Quando ele perguntou preferi não dizer, porque apesar de tudo não queria ter que me chatear com ele, e dizer-lhe algumas verdades que (sinceramente?) ele precisava de ouvir. E fiquei-me pelo meu silêncio, sábio e descontraido, e fiz por não pensar mais nisso.
Há medida que o tempo passava, as pessoas começaram a ser demais. Muitas caras, muitas formas, pessoas a rir, a conversar, a fazer gestos e coisas que estavam a mexer comigo de uma maneira que nem eu sabia explicar.
Dei por mim a tremer da cabeça aos pés, a suar a folha que tinha na mão, já amachucada, riscada, enfim...num estado quase perfeito para definir o meu!
O tempo começava a escassear e por fim foi a minha vez. De um lado o imenso nervoso de ter que enfrentar não a câmara, mas a multidão de olhos cravados em mim. Do outro estava ele, à minha espera com um abraço imenso e intenso no qual eu ficava até agora não fosse pelo facto de ter de jantar em casa.
E cheguei a casa ainda a tremer, de cansaço, de nervoso, de exaustão e chatice.
Pelo caminho vi um, e fiquei mesmo contente. Porsche carrera 4, preto, lindo!
Foi um dia para esquecer hoje. E é por estas coisas que sempre detestei trabalhos de grupo. E podia ter um bom grupo se não fosse por me ter armado em boa samaritana e ter preferido ficar com ele, a ficar com ela, porque apesar de tudo, ela já tinha grupo. Ainda bem que arrependimento não mata...
1 comentário:
as coisas nc sao como nos gostariamos k foxem...s num momento td nos parece optimo e nos faz acreditar k dakela vez vai td correr bm acontece smp algo k nos mostra o contrario.
smp ouvi dizer k nos devemos arrepender por akilo k N fazemos e n o contrario.
(eu as vezes n acredito mt nisto ms...) s aconteceu e pk tinha mm k acontecer, pa tu tirares alguma coisa disso.
foi realmente dificil estar em frente akele bicho papao...loool.
ahh...e tu tb es uma macaca :P
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