiro diariamente
Quando sonho que voltas-te e ficas-te para sempre
Quando partis-te simplesmente ficou um vazio cá dentro
Mas na mesma distância mudou o meu sentimento
Se me nasceu num dia espero seja eterno
Quantas lágrimas secaram nas folhas destes cadernos
Houve tanta coisa que ficou por dizer
Duvido que compreendas aquilo que me faz mais sofrer
A mágoa que cá dentro, carrego sempre comigo
Dava tudo pa voltar a rever o teu sorriso
Se calhar tenho culpa por ter sido tão calado

Houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas
Tantas lágrimas que chorei em forma de tinta
Se te desiludi peço desculpa mas é estranho
Não imaginas nem metade do amor que tenho

Imaginado que regressas a qualquer momento
A esperança não morre quando acordo a fantasia
Reencontrar-te era tudo o que eu queria

E por momentos passo para outra dimensão
Para um mundo diferente que um dia sonho encontrar
Ter-te do meu lado sempre que eu precisar
Nos momentos difíceis estejas lá pra me apoiar
Mas a esperança que eu guardo é o que me faz acreditar

terça-feira, 21 de novembro de 2006



Gostava que todas as noites fossem como esta. gostava de te ter aqui a dividir a cama comigo todas as noites e esperar ansiosamente que a minha mae se mantenha lá dentro com aquelas conversas que nao intressam a ninguém.

Amo-te minha coisa boa. muito mesmo. mesmo quando me trocas pelos simpsons. lol :p

Vju