segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quando ele perguntou preferi não dizer, porque apesar de tudo não queria ter que me chatear com ele, e dizer-lhe algumas verdades que (sinceramente?) ele precisava de ouvir. E fiquei-me pelo meu silêncio, sábio e descontraido, e fiz por não pensar mais nisso.
Há medida que o tempo passava, as pessoas começaram a ser demais. Muitas caras, muitas formas, pessoas a rir, a conversar, a fazer gestos e coisas que estavam a mexer comigo de uma maneira que nem eu sabia explicar.
Dei por mim a tremer da cabeça aos pés, a suar a folha que tinha na mão, já amachucada, riscada, enfim...num estado quase perfeito para definir o meu!
O tempo começava a escassear e por fim foi a minha vez. De um lado o imenso nervoso de ter que enfrentar não a câmara, mas a multidão de olhos cravados em mim. Do outro estava ele, à minha espera com um abraço imenso e intenso no qual eu ficava até agora não fosse pelo facto de ter de jantar em casa.
E cheguei a casa ainda a tremer, de cansaço, de nervoso, de exaustão e chatice.



Pelo caminho vi um, e fiquei mesmo contente. Porsche carrera 4, preto, lindo!

Foi um dia para esquecer hoje. E é por estas coisas que sempre detestei trabalhos de grupo. E podia ter um bom grupo se não fosse por me ter armado em boa samaritana e ter preferido ficar com ele, a ficar com ela, porque apesar de tudo, ela já tinha grupo. Ainda bem que arrependimento não mata...

domingo, 11 de janeiro de 2009

Confesso que depois daquele post de uma inspiração imensa me encontro com alguma dificuldade de falar de algum assunto importante.
Este fim-de-semana, e note-se que estamos já no final de domingo, tem sido de loucos, absolutamente de loucos. Trabalhos para terminar, apresentações para corrigir, temas de directos para procurar, textos para produzir, reuniões para ter amanhã de manhã para decisão de elementos para trabalhos, enfim...Uma roda viva de situações que parece não ter fim. E no fundo acabei por não ter tempo para ele, para uma daquelas nossas conversas profundas sobre o futuro e "como não discutir em frente às crianças". Coisas não tão banais como parecem e de um profundo interesse para mim, que sou uma pessoa com visão do futuro, e para ele, que de quando em vez se preocupa com o que a vida lhe reserva.
Mas estava eu a dizer que este fim-de-semana não tive tempo para lhe dar a atenção e os miminhos de que ele carece. Sim, porque ele parece um homem mas no fundo é uma criança grande, carente de atenção e palavras bonitas. E beijinhos. Muitos beijinhos, porque ele é o mais mimalho que eu já conheci.
Depois disso olho para mim e não sei como compensá-lo pela falta de atenção e de lhe agradecer a ajuda e paciência que ele tem tido. Não que ele seja perfeito, às vezes também me apetece bater-lhe com força, mas no geral é um fofinho e um bom amigo.



*Hoje faz um ano que passei no meu exame de condução. Um ano. Parece pouco mas para mim significa imenso!


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ponto alto do dia de hoje? Aquela discussão absolutamente cómica. Assistir àquela cena em directo, vê-la em primeira mão e de vários ângulos (puro atrevimento), fez o meu dia melhorar consideravelmente. Não que goste de ver o professor irritado, mas ter alguém que coloque o Vitorino no verdadeiro lugar dele é como um sonho tornado realidade.
Não faço questão de esconder que desgosto do indivíduo. Nunca foi aquela pessoa que me inspirasse qualquer tipo de sentimento positivo (e nem sei exactamente porque é que estou a usar um post para falar dele, mas agora que desenvolvi o pensamento, vou continuar a explorá-lo até para fundamentar o porquê de não apreciar aquela personagem em todo o seu esplendor).
Ponto número um: não gosto de pessoas exibicionistas e ele é-o que chegue. (Aprecio particularmente aqueles momentos em que ele lança uma das suas piadas sem graça e se vira para ver a multidão a acenar em sinal de reconhecimento).
Ponto número dois: desaprecio totalmente a falta de elegânica e subtileza com que se dirige a pessoas de cargos superiores, tratando-as como se amigos de longa data fossem. (Ex: «Quê?» Aquela famosa "palavra" que cospe cada vez que não entende a frase dita por outrém).
Ponto número três: Celebridade? Onde???? Onde é que está? - Isso da mania que é vedeta só porque aparece na televisão para representar o zé povinho (e que me desculpem os zé povinhos) já não está com nada.
Ponto número quatro: As intromissões absolutamente despropositadas e acerca de coisa nenhuma, numa aula minimante interessante em que todos temos que ouvir os seus exemplos incoerentes e desconcertantes.
Ponto número cinco: E termino neste ponto, senão passaria aqui bons momentos a relatar episódios sem igual, para me referir àquelas alturas fulcrais em que "a personagem" nos chama descaradamente de "analfabrutos" (não literalmente, porque não tem vocabulário para isso, mas quase) em plena aula de sociologia, da qual só não foi expulso porque a professora não era eu!
Ainda neste ponto, gosto também da forma salutar com que me relaciono com o indivíduo. Uma relação cordial, de puro regozijo (meu, obviamente) e amizade sincera (hahaha - gargalhada diabólica) que existe entre nós.



Caro professor, dedico este post de uma imensa inspiração à sua pessoa, pela aula de hoje, que de facto não esquecerei tão cedo (o Dr.Phill diz que a memória das mulheres é imensa, portanto, na minha ficará para sempre este momento de confronto ideológico e psicológico, travado entre dois indivíduos de inteligência (e falta dela) absolutamente incomparável)



Aproveito ainda para dizer que o ponto baixo foi o massacre do Ferrari 599 GTB que o Cristiano desfez em plena curva. Uns meros 350 mil euros...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vou voltar a escrever hoje. Nao sei se com muita ou pouca inspiração mas com um bocadinhinho pequenino de vontade.
Ultimamente tem sido um acumular de situações que me têm deixado chateada. É sentir que estou num lugar onde ninguém me conhece, é identificar-me com pouquissima gente, é ter que viver momentos que preferia deixar de lado, é todos os dias sonhar com ela a propósito de coisa nenhuma, é ele dizer-me que eu não trabalho e pôr-me absolutamente fodida, é sentir que toda a gente espera demais de mim e eu saber que aprendi a não esperar nada de ninguém, é entrar e sentar-me sozinha pois ninguém se senta comigo, é sentir que ninguém me aprecia e saber que a culpa foi minha, é no meio delas as duas se sentir sempre segunda opção, é ter que me fazer passar por estupida para não me chatear com isso.
É sentir a falta dele, porque é parte de mim e porque com ele não é preciso falar, não é preciso dar indicações nem fazer sinais. Com ele um simples olhar basta!
Não me faltam bens materiais mas vendo bem os sentimentais não são tão significantes como isso. E se há alturas em que não e disponho a pensar nisso há outras em que esses pensamentos não me saem da cabeça...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O Natal para mim nunca foi uma época muito feliz. Nem mesmo quando era miúda e ainda acreditava no velhote das barbas brancas. Nunca tive família para isso...Nunca tive uma daquelas famílias que se juntam, nem que seja no Natal e no Ano Novo e por umas horas fazem uma festa feliz e diferente. Uma forma original de marcar o ano.
Aqui sempre fomos sempre nós os três. E nunca foi um dia diferente.
Em casa dele, o Natal é especial e cheio de prendas. Não para ele, que abomina desperdícios e dinheiro gasto em vão. Mas para os restantes. Ele tem uma daquelas famílias que se juntam e são felizes...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


O grande porsche 911 turbo estacionado a porta do restaurante ontem xD

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Já me tinham dito que eras uma criança fofinha, e por algumas atitudes de bebé, naqueles momentros fofinhos e só nossos, ja me tinha apercebido de que és na realidade uma criança grande. Mas nunca imaginei um dia vir a ver aquelas cassetes com recordações de quando tinhas pouco mais do que dois anos. E eras o bebé mais lindo e mais fofinho. E com a forma de falar mais cómica que já vi.




143 LGWU Wabaqui, vjinhus e miminhos

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Metade do texto para o próximo trabalho. O texto que a inspiração me trouxe:

«Tudo começou com uma bebida depois do trabalho. Um relaxamento depois de um dia extenuante.
À medida que o tempo passava, eu já não sabia viver sem o famoso digestivo do emprego. Casos complicados, trabalho até às tantas da manhã e um cansaço do tamanho do mundo.
Desde o amanhecer que buscava o resto do dia. Ansiava pela hora do toque de saída para poder voltar para a minha garrafa. E sem querer, sem me aperceber, tornei-me num viciado. Num caso sem remédio, um alcoólico sem solução.
Os copos vinham, uns atrás dos outros, e eu desejava-os. Queria que me levassem para longe daquele lugar. Que fossem eles que me fizessem esquecer os demais problemas que tinha para resolver. Alguém o faria por mim.
Família? Já não me lembrava que a tinha. O conduzir do emprego até à cama era o finalizar de um dia sem fim.»



Depois de lhe ler o texto, diz ela: »Oh madrinha, tu és alcoolica?»

Maior risota...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Nunca pensei que me fosses dar aquela resposta. Quando perguntei como lhes chamariamos não pensei sequer nessa possibilidade. Estou-me a libertar disso e a deixar a vida fluir normalmente. Sem pressas e contratempos. E sinto-me uma pessoa melhor, sinto mesmo...

Mas quando dizes que lhe darias o nome dela, ou o nome dele...amei-te mais do que aquilo que pensava ser possível.
Isso significa o mundo para mim...E sei que nao o disseste por brincadeira.




Amo-te até a lua. Ida e volta 5 vezes.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Não há Natal. Não sem que haja uma árvore colorida com bolinhas e fitas que espalham o espitiro natalício um pouco por toda a casa.
Hoje fiz a árvore de Natal. Acho que contra a vontade dela. Mas eu ainda sou uma criança. Quem sabe não encontro o Pai Natal este ano.

Talvez ele me dê uma Canon EOS 50D =)









*The little things give you away...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Vai ser a minha aquisição de Natal. Mas as dúvidas são tantas que ainda não consegui decidir exactamente o que quero. Claro que por mim comprava a melhor delas todas, a mais pesada, e que por acaso é também a mais cara. E não tenho problemas com dinheiro, nunca tive. Sempre tive as melhores coisas, os aparelhos mais sofisticados, os equipamentos mais recentes e as tecnologias de ponta. Ainda hoje é assim. Mas tenho medo de a adquirir e não lhe dar o devido uso.
Em criança sempre tive os brinquedos mais bonitos, as bonecas mais dispendiosas, os maiores peluches e o balão mais imponente. Olhando para o presente, não tenho o melhor portátil do mercado porque custava para cima de dois mil euros, mas tenho o a seguir a esse. Tenho um telemóvel carissimo, que é mais um computador em miniatura do que propriamente um telemóvel. Não tenho um mp3, tenho um iPod, o melhor deles todos...Aos 18 anos já tinha carta. Mal a tive, comecei a andar com o carro do meu pai. Hoje meu.
Emocionalmente? Sempre fui uma pessoa rodeada de amigos. Hoje não tanto, mas tenho orgulho naqueles que mantenho.
Família? Pai e Mãe. Amigos. Maior orgulho. As pessoas mais presentes na minha vida, em todas as alturas. Nas festas do infantário, nas viagens da escola, na partilha dos segredos. Bem nos segredos, mais ela que ele é bem verdade. Mas há coisas que não se podem dizer aos homens.
Namorado? Amor puro. Meu Universo. Nunca foi perfeito. Mas muitas vezes tenta. Pessoa presente, amigo, carinhoso, companheiro de tudo...e quando digo tudo é mesmo TUDO.
Faculdade? Puro azar não ter entrado na pública mas ainda bem que assim foi. Melhores disciplinas. Notas altas. Sempre! Maior filme quando assim não é. Orgulho do papá. Puro e simples.
Eu? Pessoa emocionalmente instável, fisicamente frágil, demasiado exigente, por vezes intrangisente. Boa em conversas profundas. Melhor ouvinte. Amor pela escrita e pela fotografia. Quem gosto, amo. Quem não gosto, desprezo. Teimosia a 70%. Cedo com relativa facilidade. Pedir desculpa nunca foi problema. Adoro poder ajudar! Gosto de aprender. Adoro partilhar opiniões, ainda mais críticas.



Ainda relativamente ao assunto de cima, quero por tudo aquela máquina fotográfica. E vou tê-la. Mas não queria pedir demais...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

É verdade que já passaram alguns dias desde que escrevi aqui pela última vez. Mas a culpa é dos imensos trabalhos que temos para produzir, um atrás do outro, sem parar. De repente olho à minha volta e o dia já passou, a noite já vai longa e amanha é outro dia, mais longo que o de hoje.
Quando dou por mim não tenho mais tempo para escrever. Nem para mim nem para os outros.
Este ano tenho cada vez mais certeza daquilo que escolhi ao vir para esta faculdade. Nem por um minuto me arrependi de o ter feito e cada vez me orgulho mais da minha escolha. Sem dúvida que foi a mais acertada. Dá trabalho? Imenso. Mas é gratificante ver as nossas ideias no papel, no computador, na televisão. E cada vez mais gosto destas produções e das surpresas que acabam por ser estes trabalhos...


* Foi um texto um pouco esquisito mas é de facto aquilo em que consigo pensar agora, enquanto espero pelo idiota do André, que para variar. está atrasado...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Depois de cinco dias sem o ver, hoje ele está finalmente de volta.
Haviamos combinado jantar, mas pela hora tardia do voo fomos obrigados a fazer uma alteração de planos.
Fiquei muito surpreendida quando olho para o ecrã do telemóvel e vejo “Sogrinha, a chamar”. Sem grande preocupação atendi e qual não é a minha surpresa quando a ouço perguntar “E logo, queres vir connosco buscar o Miguel?”
Obviamente que quero ir buscar o Miguel. Claro que quero ver o Miguel e saltar-lhe para o colo no segundo em que ele se aproximar.
Quero muito sentir aquele abraço apertado e o beijo que teima em não chegar.
E quero ouvir as novidades, saber das aventuras e olhar as muitas fotografias, que tal como eu, ele adora tirar.
Preciso desesperadamente daquele momento em que, ao vê-lo, o meu rosto iluminar-se-á.
Ao mesmo tempo gostava de um daqueles episódios tresloucados, só nossos, que mais ningém entende. E mais ninguém precisa entender.
Anseio pelo aterrar do avião que o levou para longe de mim.
Anseio pela chegada do bebé que não quero deixar crescer.

domingo, 23 de novembro de 2008

Este fim-de-semana foi sem dúvida diferente. Tê-la aqui fez com que o tempo passasse mais rápido e com que nao sentisse tanta falta daquele que me completa.

Sei que não devo ter preferidos mas ela é mesmo diferente...*

Missing you like crazy honey....

domingo, 16 de novembro de 2008



Fica a foto que tirei hoje de tarde. Não é por ser minha mas está absolutamente linda!




(carreguem na imagem para ver porque aqui no blog perdeu qualidade)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Houve tempos em que pensei que nao ia ter nenhum. Andava mesmo triste. Olhava a minha volta e via que ela tinha muitos. E não percebia porquê. Não percebia porque é que ninguém me queria a mim. Eu sabia quem queria. E sabia porque queria que me quisessem.

Até que um dia eles quiseram...Eu recebi-os de braços abertos! =D

sábado, 8 de novembro de 2008

Quando ela me fez aquela pergunta ontem a tarde, quase nem queria acreditar. Foi uma surpresa boa, e gostei de saber que ela sentia o mesmo que eu.

Hoje de tarde, mais uma surpresa igual, outro momento de felicidade :D


Estou FELIZ!





Amo-te biju*

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Já tinha escrito de manha...


E verdade que eu sabia que um dia ela não ia ter mais paciencia para mim. No fundo sempre soube mas nunca quis realmente acreditar. Eu e ela eramos aquelas eternas sonhadoras, se bem que ela sempre teve os pes mais assentes no chao do que eu. Admirava-a. Sempre a admirei. Mas nestas ultimas atitudes não a conheco. Não vejo nela a minha menina.
Se por um lado isso me entristece, por outro não me faz grande diferenca, verdade seja dita. Aquela famosa relacao, esfumou-se com o tempo, com o vento, com o nevoeiro...
Talvez um dia, daqui a muitos dias, ela perceba que "eu sou parte dela" como uma vez me disse. Se não perceber e porque afinal não sou…

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Quando ouvi aquela música imediatamente me lembrei daquele famigerado cd que me ofereceram há dois, quase três anos. E por momentos fui feliz. E por momentos tive saudades tuas. Saudades da minha menina dos caracóis loiros!
Tentei mandar-te o vídeo, por e-mail, era mais fácil, menos directo e menos incomodativo. O melhor mesmo, é que não tinha que assistir à tua reacção. Recebela-ia pelo mesmo modo. Mas o e-mail não queria ir...
Quando falei contigo, não gostei. Não gostei da tua simpatia fingida e daqueles smiles idiotas.
Naquela altura dúbia em que precisei de ti sei que estiveste lá, é verdade. Só não te pedi para contares a minha vida a meio mundo, mas pormenores à parte, a verdade é que tentaste ajudar. Sempre te fui grata por esses pequenos/grandes momentos. Sempre te agradeci do fundo do coração toda a ajuda e colaboração.

Alguma vez te dei o direito de me julgares? E de decidires por mim?


É desta forma que queres acabar? Pensei que te conhecia melhor...Pensei mesmo|
Sabes que te amo, que te amo do fundo do coração e como nunca amei nenhuma loira com caracóis antes, mas...Se foi essa a tua decisão vou encará-la de frente. Não gostei. Julgava-nos mais que isso...Mas aparentemente não somos...

Quem é que te ensinou a seres assim?? A menina carinhosa das palavras bonitas?

Desistes?

Ok. GAME OVER

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

É verdade. Sou intolerante. Principalmente com ela. Inicialmente fui com a cara dela. Parecia simpática. Com o passar do tempo fui-me apercebendo que não é o tipo de pessoa com quem gosto de me relacionar. E chateia-me que ela não perceba isso e que busque constantemente a minha atenção. Não quero dar-lha. Pronto, já disse. «Não te quero dar atenção».




A nossa relação é engraçada! E gosto do que se está a tornar. Não tem mas, porquês nem apesares de...e gosto disso...Gosto muito!

sábado, 1 de novembro de 2008

A verdade é que depois de tantos meses de dúvidas e hesitações, preferia não ter sabido a verdade.
Tinhamos aquela relação diferente. Não que fosse uma pessoa extremamente afectuosa mas depois de anos de convívio dá para percebermos as atitudes mais carinhosas debaixo daqueles gestos mais desejeitados.
Quando aconteceu simplesmente não estava a espera. Fui apanhada de surpresa e...a única reacção que tive foi a apatia total.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A menina dos caracóis loiros é bonita, simpática, carinhosa e altruísta. A menina dos caracóis loiros é amiga e companheira. A menina tem caracóis. Era a minha menina loira.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Olho para o ecrã e não tenho ideia de nada que possa escrever. È como uma página vazia. Por mais que lá queira depositar sentimentos, nada me ocorre...
E se falasse do dia de hoje?
Bem, hoje é quarta-feira e às quartas-feiras almoço com ele. Era uma e meia e lá estava eu, à espera dele, sentada no banco perto do parte de estacionamento. Ouvia uma música fatela, só para me entreter, para fazer o tempo passar enquanto ele não vinha.
Quando chegou, foi como se não o visse há dias. Abraço apertado e quente, aquele sentimento de preenchimento e alegria. Depois foi um daqueles almoços rápidos, e um passeio com passarinhos verdes e violinos dançantes.
E adorei cada segundo. (Exceptuando aquela parte de contares o filme, que era realmente complicado)

Sabes que significas o mundo para mim. Há dois anos e muitos meses atrás eramos pessoas diferentes. Somos umas crianças, mas sabes como adoro aquele teu ar paternal.
O passar da ponte foi...o relembrar de momentos como este...

LGWU
143 Babe

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Quando cheguei aquela escola não conhecia ninguém.
Era o primeiro dia e estava nervosa. Lembro-me como se fosse hoje quando entraste naquela sala, vestida de ganga da cabeça aos pés, linda, com cabelos castanhos e olhos verdes. Aquela beleza descomunal que só tu tinhas.
Desde aquele momento gostei de ti. Logo falamos, com alguma desenvoltura.
Chamava-te Sofia porque sabia que não gostavas de Cátia e lembro-me como apreciavas disso.
Eu e tu sempre tivemos uma relação super especial. Nunca o dissemos, nunca falamos sobre isso uma à outra, mas ambas sabiamos que a outra sabia.
Éramos amigas, confidentes, companheiras de segredos e brincadeiras inocentes. Tu eras aquela eterna rebelde, destemida, com um amor à vida como nunca vi ninguém ter. Eu era mais tímida, mais caladinha, mas igualmente travessa. Apenas mais cobarde.
A nossa amizade sempre foi aquela coisa diferente. Eramos unidas, eramos amigas, eramos quase irmas. Passávamos fins de semana inteiros juntas, ocultavamos pequenas mentirinhas para aproveitarmos mais cinco segundos da companhia uma da outra, partilhavamos coisas só nossas. Eu adorava que ficasses aqui em casa. Adorava a prespectiva de um fim de semana na companhia da pessoa que eu mais gostava, adorava saber que gostavas. Adorava que segurasses na minha mão quando o medo do escuro era maior que a vontade de dormir.
Olhando para trás parece que te conheci toda a vida...
Passado tanto tempo a coisa que mais lamento foi toda a distância que criamos entre nós. E o facto de não termos sido capazes de a resolver. Sei que nunca foi por falta de vontade, sei que tinhas por mim o mesmo sentimento que eu tenho por ti. Foi apenas a preguiça, o adiar dos julgamentos de valor e da decisão de quem fala primeiro.
Hoje em dia arrependo-me amargamente de nunca ter sido capaz de dar o primeiro passo, de tomar a primeira atitude. Quando a Mafalda me ligou naquele dia de manhã nunca pensei que o resto do dia fosse o pior da minha vida.

Meu Deus Cátia, sinto tanto a tua falta...

Não imaginas...Não sabes o peso da culpa. Não sabes o quanto dói o arrependimento...

domingo, 1 de junho de 2008

Depois de tanto tempo sem escrever uma única palavra aqui, decidi voltar.
A verdade é que o tempo não é muito, mas depois de rever este blog, o lugar onde depositei tantos sentimentos, tantos momentos inesqueciveis, é dificil resistir à tentação de voltar a escrever algumas linhas aqui.
Muitas coisas mudaram desde há um ano para cá, e são essas mesmas coisas que me mudaram como pessoa.

Para já, nao posso dizer muito mais, mas espero que a vontade de escrever e postar os textos volte a renascer dentro de mim..
.


sexta-feira, 6 de julho de 2007







Para além de toda a desilusão própria do momento que todos estavamos a viver, embora de maneiras diferentes, foi ainda a desilusão que me deste.



Eras simplesmente daquelas pessoas de quem, independentemente da cirscuntância, eu esperava mais. E nao correspondeste às expectativas.



Hoje foi o dia das desilusões, e a tua foi grande...



No outro dia, bateu a saudade de algumas coisas...das gargalhadas que demos e das historinhas contadas no banco de uma camioneta, e num acto de saudade entrei no msn e deixei-te uma mensagem, uma mensagem de saudades e de de alguma carência, porque nas tuas palavras «eu sou aquela eterna carente»...



E nem sequer uma resposta a dizer que gostaste, que sentes o mesmo, ou entao nao, nada...



Mando-te sms e nem sempre tens «disponibilidade» para me responder mas hoje, até para me ligar tinhas fundos. É impressionante, o efeito que uma simples mensagem pode ter no comportamento de uma pessoa.



Hoje fiquei deveras triste contigo. Tu eras aquele a quem eu chamava de «maninho»...Eu sei que nao fizeste de propósito, mas...















\\\ Tu be? Tu és «o meu shield com BR 21». Obrigada por teres sido o único que mesmo com o meu mau feitio e as minhas lágrimas de crocodilo, me conseguiu ouvir e principalmente me conseguiu compreender e ajudar. Obrigada por teres acreditado em mim...foi tão importante...és a melhor coisinha boa da minha vida...






Amo-te tanto...\\\










É verdade, obrigada a ti também que me atendeste o telemóvel...foi importante poder falar com alguém que eu sabia que me compreenderia. Desculpa ter-te acordado, a necessidade foi mais forte...Obrigada po aquelas palavras ensonadas mas sentidas...Afinal, ainda és especial... :)













\\
Eu admiro-te sabes? Mas ele desilude-me tanto...Tás cá dentro, não pelo que és, mas pelo que fazes por ser...


Amo-te

domingo, 24 de junho de 2007

Ja não entrava neste blog à tempo suficiente para dizer que sinto saudades. Sinto saudades de passar umas horas valentes a descrever sentimentos e a reler textos antigos, cheios de significado. Por uns tempos a escrita deixou de fazer muito sentido para mim...não sei, a vontade e a inspiração continuam escondidas nalgum pedaço dentro de mim. Acho que preciso de as procurar mais fugasmente.




Hoje de tarde foi diferente. Nao foi premeditado mas é para não te poderes queixar.

Amo-te tanto tojozito...

sexta-feira, 18 de maio de 2007

São cinco e vinte da manha e continuo sem pregar olho, às voltas na cama, na esperança vã de encontrar algo que te faça voltar. E tenho tanto medo...
Não sei se esta foi mais uma daquelas vezes em que o mundo pareceu desabar sobre a minha cabeça, mas em que no final, ficou tudo bem...
Não sei se hei-de deixar passar tempo até as coisas se acalmarem, até ambos termos tido tempo suficiente para sentirmos a falta um do outro, ou se devo insistir em tentar mudar essa tua cabeça maluca.
Não sei até que ponto isto é reversível e não tens ideia o quanto isto dói.
Só passou um dia mas já é horrível ver as pessoas a usar as mesmas expressões que tu e a defender os mesmos ideais, é difícil lembrar-me dos sítios e saber que possivelmente nunca vamos voltar lá.
É tão difícil ligar-te e só ouvir palavras frias e distantes quando tudo o que eu queria era um abraço e um beijinho de boa noite.
E pensar que uma simples espinha foi motivo para toda esta chatice, é de loucos.
É de loucos constatar que ao fim de não sei quanto tempo, ainda não sabemos os limites e as limitações um do outro. E sobretudo que não sabemos conversar sem que estejamos deitados numa cama, num sábado à tarde. Custa-me olhar à nossa volta e ver naquilo em que nos tornamos, ao ponto que nós chegámos como tu mesmo disseste.
Já houve alturas em que eu achei que aquela seria a última vez que eu te iria ver, que te iria tocar ou mesmo falar contigo. Já houve alturas em que tudo esteve pior e mesmo assim, mesmo em situações merdosas (porque não têm outro nome) sempre nos entendemos e eu sempre fui a primeira a contribuir para isso.
Por um lado, eu entendo o que tu dizes quando não estás com cabeça ou quando simplesmente não queres saber, porque eu também passo pelo mesmo mas, pelo menos contigo, eu faço um esforço. Contigo eu sou diferente. Mas tu não…
Eu sei que muitas vezes sou criança, que sou infantil ao ponto de ter ciúmes de um jogo de computador, que sou mimalha o suficiente para termos uma tarde de beijinhos mas mesmo assim, isso nunca foi um problema para nós.
Toda a gente tem limites bé, eu acredito que sim, mas se no final acabamos sempre por nos entender, custa a crer que seja por mero acaso do destino. Talvez isso tenha mesmo algum significado. E se não tem para ti, para mim tem e muito.
Só passou um dia e eu já sinto saudades das tuas sms e dos beijinhos popinhos. Dos olhares, que segundo dizem são o espelho da alma.
Ontem senti-me pequena e insignificante. Senti que fizesse eu o que fizesse não te consegui demover ou comover de maneira nenhuma. E de facto, como eu disse de manha, se eu não consigo isso de ti, vou esperar isso de quem??

L is no G anymore? (LG)

terça-feira, 15 de maio de 2007

Ontem, quando estavamos deitados, naqueles lençóis popinhos que tu dizes serem a tua cama, como que a queixares-te, referiste aquele facto inegável de que, actualmente já nao dedico tempo ao meu blog ou a escrever sobre coisa nenhuma...Nem para ti...e não sei, parece que perdi aquela inspiração, aquela vontade crescente de depositar pensamentos em folhas de papel, ou mesmo aqui.
Tenho saudades dos tempos em que me dedicava a ser sincera e expressiva em relação a tudo. Hoje a inspiração fugiu pela janela e nao deve voltar a tempo de fazer maravilhas por mim...
Eu gosto de ti bé, simplesmente perdi a vontade de escrever, e antes disso, a vontade de pensar naquilo que realmente acontece.
Se calhar nem tudo tem um motivo lógico para acontecer...Acontece simplesmente!
Sinto-me diferente, mas nao tenho vontade de mudar...
Love ya sweet little baby.