São sonhos que realço no meu amanhecer, são sonhos que me fazem pensar no impossivel e no que jamais irá acontecer. Sonho acordado quando penso poder alcançar o que está bem longe de mim, sonho de forma a poder construir o que sei que será dificil mesmo assim. Sonho sem dormir, de olhos bem abertos, espreito pela janela e vejo a realidade bem perto, de um sonho que podia ser verdadeiro, a realidade daquilo que gostaria que fosse real no meu ser... (KATY)
domingo, 23 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Até que um dia eles quiseram...Eu recebi-os de braços abertos! =D
sábado, 8 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Se por um lado isso me entristece, por outro não me faz grande diferenca, verdade seja dita. Aquela famosa relacao, esfumou-se com o tempo, com o vento, com o nevoeiro...
Talvez um dia, daqui a muitos dias, ela perceba que "eu sou parte dela" como uma vez me disse. Se não perceber e porque afinal não sou…
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Tentei mandar-te o vídeo, por e-mail, era mais fácil, menos directo e menos incomodativo. O melhor mesmo, é que não tinha que assistir à tua reacção. Recebela-ia pelo mesmo modo. Mas o e-mail não queria ir...
Quando falei contigo, não gostei. Não gostei da tua simpatia fingida e daqueles smiles idiotas.
Naquela altura dúbia em que precisei de ti sei que estiveste lá, é verdade. Só não te pedi para contares a minha vida a meio mundo, mas pormenores à parte, a verdade é que tentaste ajudar. Sempre te fui grata por esses pequenos/grandes momentos. Sempre te agradeci do fundo do coração toda a ajuda e colaboração.
Alguma vez te dei o direito de me julgares? E de decidires por mim?
É desta forma que queres acabar? Pensei que te conhecia melhor...Pensei mesmo|
Sabes que te amo, que te amo do fundo do coração e como nunca amei nenhuma loira com caracóis antes, mas...Se foi essa a tua decisão vou encará-la de frente. Não gostei. Julgava-nos mais que isso...Mas aparentemente não somos...
Quem é que te ensinou a seres assim?? A menina carinhosa das palavras bonitas?
Desistes?
Ok. GAME OVER
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Tinhamos aquela relação diferente. Não que fosse uma pessoa extremamente afectuosa mas depois de anos de convívio dá para percebermos as atitudes mais carinhosas debaixo daqueles gestos mais desejeitados.
Quando aconteceu simplesmente não estava a espera. Fui apanhada de surpresa e...a única reacção que tive foi a apatia total.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
E se falasse do dia de hoje?
Bem, hoje é quarta-feira e às quartas-feiras almoço com ele. Era uma e meia e lá estava eu, à espera dele, sentada no banco perto do parte de estacionamento. Ouvia uma música fatela, só para me entreter, para fazer o tempo passar enquanto ele não vinha.
Quando chegou, foi como se não o visse há dias. Abraço apertado e quente, aquele sentimento de preenchimento e alegria. Depois foi um daqueles almoços rápidos, e um passeio com passarinhos verdes e violinos dançantes.
E adorei cada segundo. (Exceptuando aquela parte de contares o filme, que era realmente complicado)
Sabes que significas o mundo para mim. Há dois anos e muitos meses atrás eramos pessoas diferentes. Somos umas crianças, mas sabes como adoro aquele teu ar paternal.
O passar da ponte foi...o relembrar de momentos como este...

LGWU
143 Babe
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Era o primeiro dia e estava nervosa. Lembro-me como se fosse hoje quando entraste naquela sala, vestida de ganga da cabeça aos pés, linda, com cabelos castanhos e olhos verdes. Aquela beleza descomunal que só tu tinhas.
Desde aquele momento gostei de ti. Logo falamos, com alguma desenvoltura.
Chamava-te Sofia porque sabia que não gostavas de Cátia e lembro-me como apreciavas disso.
Eu e tu sempre tivemos uma relação super especial. Nunca o dissemos, nunca falamos sobre isso uma à outra, mas ambas sabiamos que a outra sabia.
Éramos amigas, confidentes, companheiras de segredos e brincadeiras inocentes. Tu eras aquela eterna rebelde, destemida, com um amor à vida como nunca vi ninguém ter. Eu era mais tímida, mais caladinha, mas igualmente travessa. Apenas mais cobarde.
A nossa amizade sempre foi aquela coisa diferente. Eramos unidas, eramos amigas, eramos quase irmas. Passávamos fins de semana inteiros juntas, ocultavamos pequenas mentirinhas para aproveitarmos mais cinco segundos da companhia uma da outra, partilhavamos coisas só nossas. Eu adorava que ficasses aqui em casa. Adorava a prespectiva de um fim de semana na companhia da pessoa que eu mais gostava, adorava saber que gostavas. Adorava que segurasses na minha mão quando o medo do escuro era maior que a vontade de dormir.
Olhando para trás parece que te conheci toda a vida...
Passado tanto tempo a coisa que mais lamento foi toda a distância que criamos entre nós. E o facto de não termos sido capazes de a resolver. Sei que nunca foi por falta de vontade, sei que tinhas por mim o mesmo sentimento que eu tenho por ti. Foi apenas a preguiça, o adiar dos julgamentos de valor e da decisão de quem fala primeiro.
Hoje em dia arrependo-me amargamente de nunca ter sido capaz de dar o primeiro passo, de tomar a primeira atitude. Quando a Mafalda me ligou naquele dia de manhã nunca pensei que o resto do dia fosse o pior da minha vida.
Meu Deus Cátia, sinto tanto a tua falta...
Não imaginas...Não sabes o peso da culpa. Não sabes o quanto dói o arrependimento...
domingo, 1 de junho de 2008
A verdade é que o tempo não é muito, mas depois de rever este blog, o lugar onde depositei tantos sentimentos, tantos momentos inesqueciveis, é dificil resistir à tentação de voltar a escrever algumas linhas aqui.
Muitas coisas mudaram desde há um ano para cá, e são essas mesmas coisas que me mudaram como pessoa.
Para já, nao posso dizer muito mais, mas espero que a vontade de escrever e postar os textos volte a renascer dentro de mim...
sexta-feira, 20 de julho de 2007
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Para além de toda a desilusão própria do momento que todos estavamos a viver, embora de maneiras diferentes, foi ainda a desilusão que me deste.


Amo-te tanto...\\\
É verdade, obrigada a ti também que me atendeste o telemóvel...foi importante poder falar com alguém que eu sabia que me compreenderia. Desculpa ter-te acordado, a necessidade foi mais forte...Obrigada po aquelas palavras ensonadas mas sentidas...Afinal, ainda és especial... :) .jpg)
domingo, 24 de junho de 2007
Hoje de tarde foi diferente. Nao foi premeditado mas é para não te poderes queixar.
Amo-te tanto tojozito...
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Não sei se esta foi mais uma daquelas vezes em que o mundo pareceu desabar sobre a minha cabeça, mas em que no final, ficou tudo bem...
Não sei se hei-de deixar passar tempo até as coisas se acalmarem, até ambos termos tido tempo suficiente para sentirmos a falta um do outro, ou se devo insistir em tentar mudar essa tua cabeça maluca.
Não sei até que ponto isto é reversível e não tens ideia o quanto isto dói.
Só passou um dia mas já é horrível ver as pessoas a usar as mesmas expressões que tu e a defender os mesmos ideais, é difícil lembrar-me dos sítios e saber que possivelmente nunca vamos voltar lá.
É tão difícil ligar-te e só ouvir palavras frias e distantes quando tudo o que eu queria era um abraço e um beijinho de boa noite.
E pensar que uma simples espinha foi motivo para toda esta chatice, é de loucos.
É de loucos constatar que ao fim de não sei quanto tempo, ainda não sabemos os limites e as limitações um do outro. E sobretudo que não sabemos conversar sem que estejamos deitados numa cama, num sábado à tarde. Custa-me olhar à nossa volta e ver naquilo em que nos tornamos, ao ponto que nós chegámos como tu mesmo disseste.
Já houve alturas em que eu achei que aquela seria a última vez que eu te iria ver, que te iria tocar ou mesmo falar contigo. Já houve alturas em que tudo esteve pior e mesmo assim, mesmo em situações merdosas (porque não têm outro nome) sempre nos entendemos e eu sempre fui a primeira a contribuir para isso.
Por um lado, eu entendo o que tu dizes quando não estás com cabeça ou quando simplesmente não queres saber, porque eu também passo pelo mesmo mas, pelo menos contigo, eu faço um esforço. Contigo eu sou diferente. Mas tu não…
Eu sei que muitas vezes sou criança, que sou infantil ao ponto de ter ciúmes de um jogo de computador, que sou mimalha o suficiente para termos uma tarde de beijinhos mas mesmo assim, isso nunca foi um problema para nós.
Toda a gente tem limites bé, eu acredito que sim, mas se no final acabamos sempre por nos entender, custa a crer que seja por mero acaso do destino. Talvez isso tenha mesmo algum significado. E se não tem para ti, para mim tem e muito.
Só passou um dia e eu já sinto saudades das tuas sms e dos beijinhos popinhos. Dos olhares, que segundo dizem são o espelho da alma.
Ontem senti-me pequena e insignificante. Senti que fizesse eu o que fizesse não te consegui demover ou comover de maneira nenhuma. E de facto, como eu disse de manha, se eu não consigo isso de ti, vou esperar isso de quem??
L is no G anymore? (LG)
terça-feira, 15 de maio de 2007
sábado, 12 de maio de 2007

sábado, 28 de abril de 2007

sábado, 14 de abril de 2007
sábado, 7 de abril de 2007
"Pensas que eu sou um caso isolado, mas eu não sou o único a olhar o céu; a ver os sonhos partirem á espera que algo aconteça. A despejar a minha raiva, a viver as emoções. A desejar o que não tive, agarrado às tentações. E quando as nuvens partirem, o céu azul brilhará. E quando trevas se abrirem, vais ver o sol brilhará. Não, não sou o único. Eu não sou o único. Não sou o único a olhar o céu ."
domingo, 25 de março de 2007

Eu acredito nisso desde que te conheci
Como o céu e o mar
Quando se tocam no horizonte
Adoro esta rota que me leva ao teu encontro
Sem ponto de partida
Nem hora de chegada
Les-me o pensamento sem dizeres uma palavra
Eu confio em ti, porque sempre foi assim
Ensinaste-me a saber o que era melhor para mim
Às vezes, penso como é que pode ser possível,
Não seres real, e ao mesmo tempo seres tão visível
És único, és tudo aquilo que me atrai
Adoro o teu felling, adoro a tua vibe
Tipo aquela sintonia que não se explica
Mas é forte de mais para deixar que ela se afaste da nossa vida
Tu és assim para mim…essência que arde
Tu és….a minha liberdade!
Perto de ti, eu sinto-me assim
Longe de tudo, mais perto de mim
És a essência que me faz cantar
Mas agora,
Eu quero é escutar
A partir do momento, em que te ouvi
Te senti
Vi que tinha a ver contigo,
Tudo o que sempre pedi
Compreensão, amor, atitude e respeito
Tudo disto me falaste com aquele teu jeito
De harmonia, melodia que fazes voar
A minha escrita sobre ti, de tudo
Que sinto a passar à minha volta
Dentro de mim, o meu sentimento
Só a ti revelo aquilo que guardo cá dentro
No fundo, eu só penso em ti
Não há um dia na vida que tu não estejas em mim
Bons momentos que passamos
E tarde nos deitamos
É com o teu som, que nós desabafamos
Perto de ti, eu sinto-me assim
Longe de tudo, mais perto de mim
És a essência que me faz cantar
Mas agora, mas agora
Agora, agora
Eu quero é escutar
Bem, primeiro foi alta confusão com quem ia e quem não ia, e com quem ia com quem. Depois uns iam e outros já não iam, e depois já iam outra vez…Foi deveras confuso. O meu pai já não estava a achar muita graça à brincadeira mas no fim lá acabou por me levar ao tal bar.
A noite foi cómica. Depois de termos finalmente conseguido estabelecer quem ia, as boleias e tudo o resto, lá fomos ao bar.
Sentamo-nos e logo nos foi entregue uma lista de bebidas espirituosas, com os respectivos efeitos. Depois de alguma indecisão lá conseguimos escolher as bebidas: dois MATA-SOGRAS, um MAITAI, um CÔCO-LOUCO (minha), e três SUMOS TROPICAIS. Confesso que ontem a minha vontade de ingerir bebidas alcoólicas não estava em alta. Apesar de ter pago quase sete euros por uma bebida que vinha em algo que se parecia com uma tigela em forma de côco, bebi dois golinhos e não fui capaz de tocar mais naquela palhinha enorme. Depois disso foi uma mistura de bebidas…toda a gente a enfiar a palhinha na bebida de toda a gente…Foi de rir. Depois ( e apesar de eu não ter bebido praticamente nada) acho que ficamos todos meios tocados.
Ah, é verdade, o ponto alto da noite foi, sem duvida alguma, o momento em que saiu fumo da bebida da aniversariante. E quando o Alvarenga anunciou que íamos cantar os parabéns e mais ninguém nos acompanhou naquela cantoria sem igual.
Mais para o fim, já nos estávamos todos a rir, nem sabíamos bem de quê, mas o que interessa realmente é que reinava a diversão.
Tentei ligar-te algumas vezes mas calculei que tivesses adormecido. O meu pai ficou muito admirado de eu ir sem ti. Perguntou-me imensas vezes se eu tinha a certeza se queria ir sem ti. Achei-lhe piada. Não que a ideia de ir sem ti me agradasse mas…comprometi-me a ir. Acordei sobressaltada com o telemóvel a vibrar às três da manhã, mas ainda bem que ligaste….
Amo-te meu popinho lindo!
sábado, 24 de março de 2007
Hoje é dia de limpeza semanal. Devia estar preocupada em sacudir o pó dos móveis e aspirar o cotôn dos tapetes, mas só me apetece escrever algo, embora não imagine o quê.
Antigamente eu dedicava-me a este blog e escrevia até mais que um post por dia, mas ultimamente a inspiração tem-me traído e a vontade de passar mais de uma hora sentada em frente a esta máquina simpática, já não me agrada tanto como antes. Tenho esperança que com as férias arranje mais disposição para me dedicar a escrever linhas e linhas de dias perfeitos.
Ontem, quando me senti acordar, imediatamente pensei que mesmo que te acordasse não ias abrir as pestaninhas como havias feito nos dois dias anteriores. Instinto feminino. E não me enganei não é popinho? Enfim, tinha prometido a mim mesma que não ia desesperar nem ficar completamente alterada. Ia fazer o meu dia, normalmente, e talvez passar por tua casa para te arrancar da cama. Não me sentia muito à-vontade com a ideia mas devo confessar que até foi engraçado. Eu gostei daquele «nos entendemo-nos sempre».
Sabes, pensando bem, ultimamente eu ando mesmo intolerante. Acho que na realidade já não sou capaz de encarar uma brincadeira…mas nem sei como mudar isso. Eu sei que te tiro muitas vezes do sério, e que são mais as vezes em que pareço uma miúda, do que aquelas em que me porto como uma mulher, mas sei também, que tens a noção que não o faço propositadamente. É naturalmente. Eu sei que nem sempre vais ter essa disposição para entender aquilo que eu sinto…Mas sabes como são importantes as brincadeirinhas e os abraços vindos do nada. Os momentos especiais…
Enquanto conversávamos, durante a tarde, gostei de perceber que sentes o mesmo que eu, no que toca à nossa relação. Foi mesmo importante, sentir que pensamos da mesma forma, embora nem sempre o demonstremos. Há uns tempos atrás queixava-me de não te conhecer tão bem quanto gostaria. Hoje em dia, acho que temos vindo a fazer progressos. Acho que posso afirmar com mais certeza que, hoje, conheço bem o teu feitiozinho. Talvez não tão bem quanto gostaria mas também não se pode ter tudo. E com o tempo e a paciência certas eu sei que consigo. Provavelmente o facto de nos conhecermos bem, não impede algumas das discussõezitas que temos mas embora eu deteste me chatear contigo, às vezes tenho mesmo que explodir, muito embora saiba que depois me arrependo…tu também…ou não?? «That’s what love is all about…»
Ontem foi mais um dia de convívio social, promovido pela nossa estimada docente, que, diz ela, lecciona psicologia. Lol. Fim de aulas…Finally!
quinta-feira, 22 de março de 2007
And everytime we kiss I swear I can fly.
Can't you feel my heart beat fast, I want this to last.
Need you by my side.
Cause everytime we touch, I feel this static.
And everytime we kiss, I reach for the sky.
Can't you feel hear my heart beat slow
I can't let you go.
Want you in my life.
Your arms are my castle, you heart is my sky.
They wipe away tears that I cry.
The good and the bad times, we've been trough them all.
You make me rise when I fall.

[Mesmo que por vezes as nossas opiniões sejam divergentes...adoro-te bé]
quarta-feira, 21 de março de 2007
Não sei porquê mas aparentemente ultimamente está toda a gente maluca nesta casa. São os jantares de discussões constantes e as manhãs da histeria habitual, e sinceramente começo a não ter o mínimo de paciência para estes convívios familiares tão agitados.
Ontem pela manhã foi o início de mais um dia agradável passado em família. Acontece que no famigerado «Dia do Pai» estava animadamente a confraternizar com um cliente habitual da empresa que os meus pais dirigem, quando o referido me diz que já recebeu a sua prenda de dia do pai e me pergunta se eu já havia entregue a minha, ao que respondi negativamente. Instintivamente sorriu e disse «Ah, mas tem que dar…» e eu retorqui «Acha que ele merece?» num tom de profunda brincadeira. A conversa acabou poucos minutos depois e ambos regressamos a casa.
Uma vez que já havia comprado a prenda que pensava oferecer e como me encontrava doente, optei por jantar e ir dormir e no dia seguinte pensaria em entregar a tal prenda comprada pelo menos duas semanas antes. Não pensei que o momento em que a entregaria fosse importante. Pensei que contasse mais o sentimento com que a escolhi, a comprei e com o qual a daria. Mas de certo me enganei porque no dia seguinte, enquanto tomava banho, senti uma histérica entrar-me no quarto de banho e dizer que ainda não tinha entregue a prenda e bla bla bla e que era uma ingrata e aquelas coisas que as mães gostam de dizer aos filhos para reconforta-los.
Desde esse dia tenho em casa um homem de 47 anos que mais parece o meu primo com 8. No lugar de um pai sensato, capaz de entender a minha doença e falta de disponibilidade, tenho um puto amuado cuja opinião vale mais que a palavra de Cristo em terra sagrada.
Este é um mero episódio dos muitos que vivo constantemente. Provavelmente nem sequer tenho do que me queixar mas estou esgotada de ter que viver neste ambiente desgastante de discussões a todas as horas e acusações constantes. Não preciso disto para viver.
Hoje não gostei particularmente da atitude dela. Num dos seus habituais ataques de histeria disse-me «vai lá viver com o teu amigo». (por meu amigo entenda-se meu namorado). E sinceramente? O que eu mais queria neste momento era de facto poder sair daqui e viver num outro sitio.
Sinto-me cansada de lutar contra a maré, de ser sempre o elo da discórdia e o ponto de desentendimento. Estou cansada de discussões porque eu digo que vou ao cinema e há roupa em casa para passar a ferro. Estou pelos cabelos de ter que mentir para poder ser eu, farta de não poder responder à letra às acusações com medo de ferir os sentimentos de alguém quando esse alguém fere os meus. Estou farta de tentar ter as atitudes correctas e ninguém ligar a isso. Estou simplesmente cansada de viver aqui…
Por mais que me esforce não consigo ser aquela pessoa que ele idealizou para mim. Eu não sou a menina marrona que só vê livros à frentes, que tem grandes médias, que não namora nem sai de casa aos fins de semana. Eu não sou assim. Não sou a filha perfeita que arruma todos os dias a casa para a mãe que vem cansada do trabalho. Não sou a boneca de pano que assente com a cabeça a toda e qualquer afirmação…
Eu sou uma pessoa simples, que gosta de aproveitar os momentos. Já fui boa aluna. Hoje gosto mais de um passeio à beira rio ou uma rapidinha no quarto dele. Nunca fui a filha perfeita, sempre gostei do meu espaço e do meu tempo dedicado absolutamente a mim própria ou a alguém interessante que precise da minha atenção. Sempre fui o árbitro de discussões entre o casal que eles formam e muitas foram as vezes em que sai mais prejudicada do que algum deles.
Eu só quero ser eu e mais ninguém. Só quero poder exprimir-me e sentir as coisas como eu quero e não como eles querem. Foda-se, ninguém é perfeito, eu também não sou. Aceitem isso de uma vez por todas.
Oh miúda, onde estiveres sabes que eu sofro por ti…sabes que todos os dias mais que muitas lágrimas são derramadas em teu nome. Adoro-te tanto…
Bé, obrigada por ontem. Pelos abraços e pelo silêncio que disse mais que muitas palavras. Amo-te tanto pah…nem tenho palavras….obrigada por fazeres parte de mim. Não sei viver sem ti popinho!
sábado, 17 de março de 2007
Já nao punha aqui os pés, neste caso, as mãos (lol) à quase um mês. Mas hoje é um dia especial. Quando acordei e peguei no telemóvel a primeira coisa que pensei foi que tinha adormecido e nao te tinha ligado...desculpa bé....mas quando olhei para a data do dia de hoje, lembrei-me também de outra coisa: hoje faz exactamente um ano que entraste na minha vida...
Palavras escritas nesse dia:
«mas falandu em coisas mais alegres...hj a pulita kis tar cm o senhor pedritu, o seu boyfriend...e então lá fomus, ou mior ele é k veio, ter cnnsco. pensei sinceramente k ia fazer d vela a tarde toda. mas felizmente akela mente brilhante du sr.pedruh lembrou s d levar um amigu...amigu exe k paxu a apresentar...é o miguel...
ora o miguel é um tipo mt a frente, bué fixi mm. conheci-o hj mas curtiu bués (s tiveres a ler istu, fika a saber k n é pa todos, ó JOVEM...)lol
já agra aproveitu pa me redimir, aki perante todos, da figura k fiz....dsc...knd me paxu xou axim....mas n é por mal..nu fundu sou boa pexoa, lol. e aproveitando o lance, bgdao mais uma vez por teres ido buscar o meu binku, fste um kiduxo jovem por caminhares akilo todo só por causa d um binku! e ias sendu atropeladu...»
Bé, ainda bem que algum dia esse grande senhor que é o Pedro te pos no meu caminho...esperemos que hoje esteja também «um belo dia»

Obrigada por todos os bons momentos que passamos neste ano, por todos os esforços e todas as compensações...obrigado por todos os sorrisos, todos os abraços e beijinhos dados naquelas horas de felicidade extrema, e nas outras também. Obrigada por todo o carinho e dedicação e por todas as «caras feias» quando eu faço uma asneira. Obrigada por me apoiares nos momentos dificeis, por estares lá sempre que eu preciso nao de um ombro amigo, mas do TEU ombro amigo. Obrigada por todas as vezes que mesmo sem me dares a mão me levaste pelo caminho mais certo. Obrigada por estares presente na minha vida e seres a pessoa mais importante que se encontra nela...Obrigada por todas as palavras bonitas, pelas vezes que me viste chorar e me agarraste a mão...obrigada por todas as conversas sinceras, pela paciência nas birrinhas, obrigada por me teres tornado em metade da mulher que sou hoje. Obrigado por todos os olhares severos que me mostram os erros que cometo. Obrigada por entrares nos meus sonhos e por torna-los realidade. Obrigado por todas as maluqueiras e taradices feitas seja lá onde for. Obrigada pelas tardes e tardes passadas na relva de um jardim. Obrigada por seres essa pessoa única que apesar de tudo me entende e me apoia como mais ninguém faz. Acima de tudo, obrigada por sempre me teres ensinado a enfrentar os meus medos e por acreditares nas minhas capacidades quando eu mesma nao o faço. Obrigado por me obrigares a fazer coisas que contribuem para eu me formar como pessoa. Obrigada por pensares primeiro em mim e depois em ti e por fazeres sempre os possiveis por atender às minhas vontades. Obrigada por todas as vezes que faltas as aulas para estares comigo, obrigada por te levantares cedo para te enfiares na minha cama. Obrigada por todos aqueles diálogos no cinema da batalha e por todos os olhares popinhos que já trocamos...Obrigado por seres quem és e me tornares naquilo que eu sou. Obrigado por me fazeres muito e muito feliz.
Desculpa quando ao tentar fazer tudo bem, faço tudo mal...


