quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O Natal para mim nunca foi uma época muito feliz. Nem mesmo quando era miúda e ainda acreditava no velhote das barbas brancas. Nunca tive família para isso...Nunca tive uma daquelas famílias que se juntam, nem que seja no Natal e no Ano Novo e por umas horas fazem uma festa feliz e diferente. Uma forma original de marcar o ano.
Aqui sempre fomos sempre nós os três. E nunca foi um dia diferente.
Em casa dele, o Natal é especial e cheio de prendas. Não para ele, que abomina desperdícios e dinheiro gasto em vão. Mas para os restantes. Ele tem uma daquelas famílias que se juntam e são felizes...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


O grande porsche 911 turbo estacionado a porta do restaurante ontem xD

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Já me tinham dito que eras uma criança fofinha, e por algumas atitudes de bebé, naqueles momentros fofinhos e só nossos, ja me tinha apercebido de que és na realidade uma criança grande. Mas nunca imaginei um dia vir a ver aquelas cassetes com recordações de quando tinhas pouco mais do que dois anos. E eras o bebé mais lindo e mais fofinho. E com a forma de falar mais cómica que já vi.




143 LGWU Wabaqui, vjinhus e miminhos

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Metade do texto para o próximo trabalho. O texto que a inspiração me trouxe:

«Tudo começou com uma bebida depois do trabalho. Um relaxamento depois de um dia extenuante.
À medida que o tempo passava, eu já não sabia viver sem o famoso digestivo do emprego. Casos complicados, trabalho até às tantas da manhã e um cansaço do tamanho do mundo.
Desde o amanhecer que buscava o resto do dia. Ansiava pela hora do toque de saída para poder voltar para a minha garrafa. E sem querer, sem me aperceber, tornei-me num viciado. Num caso sem remédio, um alcoólico sem solução.
Os copos vinham, uns atrás dos outros, e eu desejava-os. Queria que me levassem para longe daquele lugar. Que fossem eles que me fizessem esquecer os demais problemas que tinha para resolver. Alguém o faria por mim.
Família? Já não me lembrava que a tinha. O conduzir do emprego até à cama era o finalizar de um dia sem fim.»



Depois de lhe ler o texto, diz ela: »Oh madrinha, tu és alcoolica?»

Maior risota...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Nunca pensei que me fosses dar aquela resposta. Quando perguntei como lhes chamariamos não pensei sequer nessa possibilidade. Estou-me a libertar disso e a deixar a vida fluir normalmente. Sem pressas e contratempos. E sinto-me uma pessoa melhor, sinto mesmo...

Mas quando dizes que lhe darias o nome dela, ou o nome dele...amei-te mais do que aquilo que pensava ser possível.
Isso significa o mundo para mim...E sei que nao o disseste por brincadeira.




Amo-te até a lua. Ida e volta 5 vezes.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Não há Natal. Não sem que haja uma árvore colorida com bolinhas e fitas que espalham o espitiro natalício um pouco por toda a casa.
Hoje fiz a árvore de Natal. Acho que contra a vontade dela. Mas eu ainda sou uma criança. Quem sabe não encontro o Pai Natal este ano.

Talvez ele me dê uma Canon EOS 50D =)









*The little things give you away...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Vai ser a minha aquisição de Natal. Mas as dúvidas são tantas que ainda não consegui decidir exactamente o que quero. Claro que por mim comprava a melhor delas todas, a mais pesada, e que por acaso é também a mais cara. E não tenho problemas com dinheiro, nunca tive. Sempre tive as melhores coisas, os aparelhos mais sofisticados, os equipamentos mais recentes e as tecnologias de ponta. Ainda hoje é assim. Mas tenho medo de a adquirir e não lhe dar o devido uso.
Em criança sempre tive os brinquedos mais bonitos, as bonecas mais dispendiosas, os maiores peluches e o balão mais imponente. Olhando para o presente, não tenho o melhor portátil do mercado porque custava para cima de dois mil euros, mas tenho o a seguir a esse. Tenho um telemóvel carissimo, que é mais um computador em miniatura do que propriamente um telemóvel. Não tenho um mp3, tenho um iPod, o melhor deles todos...Aos 18 anos já tinha carta. Mal a tive, comecei a andar com o carro do meu pai. Hoje meu.
Emocionalmente? Sempre fui uma pessoa rodeada de amigos. Hoje não tanto, mas tenho orgulho naqueles que mantenho.
Família? Pai e Mãe. Amigos. Maior orgulho. As pessoas mais presentes na minha vida, em todas as alturas. Nas festas do infantário, nas viagens da escola, na partilha dos segredos. Bem nos segredos, mais ela que ele é bem verdade. Mas há coisas que não se podem dizer aos homens.
Namorado? Amor puro. Meu Universo. Nunca foi perfeito. Mas muitas vezes tenta. Pessoa presente, amigo, carinhoso, companheiro de tudo...e quando digo tudo é mesmo TUDO.
Faculdade? Puro azar não ter entrado na pública mas ainda bem que assim foi. Melhores disciplinas. Notas altas. Sempre! Maior filme quando assim não é. Orgulho do papá. Puro e simples.
Eu? Pessoa emocionalmente instável, fisicamente frágil, demasiado exigente, por vezes intrangisente. Boa em conversas profundas. Melhor ouvinte. Amor pela escrita e pela fotografia. Quem gosto, amo. Quem não gosto, desprezo. Teimosia a 70%. Cedo com relativa facilidade. Pedir desculpa nunca foi problema. Adoro poder ajudar! Gosto de aprender. Adoro partilhar opiniões, ainda mais críticas.



Ainda relativamente ao assunto de cima, quero por tudo aquela máquina fotográfica. E vou tê-la. Mas não queria pedir demais...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

É verdade que já passaram alguns dias desde que escrevi aqui pela última vez. Mas a culpa é dos imensos trabalhos que temos para produzir, um atrás do outro, sem parar. De repente olho à minha volta e o dia já passou, a noite já vai longa e amanha é outro dia, mais longo que o de hoje.
Quando dou por mim não tenho mais tempo para escrever. Nem para mim nem para os outros.
Este ano tenho cada vez mais certeza daquilo que escolhi ao vir para esta faculdade. Nem por um minuto me arrependi de o ter feito e cada vez me orgulho mais da minha escolha. Sem dúvida que foi a mais acertada. Dá trabalho? Imenso. Mas é gratificante ver as nossas ideias no papel, no computador, na televisão. E cada vez mais gosto destas produções e das surpresas que acabam por ser estes trabalhos...


* Foi um texto um pouco esquisito mas é de facto aquilo em que consigo pensar agora, enquanto espero pelo idiota do André, que para variar. está atrasado...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Depois de cinco dias sem o ver, hoje ele está finalmente de volta.
Haviamos combinado jantar, mas pela hora tardia do voo fomos obrigados a fazer uma alteração de planos.
Fiquei muito surpreendida quando olho para o ecrã do telemóvel e vejo “Sogrinha, a chamar”. Sem grande preocupação atendi e qual não é a minha surpresa quando a ouço perguntar “E logo, queres vir connosco buscar o Miguel?”
Obviamente que quero ir buscar o Miguel. Claro que quero ver o Miguel e saltar-lhe para o colo no segundo em que ele se aproximar.
Quero muito sentir aquele abraço apertado e o beijo que teima em não chegar.
E quero ouvir as novidades, saber das aventuras e olhar as muitas fotografias, que tal como eu, ele adora tirar.
Preciso desesperadamente daquele momento em que, ao vê-lo, o meu rosto iluminar-se-á.
Ao mesmo tempo gostava de um daqueles episódios tresloucados, só nossos, que mais ningém entende. E mais ninguém precisa entender.
Anseio pelo aterrar do avião que o levou para longe de mim.
Anseio pela chegada do bebé que não quero deixar crescer.

domingo, 23 de novembro de 2008

Este fim-de-semana foi sem dúvida diferente. Tê-la aqui fez com que o tempo passasse mais rápido e com que nao sentisse tanta falta daquele que me completa.

Sei que não devo ter preferidos mas ela é mesmo diferente...*

Missing you like crazy honey....

domingo, 16 de novembro de 2008



Fica a foto que tirei hoje de tarde. Não é por ser minha mas está absolutamente linda!




(carreguem na imagem para ver porque aqui no blog perdeu qualidade)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Houve tempos em que pensei que nao ia ter nenhum. Andava mesmo triste. Olhava a minha volta e via que ela tinha muitos. E não percebia porquê. Não percebia porque é que ninguém me queria a mim. Eu sabia quem queria. E sabia porque queria que me quisessem.

Até que um dia eles quiseram...Eu recebi-os de braços abertos! =D

sábado, 8 de novembro de 2008

Quando ela me fez aquela pergunta ontem a tarde, quase nem queria acreditar. Foi uma surpresa boa, e gostei de saber que ela sentia o mesmo que eu.

Hoje de tarde, mais uma surpresa igual, outro momento de felicidade :D


Estou FELIZ!





Amo-te biju*

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Já tinha escrito de manha...


E verdade que eu sabia que um dia ela não ia ter mais paciencia para mim. No fundo sempre soube mas nunca quis realmente acreditar. Eu e ela eramos aquelas eternas sonhadoras, se bem que ela sempre teve os pes mais assentes no chao do que eu. Admirava-a. Sempre a admirei. Mas nestas ultimas atitudes não a conheco. Não vejo nela a minha menina.
Se por um lado isso me entristece, por outro não me faz grande diferenca, verdade seja dita. Aquela famosa relacao, esfumou-se com o tempo, com o vento, com o nevoeiro...
Talvez um dia, daqui a muitos dias, ela perceba que "eu sou parte dela" como uma vez me disse. Se não perceber e porque afinal não sou…

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Quando ouvi aquela música imediatamente me lembrei daquele famigerado cd que me ofereceram há dois, quase três anos. E por momentos fui feliz. E por momentos tive saudades tuas. Saudades da minha menina dos caracóis loiros!
Tentei mandar-te o vídeo, por e-mail, era mais fácil, menos directo e menos incomodativo. O melhor mesmo, é que não tinha que assistir à tua reacção. Recebela-ia pelo mesmo modo. Mas o e-mail não queria ir...
Quando falei contigo, não gostei. Não gostei da tua simpatia fingida e daqueles smiles idiotas.
Naquela altura dúbia em que precisei de ti sei que estiveste lá, é verdade. Só não te pedi para contares a minha vida a meio mundo, mas pormenores à parte, a verdade é que tentaste ajudar. Sempre te fui grata por esses pequenos/grandes momentos. Sempre te agradeci do fundo do coração toda a ajuda e colaboração.

Alguma vez te dei o direito de me julgares? E de decidires por mim?


É desta forma que queres acabar? Pensei que te conhecia melhor...Pensei mesmo|
Sabes que te amo, que te amo do fundo do coração e como nunca amei nenhuma loira com caracóis antes, mas...Se foi essa a tua decisão vou encará-la de frente. Não gostei. Julgava-nos mais que isso...Mas aparentemente não somos...

Quem é que te ensinou a seres assim?? A menina carinhosa das palavras bonitas?

Desistes?

Ok. GAME OVER

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

É verdade. Sou intolerante. Principalmente com ela. Inicialmente fui com a cara dela. Parecia simpática. Com o passar do tempo fui-me apercebendo que não é o tipo de pessoa com quem gosto de me relacionar. E chateia-me que ela não perceba isso e que busque constantemente a minha atenção. Não quero dar-lha. Pronto, já disse. «Não te quero dar atenção».




A nossa relação é engraçada! E gosto do que se está a tornar. Não tem mas, porquês nem apesares de...e gosto disso...Gosto muito!

sábado, 1 de novembro de 2008

A verdade é que depois de tantos meses de dúvidas e hesitações, preferia não ter sabido a verdade.
Tinhamos aquela relação diferente. Não que fosse uma pessoa extremamente afectuosa mas depois de anos de convívio dá para percebermos as atitudes mais carinhosas debaixo daqueles gestos mais desejeitados.
Quando aconteceu simplesmente não estava a espera. Fui apanhada de surpresa e...a única reacção que tive foi a apatia total.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A menina dos caracóis loiros é bonita, simpática, carinhosa e altruísta. A menina dos caracóis loiros é amiga e companheira. A menina tem caracóis. Era a minha menina loira.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Olho para o ecrã e não tenho ideia de nada que possa escrever. È como uma página vazia. Por mais que lá queira depositar sentimentos, nada me ocorre...
E se falasse do dia de hoje?
Bem, hoje é quarta-feira e às quartas-feiras almoço com ele. Era uma e meia e lá estava eu, à espera dele, sentada no banco perto do parte de estacionamento. Ouvia uma música fatela, só para me entreter, para fazer o tempo passar enquanto ele não vinha.
Quando chegou, foi como se não o visse há dias. Abraço apertado e quente, aquele sentimento de preenchimento e alegria. Depois foi um daqueles almoços rápidos, e um passeio com passarinhos verdes e violinos dançantes.
E adorei cada segundo. (Exceptuando aquela parte de contares o filme, que era realmente complicado)

Sabes que significas o mundo para mim. Há dois anos e muitos meses atrás eramos pessoas diferentes. Somos umas crianças, mas sabes como adoro aquele teu ar paternal.
O passar da ponte foi...o relembrar de momentos como este...

LGWU
143 Babe

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Quando cheguei aquela escola não conhecia ninguém.
Era o primeiro dia e estava nervosa. Lembro-me como se fosse hoje quando entraste naquela sala, vestida de ganga da cabeça aos pés, linda, com cabelos castanhos e olhos verdes. Aquela beleza descomunal que só tu tinhas.
Desde aquele momento gostei de ti. Logo falamos, com alguma desenvoltura.
Chamava-te Sofia porque sabia que não gostavas de Cátia e lembro-me como apreciavas disso.
Eu e tu sempre tivemos uma relação super especial. Nunca o dissemos, nunca falamos sobre isso uma à outra, mas ambas sabiamos que a outra sabia.
Éramos amigas, confidentes, companheiras de segredos e brincadeiras inocentes. Tu eras aquela eterna rebelde, destemida, com um amor à vida como nunca vi ninguém ter. Eu era mais tímida, mais caladinha, mas igualmente travessa. Apenas mais cobarde.
A nossa amizade sempre foi aquela coisa diferente. Eramos unidas, eramos amigas, eramos quase irmas. Passávamos fins de semana inteiros juntas, ocultavamos pequenas mentirinhas para aproveitarmos mais cinco segundos da companhia uma da outra, partilhavamos coisas só nossas. Eu adorava que ficasses aqui em casa. Adorava a prespectiva de um fim de semana na companhia da pessoa que eu mais gostava, adorava saber que gostavas. Adorava que segurasses na minha mão quando o medo do escuro era maior que a vontade de dormir.
Olhando para trás parece que te conheci toda a vida...
Passado tanto tempo a coisa que mais lamento foi toda a distância que criamos entre nós. E o facto de não termos sido capazes de a resolver. Sei que nunca foi por falta de vontade, sei que tinhas por mim o mesmo sentimento que eu tenho por ti. Foi apenas a preguiça, o adiar dos julgamentos de valor e da decisão de quem fala primeiro.
Hoje em dia arrependo-me amargamente de nunca ter sido capaz de dar o primeiro passo, de tomar a primeira atitude. Quando a Mafalda me ligou naquele dia de manhã nunca pensei que o resto do dia fosse o pior da minha vida.

Meu Deus Cátia, sinto tanto a tua falta...

Não imaginas...Não sabes o peso da culpa. Não sabes o quanto dói o arrependimento...

domingo, 1 de junho de 2008

Depois de tanto tempo sem escrever uma única palavra aqui, decidi voltar.
A verdade é que o tempo não é muito, mas depois de rever este blog, o lugar onde depositei tantos sentimentos, tantos momentos inesqueciveis, é dificil resistir à tentação de voltar a escrever algumas linhas aqui.
Muitas coisas mudaram desde há um ano para cá, e são essas mesmas coisas que me mudaram como pessoa.

Para já, nao posso dizer muito mais, mas espero que a vontade de escrever e postar os textos volte a renascer dentro de mim..
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