São sonhos que realço no meu amanhecer, são sonhos que me fazem pensar no impossivel e no que jamais irá acontecer. Sonho acordado quando penso poder alcançar o que está bem longe de mim, sonho de forma a poder construir o que sei que será dificil mesmo assim. Sonho sem dormir, de olhos bem abertos, espreito pela janela e vejo a realidade bem perto, de um sonho que podia ser verdadeiro, a realidade daquilo que gostaria que fosse real no meu ser... (KATY)
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Para além de toda a desilusão própria do momento que todos estavamos a viver, embora de maneiras diferentes, foi ainda a desilusão que me deste.


Amo-te tanto...\\\
É verdade, obrigada a ti também que me atendeste o telemóvel...foi importante poder falar com alguém que eu sabia que me compreenderia. Desculpa ter-te acordado, a necessidade foi mais forte...Obrigada po aquelas palavras ensonadas mas sentidas...Afinal, ainda és especial... :) .jpg)
domingo, 24 de junho de 2007
Hoje de tarde foi diferente. Nao foi premeditado mas é para não te poderes queixar.
Amo-te tanto tojozito...
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Não sei se esta foi mais uma daquelas vezes em que o mundo pareceu desabar sobre a minha cabeça, mas em que no final, ficou tudo bem...
Não sei se hei-de deixar passar tempo até as coisas se acalmarem, até ambos termos tido tempo suficiente para sentirmos a falta um do outro, ou se devo insistir em tentar mudar essa tua cabeça maluca.
Não sei até que ponto isto é reversível e não tens ideia o quanto isto dói.
Só passou um dia mas já é horrível ver as pessoas a usar as mesmas expressões que tu e a defender os mesmos ideais, é difícil lembrar-me dos sítios e saber que possivelmente nunca vamos voltar lá.
É tão difícil ligar-te e só ouvir palavras frias e distantes quando tudo o que eu queria era um abraço e um beijinho de boa noite.
E pensar que uma simples espinha foi motivo para toda esta chatice, é de loucos.
É de loucos constatar que ao fim de não sei quanto tempo, ainda não sabemos os limites e as limitações um do outro. E sobretudo que não sabemos conversar sem que estejamos deitados numa cama, num sábado à tarde. Custa-me olhar à nossa volta e ver naquilo em que nos tornamos, ao ponto que nós chegámos como tu mesmo disseste.
Já houve alturas em que eu achei que aquela seria a última vez que eu te iria ver, que te iria tocar ou mesmo falar contigo. Já houve alturas em que tudo esteve pior e mesmo assim, mesmo em situações merdosas (porque não têm outro nome) sempre nos entendemos e eu sempre fui a primeira a contribuir para isso.
Por um lado, eu entendo o que tu dizes quando não estás com cabeça ou quando simplesmente não queres saber, porque eu também passo pelo mesmo mas, pelo menos contigo, eu faço um esforço. Contigo eu sou diferente. Mas tu não…
Eu sei que muitas vezes sou criança, que sou infantil ao ponto de ter ciúmes de um jogo de computador, que sou mimalha o suficiente para termos uma tarde de beijinhos mas mesmo assim, isso nunca foi um problema para nós.
Toda a gente tem limites bé, eu acredito que sim, mas se no final acabamos sempre por nos entender, custa a crer que seja por mero acaso do destino. Talvez isso tenha mesmo algum significado. E se não tem para ti, para mim tem e muito.
Só passou um dia e eu já sinto saudades das tuas sms e dos beijinhos popinhos. Dos olhares, que segundo dizem são o espelho da alma.
Ontem senti-me pequena e insignificante. Senti que fizesse eu o que fizesse não te consegui demover ou comover de maneira nenhuma. E de facto, como eu disse de manha, se eu não consigo isso de ti, vou esperar isso de quem??
L is no G anymore? (LG)
terça-feira, 15 de maio de 2007
sábado, 12 de maio de 2007

sábado, 28 de abril de 2007

sábado, 14 de abril de 2007
sábado, 7 de abril de 2007
"Pensas que eu sou um caso isolado, mas eu não sou o único a olhar o céu; a ver os sonhos partirem á espera que algo aconteça. A despejar a minha raiva, a viver as emoções. A desejar o que não tive, agarrado às tentações. E quando as nuvens partirem, o céu azul brilhará. E quando trevas se abrirem, vais ver o sol brilhará. Não, não sou o único. Eu não sou o único. Não sou o único a olhar o céu ."
domingo, 25 de março de 2007

Eu acredito nisso desde que te conheci
Como o céu e o mar
Quando se tocam no horizonte
Adoro esta rota que me leva ao teu encontro
Sem ponto de partida
Nem hora de chegada
Les-me o pensamento sem dizeres uma palavra
Eu confio em ti, porque sempre foi assim
Ensinaste-me a saber o que era melhor para mim
Às vezes, penso como é que pode ser possível,
Não seres real, e ao mesmo tempo seres tão visível
És único, és tudo aquilo que me atrai
Adoro o teu felling, adoro a tua vibe
Tipo aquela sintonia que não se explica
Mas é forte de mais para deixar que ela se afaste da nossa vida
Tu és assim para mim…essência que arde
Tu és….a minha liberdade!
Perto de ti, eu sinto-me assim
Longe de tudo, mais perto de mim
És a essência que me faz cantar
Mas agora,
Eu quero é escutar
A partir do momento, em que te ouvi
Te senti
Vi que tinha a ver contigo,
Tudo o que sempre pedi
Compreensão, amor, atitude e respeito
Tudo disto me falaste com aquele teu jeito
De harmonia, melodia que fazes voar
A minha escrita sobre ti, de tudo
Que sinto a passar à minha volta
Dentro de mim, o meu sentimento
Só a ti revelo aquilo que guardo cá dentro
No fundo, eu só penso em ti
Não há um dia na vida que tu não estejas em mim
Bons momentos que passamos
E tarde nos deitamos
É com o teu som, que nós desabafamos
Perto de ti, eu sinto-me assim
Longe de tudo, mais perto de mim
És a essência que me faz cantar
Mas agora, mas agora
Agora, agora
Eu quero é escutar
Bem, primeiro foi alta confusão com quem ia e quem não ia, e com quem ia com quem. Depois uns iam e outros já não iam, e depois já iam outra vez…Foi deveras confuso. O meu pai já não estava a achar muita graça à brincadeira mas no fim lá acabou por me levar ao tal bar.
A noite foi cómica. Depois de termos finalmente conseguido estabelecer quem ia, as boleias e tudo o resto, lá fomos ao bar.
Sentamo-nos e logo nos foi entregue uma lista de bebidas espirituosas, com os respectivos efeitos. Depois de alguma indecisão lá conseguimos escolher as bebidas: dois MATA-SOGRAS, um MAITAI, um CÔCO-LOUCO (minha), e três SUMOS TROPICAIS. Confesso que ontem a minha vontade de ingerir bebidas alcoólicas não estava em alta. Apesar de ter pago quase sete euros por uma bebida que vinha em algo que se parecia com uma tigela em forma de côco, bebi dois golinhos e não fui capaz de tocar mais naquela palhinha enorme. Depois disso foi uma mistura de bebidas…toda a gente a enfiar a palhinha na bebida de toda a gente…Foi de rir. Depois ( e apesar de eu não ter bebido praticamente nada) acho que ficamos todos meios tocados.
Ah, é verdade, o ponto alto da noite foi, sem duvida alguma, o momento em que saiu fumo da bebida da aniversariante. E quando o Alvarenga anunciou que íamos cantar os parabéns e mais ninguém nos acompanhou naquela cantoria sem igual.
Mais para o fim, já nos estávamos todos a rir, nem sabíamos bem de quê, mas o que interessa realmente é que reinava a diversão.
Tentei ligar-te algumas vezes mas calculei que tivesses adormecido. O meu pai ficou muito admirado de eu ir sem ti. Perguntou-me imensas vezes se eu tinha a certeza se queria ir sem ti. Achei-lhe piada. Não que a ideia de ir sem ti me agradasse mas…comprometi-me a ir. Acordei sobressaltada com o telemóvel a vibrar às três da manhã, mas ainda bem que ligaste….
Amo-te meu popinho lindo!
sábado, 24 de março de 2007
Hoje é dia de limpeza semanal. Devia estar preocupada em sacudir o pó dos móveis e aspirar o cotôn dos tapetes, mas só me apetece escrever algo, embora não imagine o quê.
Antigamente eu dedicava-me a este blog e escrevia até mais que um post por dia, mas ultimamente a inspiração tem-me traído e a vontade de passar mais de uma hora sentada em frente a esta máquina simpática, já não me agrada tanto como antes. Tenho esperança que com as férias arranje mais disposição para me dedicar a escrever linhas e linhas de dias perfeitos.
Ontem, quando me senti acordar, imediatamente pensei que mesmo que te acordasse não ias abrir as pestaninhas como havias feito nos dois dias anteriores. Instinto feminino. E não me enganei não é popinho? Enfim, tinha prometido a mim mesma que não ia desesperar nem ficar completamente alterada. Ia fazer o meu dia, normalmente, e talvez passar por tua casa para te arrancar da cama. Não me sentia muito à-vontade com a ideia mas devo confessar que até foi engraçado. Eu gostei daquele «nos entendemo-nos sempre».
Sabes, pensando bem, ultimamente eu ando mesmo intolerante. Acho que na realidade já não sou capaz de encarar uma brincadeira…mas nem sei como mudar isso. Eu sei que te tiro muitas vezes do sério, e que são mais as vezes em que pareço uma miúda, do que aquelas em que me porto como uma mulher, mas sei também, que tens a noção que não o faço propositadamente. É naturalmente. Eu sei que nem sempre vais ter essa disposição para entender aquilo que eu sinto…Mas sabes como são importantes as brincadeirinhas e os abraços vindos do nada. Os momentos especiais…
Enquanto conversávamos, durante a tarde, gostei de perceber que sentes o mesmo que eu, no que toca à nossa relação. Foi mesmo importante, sentir que pensamos da mesma forma, embora nem sempre o demonstremos. Há uns tempos atrás queixava-me de não te conhecer tão bem quanto gostaria. Hoje em dia, acho que temos vindo a fazer progressos. Acho que posso afirmar com mais certeza que, hoje, conheço bem o teu feitiozinho. Talvez não tão bem quanto gostaria mas também não se pode ter tudo. E com o tempo e a paciência certas eu sei que consigo. Provavelmente o facto de nos conhecermos bem, não impede algumas das discussõezitas que temos mas embora eu deteste me chatear contigo, às vezes tenho mesmo que explodir, muito embora saiba que depois me arrependo…tu também…ou não?? «That’s what love is all about…»
Ontem foi mais um dia de convívio social, promovido pela nossa estimada docente, que, diz ela, lecciona psicologia. Lol. Fim de aulas…Finally!
quinta-feira, 22 de março de 2007
And everytime we kiss I swear I can fly.
Can't you feel my heart beat fast, I want this to last.
Need you by my side.
Cause everytime we touch, I feel this static.
And everytime we kiss, I reach for the sky.
Can't you feel hear my heart beat slow
I can't let you go.
Want you in my life.
Your arms are my castle, you heart is my sky.
They wipe away tears that I cry.
The good and the bad times, we've been trough them all.
You make me rise when I fall.

[Mesmo que por vezes as nossas opiniões sejam divergentes...adoro-te bé]
quarta-feira, 21 de março de 2007
Não sei porquê mas aparentemente ultimamente está toda a gente maluca nesta casa. São os jantares de discussões constantes e as manhãs da histeria habitual, e sinceramente começo a não ter o mínimo de paciência para estes convívios familiares tão agitados.
Ontem pela manhã foi o início de mais um dia agradável passado em família. Acontece que no famigerado «Dia do Pai» estava animadamente a confraternizar com um cliente habitual da empresa que os meus pais dirigem, quando o referido me diz que já recebeu a sua prenda de dia do pai e me pergunta se eu já havia entregue a minha, ao que respondi negativamente. Instintivamente sorriu e disse «Ah, mas tem que dar…» e eu retorqui «Acha que ele merece?» num tom de profunda brincadeira. A conversa acabou poucos minutos depois e ambos regressamos a casa.
Uma vez que já havia comprado a prenda que pensava oferecer e como me encontrava doente, optei por jantar e ir dormir e no dia seguinte pensaria em entregar a tal prenda comprada pelo menos duas semanas antes. Não pensei que o momento em que a entregaria fosse importante. Pensei que contasse mais o sentimento com que a escolhi, a comprei e com o qual a daria. Mas de certo me enganei porque no dia seguinte, enquanto tomava banho, senti uma histérica entrar-me no quarto de banho e dizer que ainda não tinha entregue a prenda e bla bla bla e que era uma ingrata e aquelas coisas que as mães gostam de dizer aos filhos para reconforta-los.
Desde esse dia tenho em casa um homem de 47 anos que mais parece o meu primo com 8. No lugar de um pai sensato, capaz de entender a minha doença e falta de disponibilidade, tenho um puto amuado cuja opinião vale mais que a palavra de Cristo em terra sagrada.
Este é um mero episódio dos muitos que vivo constantemente. Provavelmente nem sequer tenho do que me queixar mas estou esgotada de ter que viver neste ambiente desgastante de discussões a todas as horas e acusações constantes. Não preciso disto para viver.
Hoje não gostei particularmente da atitude dela. Num dos seus habituais ataques de histeria disse-me «vai lá viver com o teu amigo». (por meu amigo entenda-se meu namorado). E sinceramente? O que eu mais queria neste momento era de facto poder sair daqui e viver num outro sitio.
Sinto-me cansada de lutar contra a maré, de ser sempre o elo da discórdia e o ponto de desentendimento. Estou cansada de discussões porque eu digo que vou ao cinema e há roupa em casa para passar a ferro. Estou pelos cabelos de ter que mentir para poder ser eu, farta de não poder responder à letra às acusações com medo de ferir os sentimentos de alguém quando esse alguém fere os meus. Estou farta de tentar ter as atitudes correctas e ninguém ligar a isso. Estou simplesmente cansada de viver aqui…
Por mais que me esforce não consigo ser aquela pessoa que ele idealizou para mim. Eu não sou a menina marrona que só vê livros à frentes, que tem grandes médias, que não namora nem sai de casa aos fins de semana. Eu não sou assim. Não sou a filha perfeita que arruma todos os dias a casa para a mãe que vem cansada do trabalho. Não sou a boneca de pano que assente com a cabeça a toda e qualquer afirmação…
Eu sou uma pessoa simples, que gosta de aproveitar os momentos. Já fui boa aluna. Hoje gosto mais de um passeio à beira rio ou uma rapidinha no quarto dele. Nunca fui a filha perfeita, sempre gostei do meu espaço e do meu tempo dedicado absolutamente a mim própria ou a alguém interessante que precise da minha atenção. Sempre fui o árbitro de discussões entre o casal que eles formam e muitas foram as vezes em que sai mais prejudicada do que algum deles.
Eu só quero ser eu e mais ninguém. Só quero poder exprimir-me e sentir as coisas como eu quero e não como eles querem. Foda-se, ninguém é perfeito, eu também não sou. Aceitem isso de uma vez por todas.
Oh miúda, onde estiveres sabes que eu sofro por ti…sabes que todos os dias mais que muitas lágrimas são derramadas em teu nome. Adoro-te tanto…
Bé, obrigada por ontem. Pelos abraços e pelo silêncio que disse mais que muitas palavras. Amo-te tanto pah…nem tenho palavras….obrigada por fazeres parte de mim. Não sei viver sem ti popinho!
sábado, 17 de março de 2007
Já nao punha aqui os pés, neste caso, as mãos (lol) à quase um mês. Mas hoje é um dia especial. Quando acordei e peguei no telemóvel a primeira coisa que pensei foi que tinha adormecido e nao te tinha ligado...desculpa bé....mas quando olhei para a data do dia de hoje, lembrei-me também de outra coisa: hoje faz exactamente um ano que entraste na minha vida...
Palavras escritas nesse dia:
«mas falandu em coisas mais alegres...hj a pulita kis tar cm o senhor pedritu, o seu boyfriend...e então lá fomus, ou mior ele é k veio, ter cnnsco. pensei sinceramente k ia fazer d vela a tarde toda. mas felizmente akela mente brilhante du sr.pedruh lembrou s d levar um amigu...amigu exe k paxu a apresentar...é o miguel...
ora o miguel é um tipo mt a frente, bué fixi mm. conheci-o hj mas curtiu bués (s tiveres a ler istu, fika a saber k n é pa todos, ó JOVEM...)lol
já agra aproveitu pa me redimir, aki perante todos, da figura k fiz....dsc...knd me paxu xou axim....mas n é por mal..nu fundu sou boa pexoa, lol. e aproveitando o lance, bgdao mais uma vez por teres ido buscar o meu binku, fste um kiduxo jovem por caminhares akilo todo só por causa d um binku! e ias sendu atropeladu...»
Bé, ainda bem que algum dia esse grande senhor que é o Pedro te pos no meu caminho...esperemos que hoje esteja também «um belo dia»

Obrigada por todos os bons momentos que passamos neste ano, por todos os esforços e todas as compensações...obrigado por todos os sorrisos, todos os abraços e beijinhos dados naquelas horas de felicidade extrema, e nas outras também. Obrigada por todo o carinho e dedicação e por todas as «caras feias» quando eu faço uma asneira. Obrigada por me apoiares nos momentos dificeis, por estares lá sempre que eu preciso nao de um ombro amigo, mas do TEU ombro amigo. Obrigada por todas as vezes que mesmo sem me dares a mão me levaste pelo caminho mais certo. Obrigada por estares presente na minha vida e seres a pessoa mais importante que se encontra nela...Obrigada por todas as palavras bonitas, pelas vezes que me viste chorar e me agarraste a mão...obrigada por todas as conversas sinceras, pela paciência nas birrinhas, obrigada por me teres tornado em metade da mulher que sou hoje. Obrigado por todos os olhares severos que me mostram os erros que cometo. Obrigada por entrares nos meus sonhos e por torna-los realidade. Obrigado por todas as maluqueiras e taradices feitas seja lá onde for. Obrigada pelas tardes e tardes passadas na relva de um jardim. Obrigada por seres essa pessoa única que apesar de tudo me entende e me apoia como mais ninguém faz. Acima de tudo, obrigada por sempre me teres ensinado a enfrentar os meus medos e por acreditares nas minhas capacidades quando eu mesma nao o faço. Obrigado por me obrigares a fazer coisas que contribuem para eu me formar como pessoa. Obrigada por pensares primeiro em mim e depois em ti e por fazeres sempre os possiveis por atender às minhas vontades. Obrigada por todas as vezes que faltas as aulas para estares comigo, obrigada por te levantares cedo para te enfiares na minha cama. Obrigada por todos aqueles diálogos no cinema da batalha e por todos os olhares popinhos que já trocamos...Obrigado por seres quem és e me tornares naquilo que eu sou. Obrigado por me fazeres muito e muito feliz.
Desculpa quando ao tentar fazer tudo bem, faço tudo mal...
domingo, 25 de fevereiro de 2007
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Já passei aquela fase de te culpar por algo com que nada tens a ver, mas continua a doer ver que, mesmo que as circunstâncias tenham mudado, as situações continuam a repetir-se…
Disseste «liga-me daqui a uma hora…». Já passaram cerca de seis horas e telefone continua a dar sinal de desligado, de sem rede, de…sei lá…a única coisa que sei é que por muita vontade que tenha e por mais que me esforce as coisas nunca correm como eu planeei, como eu imaginei. Só não sei porque ontem, naquele último telefonema perto da meia noite, não me tiraste logo toda e qualquer esperança que pudesse restar daquele que seria um dia memorável hoje. Sabes que sim…
Passei alguns tempos dentro daquela banheira hoje de tarde, a tentar que a frustração se evaporasse junto com o ar quente que saia do aquecedor, mas assim que me voltei a enfiar na cama, ela voltou com todas as suas forças e arrancou-me as minhas. Depois acabei por pegar no telemóvel e ler algumas mensagens mais antigas e que eu guardo com muito carinho. Dizia assim: «Já sinto tanto a tua falta só por saber que amanha não vou ter contigo…espero que isto tudo passe rápido. Já estou farto desta distância que toda a gente insiste em por entre nós. Contigo eu sou feliz!». Não encontrei nada que retratasse melhor tudo o que eu te queria dizer naquele momento. E ainda agora. Essas tuas palavras foram perfeitas sabes? Eu contigo sou mesmo feliz. Completamente feliz.
Ontem tentei que me prometesses que hoje não íamos discutir e não o fizeste. No entanto, hoje ainda não discutimos. Mas eu trocava a tua «falta de comparência», como tu gostas de lhe chamar, por uma daquelas nossas discussões derivadas de um nome inocente escrito numa folha de papel. Ou por outra coisa qualquer. Não fazes ideia do quão importante é ter-te e sentir-te aqui. Mesmo quando vais a dormir em cima dos meus «papinhos» na camioneta…
Estes dias vão ser difíceis de passar, sabes que sim. Espero que a quarta-feira chegue bem mais rápido do que seria de esperar e que esta angústia não se apodere de mim, como fez hoje de tarde.
A minha mãe é que leva comigo sabes? Mas é cada vez mais difícil controlar este desespero que se apodera de mim. Hoje acho que chorei durante uma hora depois de ter pousado o telemóvel. Sem nenhuma razão aparente. É tanta coisa que me assalta o espírito que começo a chorar por não te ir ver durante uns dias e acabo agarrada a uma almofada a pensar que hoje ia lá ao cemitério, sentar-me um pouco junto dela e não fui…
Nos últimos tempos tenho tentado controlar toda a angústia que há dentro de mim naqueles momentos em que penso naquela menina que tantas vezes me fez sorrir…e na mais pequena coisa, no mais pequeno deslize eu solto todo o meu desespero, invariavelmente em ti…sabes que não é por mal, que não o faço propositadamente e que são muitas as vezes em que o mereces mas de qualquer maneira obrigada por todos os abraços como o daquela quinta-feira…Adorei aquela tarde passada no sofá da firma a ler as frustrações de pessoas que resolvem os seus problemas através dos conselhos que encontram na capa de uma revista. E talvez até os resolvam melhor que eu…quem sabe…? Mas encontramos situações caricatas.
Obrigada por aqueles momentos bé…sabes que esses abraços têm mesmo um efeito curativo!
domingo, 11 de fevereiro de 2007
E agora queria falar contigo mas quando te ligo so ouço «o cliente da vodafone para o qual ligou, nao pode neste momento ser contactado...por favor, tente novamente mais tarde...». Vou assumir que ficaste sem bateria... :S e vou tentar mais tarde ne?? xD
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
[E é por ti sabes? É só por ti...mais ninguém...e só para ti] [tu sabes...]
Já muitos dias se passaram desde a última vez que senti vontade de escrever neste blog, ou em qualquer outro sitio, mas de repente sinto que me desleixei naquilo em que eu costumava por um pouco de mim: este espaço. criei-o com o objecto de desabafar, de dizer a toda a gente e mais aqueles que quiserem ouvir as minhas alegrias e as minhas frustrações e tenho-o deixado de lado, com o propósito de ganhar inspiração para um texto magnifico e brilhante que viesse num daqueles momentos de inspiração latente mas como esse momento parece nunca mais chegar, deu-me uma súbita vontade de cá vir e ver o que se passa por estas bandas. Não que alguma coisa tenha mudado...
domingo, 21 de janeiro de 2007

domingo, 14 de janeiro de 2007

Por vezes sinto que nunca foste somente aquela pessoa que eu conheci, já nem sei bem onde. E hoje naqueles raros instantes em que te vejo, sinto saudades do menino espirituoso das tardes de quinta feira. Não sei. Sinto-me assim. Meia distante daquelas pessoas que um dia foram realmente relevantes. Um dia eu tive um lugar para ti na minha vida. Assim como para ele. Ontem vi-o com aquele lenço ou cachecol piroso no pescoço, mas só por ser nele até ficava engraçado. E naquelas palmadinhas nas costas sinto todas as saudades de tardes de diversão passadas tantas e tantas vezes juntos. Sinto saudades das sms, das saídas, da praia, das piadas, sei lá eu…sinto saudades da minha vida pacata e com montes de amigos. Por vezes pergunto-me para onde foram todos…?
De forma alguma me queixo daqueles que tenho hoje. Apesar de poucos são fieis e verdadeiros e mesmo naqueles momentos de raiva passageira gosto deles.
Mas não consigo preencher aquele vazio que restou de todos aqueles que de uma maneira ou de outra deixaram de ser parte do meu ser…
*que texto mais esquisito…*
«Sim, eu gosto de ti pegajoso…gosto de ti de qualquer maneira…» =)
143(13) BaBe.
With you LG
sábado, 6 de janeiro de 2007
Fogo essa capacidade que tens para magoar é enorme…
Hoje foi mais uma daquelas manhãs que passei sozinha, no vazio daquele quarto…e o que mais me incomoda é que isso não é algo que eu possa mudar com um simples estalar de dedos. Mas eu gostei da tua forma de pensar.
Não te gabo a atitude, nem a forma como ages e os métodos que queres adoptar mas admiro o teu pensamento.
Eu? Eu gostei daquela horita ao telefone hoje de manha, gostei que conseguíssemos falar daquelas coisas que realmente importam e gostei de perceber que percebes além daquilo que as atitudes alcançam.
E sim sem «mas» ou «talvez» ou «se’s», tens razão. Tens razão naquilo que dizes, tens razão na forma como pensas, tens razão naquilo que sentes. Tens…e ponto final.
Foi como te disse hoje: algures em nós tem que haver um 45, um meio-termo, um equilíbrio.Sim, como toda a gente se tem apercebido ultimamente eu estou ríspida, agressiva, com mau feitio, sou possessiva e o meu estado altera-se rapidamente. Eu sempre fervi em pouca água e acho que esta minha tendência tem vindo a piorar.
De momento talvez sejas aquela pessoa que melhor me conhece por dentro e por fora e talvez isso me faça pensar mais nas atitudes que tenho vindo a adoptar, e me ajude a perceber que realmente é verdade.
De facto, o primeiro passo é admitir e sim »eu tenho um problema».
Talvez esta seja a altura de mudar o meu feitio de pita mimada e me tornar alguém mais…alguém!
[será?]
[sim!]
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
*ι’м ѕσяяу ∂єαя…ι נυѕт…ℓσνє уσυ тσσ мυ¢н…*
De alguma forma eu tento mudar isso. Fui ver os simpsons mas o olhar desviava-se sempre para o telefone e o telemóvel pousados em cima da mesa do computador. E a vontade de lhe pegar é irresistível…está ali tão perto…ate que finalmente parece estar a chamar…
*Eu gostei de ter ido ao porto hoje. Gostei de te abraçar por 5 minutos e sentir-me feliz…*
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Por vezes pergunto-me se o defeito será meu ou se realmente isso é apenas um conflito de interesses entre vocês os dois…ou três, nem sei bem. Confesso que hoje de manha fiquei algo confusa com aquelas bocas laterais espalhadas pela linha telefónica…Não gostei sabes? Não gosto que vivas sempre nesse ambiente e que haja sempre problemas de cada vez que…que nós…enfim…
Ontem, pela primeira vez depois de muitas chamadas, ela foi realmente simpática. Ou então bastante hipócrita. Mas não me pareceu fingido. Gostei. Quer dizer, não sei se gostei, mas penso que sim…
Mas na realidade gostava mesmo de saber se isso é um problema que existe entre essas quatro paredes ou se também me alcança.
As vezes pergunto-me se eu sou uma coisa boa para ti, se aquilo que existe de bom é realmente superior aos danos colaterais que a nossa relação envolve. Sempre pensei que o problema surgisse do lado de cá e não aí. E sinto-me responsável por isso acontecer. Mesmo quando exijo demais de ti, e mesmo quando tenho aqueles «5 minutos» por telefone.
[Amo-te tanto...nao tens noção... :p ] :D
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Cliquei naquele ícone azul com o [e] redondinho e vasculhei por alguns dos muitos fotologs que visito. Num deles, via-se a seguinte frase…: "I still feel your touch in my dreams."
Como é verdade…como eu ainda te vejo nos meus sonhos…como ainda te toco nos meus sonhos, como ainda te SINTO de madrugada, num pesadelo sem pés nem cabeça, onde ambas entramos, e de onde eu quero sair.
Ultimamente tem sido mais fácil escapar ás recordações, virar a cara às fotografias, ignorar as lágrimas que caem contra minha vontade. Hoje a dor é maior mas o controle também.
Hoje a saudade aperta bem, cá dentro, mas o sorriso permanece…
Porque será que sonho tantas vezes contigo?
*never leave, not even in my nightmares *miss u my sweet little bear*
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Diz a voz do povo «ano novo, vida nova»!Decidi que vou deixar para trás tudo de mau que me assombrou o ano passado. Ou pelo menos quase tudo. Vou por para trás das costas os problemas, as inseguranças, o mau feitio, o stress, a angústia, o desespero de horas e horas. E as lágrimas que tanto chorei.
2006 foi um ano repleto de mudanças e ambientes diferentes. Foi uma época de mutações contínuas e conflitos permanentes. De certezas incertas e novidades inesperadas. Em 2006 chorei todas as lágrimas que haviam guardadas dentro de mim. Chorei desalmadamente, chorei de tanta raiva, de desespero e chorei de tanto rir.
No balanço de todas as situações foi um ano equilibrado.
Não sei se naquele ano consegui ser alguém diferente, uma pessoa melhor, com menos erros a apontar, menos criticas a fazer…mas vivi algumas situações de dor, de alegria, de desespero, de prazer. E em todas elas aprendi algo diferente.
2006 foi um ano de perdas e vitórias. De batalhas travadas comigo mesma e com os outros. De sentimentos machucados. Orgulhos feridos. E egos satisfeitos. O ponto mais alto deste ano foste tu meu amor. Foi teres aparecido na minha vida, foi teres-me mostrado o outro lado das coisas, foi teres-me limpo cada lágrima que escorreu, foi teres-me ensinado a viver de forma diferente.
O ponto mais baixo foi tê-la perdido. Saber que nunca mais a vou ver. Ter a certeza que agora Ela só existe nos nossos corações, nas recordações, nos momentos que todos vivemos juntos daquele sorriso, de todas as festas que ela animou sempre com aquele bom humor. Este ano tive saudades daquele olhar, daquelas birrinhas, das brincadeiras com o telefone, dos telefonemas de horas e horas, dos finais de semana a dois, das coscuvilhices de sábado de manha…este ano senti a falta dela.
*****Último dia do ano*****Passagem de ano*****
Ontem foi daquelas noites completamente diferentes, com aquele ambiente absolutamente fantástico e a companhia do melhor.
Eu sabia que não íamos acabar o ano sem mais uma chatice, sem mais uma birrinha, sem um outro murro na parede…não podíamos acabar sem aquele abraço, sem aquele olhar. O ano não podia acabar sem mais uns berros e uns abanões que acabaram num abraço intenso. Porque afinal existe aquele sentimento que resiste ao tempo e aos abanões da vida. (ou aos meus, lol)
Ontem a tarde não acabou como eu queria mas a noite começou da melhor forma possível. Eu gostei da parte do espelho…
*Que em 2007 o nosso amor seja ainda mais forte e que consigamos, como sempre, superar as barreiras que põem entre nós…*
Sabes que te amo…







